Leia o texto para responder às questões de números 01 a 06.
Ao longo de todo o ano passado, assistentes sociais municipais abordaram cerca de 105,3 mil pessoas nas calçadas da cidade de São Paulo. Esse número é 66% maior do que a quantidade de pessoas abordadas na mesma situação em 2016, quando foram contabilizados 63,2 mil indivíduos, e 88% acima da de 2015.
O número de indivíduos abordados não representa a quantidade de pessoas que vive de fato nas ruas. Entre os abordados há, por exemplo, moradores da periferia que passam dias e noites vivendo nas calçadas da região central em busca de doações, mas em parte do mês retornam a suas casas, pessoas que estão de passagem pela cidade, entre outras situações.
O cálculo oficial de moradores de rua na capital paulista está defasado, uma vez que é feito a cada quatro anos pela prefeitura por meio da contratação de um censo específico. O levantamento mais recente é de 2015, quando foram contabilizados cerca de 15 mil moradores de rua. Naquele ano, foram abordados 56,1 mil indivíduos.
Com a crise econômica que já dura cinco anos, mudou também a motivação principal que leva as pessoas à rua. Os conflitos familiares, que, em 2018, apareciam em primeiro lugar como motivo mais frequente para permanecer nas ruas, foram ultrapassados pelo desemprego, que figura como a explicação mais comum dada pelas pessoas abordadas.
A consolidação de São Paulo como destino de imigrantes em busca de melhores condições representa outra camada no cenário social devastador da cidade. Ao longo do ano passado, mais de 260 estrangeiros foram abordados como moradores de rua. Migrantes também engordam as estatísticas. Entre os abordados pelos assistentes sociais que informaram origem, metade veio de fora da capital, apesar de o estado ser citado pela maioria como local de origem. Os outros estados mais citados são Bahia, Minas Gerais, Pernambuco e Paraná.
De acordo com informações presentes no texto, pode-se afirmar que, em São Paulo,
De acordo com a Base Nacional Comum Curricular
(BNCC), a ação pedagógica deve ter como foco a alfabetização
Conforme o artigo 37 da Resolução CNE/CEB nº 07/2010, a proposta educacional da escola de tempo integral promoverá a ampliação de tempos, espaços e oportunidades educativas e o compartilhamento da tarefa de entre os profissionais da escola e de outras áreas, as famílias e outros atores sociais, sob a coordenação da escola e de seus professores, visando alcançar a melhoria da qualidade da aprendizagem e da convivência social e diminuir as diferenças de acesso ao conhecimento e aos bens culturais, em especial entre as populações socialmente mais vulneráveis.
Assinale a alternativa que preenche, corretamente, a
lacuna deixada no texto.
De acordo com o artigo 9º , Resolução
CNE/CEB nº 04/2010 – Diretrizes Curriculares Nacionais
Gerais para a Educação Básica, a escola de qualidade social
adota como centralidade o estudante e a aprendizagem, o
que pressupõe atendimento, dentre outros, aos seguintes
requisitos:
O 8º parágrafo do artigo 26 da Lei Federal nº 9394 estabelece que a exibição de filmes de produção nacional
constituirá componente curricular complementar integrado
à proposta pedagógica da escola, sendo a sua exibição
obrigatória por, no mínimo, 2 (duas) horas
A “Notícia da hora” faz parte da rotina da professora
Márcia. É um momento reservado às notícias que mais
chamaram a atenção das crianças na semana. Com essa
atividade, é possível exercitar o relato oral da criança que,
por sua vez, vai aprendendo, cada vez mais, a fazê-lo,
fazendo. Considerando as modalidades organizativas
propostas na publicação Ensino Fundamental de nove
anos: orientações para a inclusão da criança de seis anos
de idade (BRASIL, 2007), a “Notícia da hora”, de acordo
com o referido documento, é considerada uma atividade
A professora Carla leciona em uma turma de primeiro ano
no município de São José dos Campos, sendo que a maior
parte de seus alunos não está alfabetizada. Certo dia, Carla
propôs às crianças a escrita de uma lista com os nomes
das frutas preferidas. Como os alunos ainda não sabem ler
ou escrever de forma convencional, cada criança deveria
escrever do jeito que imagina. Weisz (2000) argumenta que
ao propor que uma criança não alfabetizada se arrisque a
escrever do jeito que imagina, o professor está
Segundo Vasconcelos (2002), para a construção do
conhecimento, a metodologia na perspectiva dialética vai
buscar sua orientação básica no resgate do próprio processo de construção de conhecimento da humanidade.
Ao analisar esse processo, percebe-se que a produção do
conhecimento é resultante
Na publicação A Educação Especial na Perspectiva da
Inclusão Escolar: a escola comum inclusiva, Ropoli defende
que a educação inclusiva
Candau, citada por Resende (in: Veiga, 1998) explica
que a desestabilização, a relativização e a própria contestação são ingredientes necessários no encontro entre
culturas e, ao defender a transparência e a autenticidade
cultural via currículo, considera, entre outros, a