Paula Francisca foi aprovada no concurso para professora de Educação Básica I na Prefeitura Municipal de Guararapes. Ao assumir sua turma, ela notou que havia três
alunos participantes do Atendimento Educacional Especializado – AEE. Por isso, ela decidiu ler o documento
A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão
Escolar: a escola comum inclusiva, de Edilene Aparecida Ropoli (2010). Com essa autora, ela pôde aprender
que “as ações para consolidação do AEE exigem firmeza
e envolvimento de todos os que estão se empenhando
para que as escolas se tornem ambientes educacionais
plenamente inclusivos”. E, ainda, que o entrelaçamento
dos serviços de Educação Especial, entre os quais o
AEE, conjuga igualdade e diferenças como
Com base nas contribuições do documento Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da educação
inclusiva, assinale a alternativa correta.
Para a inclusão de todas as crianças, são necessárias
mudanças na organização escolar e na formação de professores e a remoção de barreiras atitudinais. Nesse sentido, conforme Mantoan (2001), é preciso
Na publicação A Educação Especial na Perspectiva da
Inclusão Escolar: a escola comum inclusiva, Ropoli defende
que a educação inclusiva
Considere as alternativas verdadeiras (V) ou falsas (F) e assinale a alternativa CORRETA no que tange à política nacional de educação inclusiva.
I - O objetivo geral da política nacional de educação especial, na perspectiva inclusiva é assegurar a inclusão escolar de alunos com deficiência, transtornos globais de desenvolvimento e altas habilidades/superdotação.
II - A Conferência Internacional de Salamanca foi uma marco para a definição da política de educação especial, na perspectiva da inclusão.
III - A trajetória da educação especial sempre foi marcada por processos de inclusão social.
IV - A educação especial é uma modalidade da educação básica.
V - O objetivo da educação especial, na perspectiva inclusiva, é acabar com as classes especiais para pessoas com deficiências.
É verdade o que se afirma apenas em:
Leia o depoimento a seguir:
“Sou mãe de uma menina com 5 anos, diagnosticada com autismo. Mudamos de bairro e procurei a escola de Educação Infantil mais próxima para realizar sua transferência. Fui muito bem atendida e orientada na secretaria da escola, assim combinamos que, antes de começarem as aulas, levaria minha filha para conhecer a nova escola.
Para minha surpresa, quando cheguei na escola com minha filha, o tratamento mudou, negaram que tinham condições de recebê-la como aluna e não tentaram nenhum contato com ela. Fiquei muito chateada, decepcionada e, quando ganhei forças, questionei o motivo de mudança de postura da escola. Explicaram que minha filha era muito grande para 5 anos, que causaria problemas na turma, mas que não era um problema do diagnóstico e até me indicaram uma escola só para autistas no próprio bairro.”
Com base nas contribuições do documento Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da educação
inclusiva, assinale a alternativa correta que apresenta ponderação a ser apresentada à mãe na busca da escola para
a filha com TEA (Transtorno do Espectro Autista).