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Banca: Não selecionada Cargo: Não selecionado Disciplina: Língua Portuguesa Assunto: Não selecionado
Encontramos 775 questões. Bons estudos!!!
O termo "se" pode desempenhar diversos papéis dentro de um texto. Observe o "se"  nas alternativas abaixo e assinale a classificação incorreta:
😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!
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Classifique o termo destacado da frase abaixo e assinale a alternativa correta:

"Os atletas dormiram o sono dos justos e cansados"

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!
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Qual tempo verbal indica um fato possível, hipotético, situado num momento futuro, mas ligado a um momento passado?

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!
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Considere as alternativas e assinale aquela que possui um radical grego no 2º (segundo) elemento:

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!
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Assinale a alternativa que a aparece como pronome pessoal oblíquo:

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!
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NELSON RODRIGUES: O GRANDE ACONTECIMENTO DO SÉCULO FOI A ASCENSÃO ESPANTOSA E FULMINANTE DO IDIOTA


O teatro e a crônica de Nelson Rodrigues são uma ressonância magnética da alma humana. Sua arte desnuda o homem — não só o rico (visto por parte da literatura patropi com cruel e pançudo), não só o de classe de média e não só o pobre. Daí certo desagrado de alguns com os "excessos" de sua arte. Apreciamos a arte degradar aquilo que não somos. ou ao menos achamos que não somos. Nelson Rodrigues pegava todo mundo, ninguém lhe escapava. A classe média é uma de suas, digamos, "vítimas" preferenciais. Porque, embora moralista ao extremo, não é tão diferente dos pobres e dos ricos (aliás, pobres e ricos têm uma moralidade similar, mais flexível do que a da classe média).

A classe média é assim: ama as aparências e, portanto, esconde o que se passa entre quatro paredes — daí lota os consultórios de psiquiatras e psicanalistas (outras quatro parede). Sua ansiedade é que quer ser o que não é, ou, na prática, o que não existe — o ser humano maravilhoso que não existe nem nos contos de fada. A média é a classe que tem vergonha de tudo — embora seja tão desavergonhada quanto as demais (por isso faz quase tudo escondido) — e condena, com extremo rigor, a "imoralidade" alheia.

https://www.revistabula.com/17809-o-grande-acontecimento-do-século-foi-a-ascensao-espantosa-e-fulminante-do-idiota/ - adaptado.

Na frase "William levou uma surra", o sujeito é classificado como:
😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!
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NELSON RODRIGUES: O GRANDE ACONTECIMENTO DO SÉCULO FOI A ASCENSÃO ESPANTOSA E FULMINANTE DO IDIOTA


O teatro e a crônica de Nelson Rodrigues são uma ressonância magnética da alma humana. Sua arte desnuda o homem — não só o rico (visto por parte da literatura patropi com cruel e pançudo), não só o de classe de média e não só o pobre. Daí certo desagrado de alguns com os "excessos" de sua arte. Apreciamos a arte degradar aquilo que não somos. ou ao menos achamos que não somos. Nelson Rodrigues pegava todo mundo, ninguém lhe escapava. A classe média é uma de suas, digamos, "vítimas" preferenciais. Porque, embora moralista ao extremo, não é tão diferente dos pobres e dos ricos (aliás, pobres e ricos têm uma moralidade similar, mais flexível do que a da classe média).

A classe média é assim: ama as aparências e, portanto, esconde o que se passa entre quatro paredes — daí lota os consultórios de psiquiatras e psicanalistas (outras quatro parede). Sua ansiedade é que quer ser o que não é, ou, na prática, o que não existe — o ser humano maravilhoso que não existe nem nos contos de fada. A média é a classe que tem vergonha de tudo — embora seja tão desavergonhada quanto as demais (por isso faz quase tudo escondido) — e condena, com extremo rigor, a "imoralidade" alheia.

https://www.revistabula.com/17809-o-grande-acontecimento-do-século-foi-a-ascensao-espantosa-e-fulminante-do-idiota/ - adaptado.

Segundo o texto, é correto afirmar que:

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!
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Leia o texto para responder às questões de números 12 a 15.

O substituto da vida

        Quando meu instrumento de trabalho era a máquina de escrever, eu me sentava a ela, punha uma folha de papel no rolo, escrevia o que tinha de escrever, lia o que escrevera e fazia eventuais emendas. Relia-o para ver se era aquilo mesmo, fechava a máquina, entregava a matéria e ia à vida.

        Se já trabalhasse em casa, ao terminar de escrever, eu fechava a máquina e abria um livro, escutava um disco, dava um pulo rapidinho à praia, ia ao Centro da cidade varejar sebos. Só reabria a máquina no dia seguinte.

        Hoje, diante do computador, termino de produzir um texto, vou à lista de mensagens para saber quem me escreveu, deleto mensagens inúteis, respondo às que precisam de resposta, entro em jornais e revistas on-line, interesso-me por várias matérias e vou abrindo-as uma a uma. Quando me dou conta, já é noite lá fora e não saí da frente da tela.

        Com o smartphone seria pior ainda. Ele substituiu a caneta, o bloco, a agenda, o telefone, o rádio, a TV – a vida. É por isso que nem lhe chego perto: temo que ele me substitua também.

(Ruy Castro. A arte de querer bem. Rio de Janeiro: Estação Brasil, 2018) 

Assinale a alternativa em que a redação escrita a partir do texto atende à norma-padrão de concordância da língua portuguesa.

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Leia o texto para responder às questões de números 12 a 15.

O substituto da vida

        Quando meu instrumento de trabalho era a máquina de escrever, eu me sentava a ela, punha uma folha de papel no rolo, escrevia o que tinha de escrever, lia o que escrevera e fazia eventuais emendas. Relia-o para ver se era aquilo mesmo, fechava a máquina, entregava a matéria e ia à vida.

        Se já trabalhasse em casa, ao terminar de escrever, eu fechava a máquina e abria um livro, escutava um disco, dava um pulo rapidinho à praia, ia ao Centro da cidade varejar sebos. Só reabria a máquina no dia seguinte.

        Hoje, diante do computador, termino de produzir um texto, vou à lista de mensagens para saber quem me escreveu, deleto mensagens inúteis, respondo às que precisam de resposta, entro em jornais e revistas on-line, interesso-me por várias matérias e vou abrindo-as uma a uma. Quando me dou conta, já é noite lá fora e não saí da frente da tela.

        Com o smartphone seria pior ainda. Ele substituiu a caneta, o bloco, a agenda, o telefone, o rádio, a TV – a vida. É por isso que nem lhe chego perto: temo que ele me substitua também.

(Ruy Castro. A arte de querer bem. Rio de Janeiro: Estação Brasil, 2018) 

Entre as frases que completam a redação a seguir, aquela em que o acento indicativo da crase está em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa é:

Quando encontrava dificuldade para operar o computador, recorria

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!
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Leia o texto para responder às questões de números 12 a 15.

O substituto da vida

        Quando meu instrumento de trabalho era a máquina de escrever, eu me sentava a ela, punha uma folha de papel no rolo, escrevia o que tinha de escrever, lia o que escrevera e fazia eventuais emendas. Relia-o para ver se era aquilo mesmo, fechava a máquina, entregava a matéria e ia à vida.

        Se já trabalhasse em casa, ao terminar de escrever, eu fechava a máquina e abria um livro, escutava um disco, dava um pulo rapidinho à praia, ia ao Centro da cidade varejar sebos. Só reabria a máquina no dia seguinte.

        Hoje, diante do computador, termino de produzir um texto, vou à lista de mensagens para saber quem me escreveu, deleto mensagens inúteis, respondo às que precisam de resposta, entro em jornais e revistas on-line, interesso-me por várias matérias e vou abrindo-as uma a uma. Quando me dou conta, já é noite lá fora e não saí da frente da tela.

        Com o smartphone seria pior ainda. Ele substituiu a caneta, o bloco, a agenda, o telefone, o rádio, a TV – a vida. É por isso que nem lhe chego perto: temo que ele me substitua também.

(Ruy Castro. A arte de querer bem. Rio de Janeiro: Estação Brasil, 2018) 

A reescrita da passagem do último parágrafo – É por isso que nem lhe chego perto: temo que ele me substitua também. – permanece com a relação de sentido estabelecida pelos dois-pontos (:) conservada em:

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!
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