Filtrado por:
As alterações serão aplicadas ao filtrar.
Encontramos 60 questões. Bons estudos!!!
00:00 0/10
AE alternativa Enter responder J/K navegar
Texto associado

Leia o texto para responder às questões de números 06 a 13.


Aprender sem pressa


        Por que crianças com menos de seis anos não devem ser matriculadas no primeiro ano do ensino fundamental? Essa é a pergunta de muitos pais que consideram seus filhos maduros e prontos para enfrentar o ensino das letras e dos números do modo formal que nossas escolas ensinam, usem elas este ou aquele método de ensino e de alfabetização.

        Nossa sociedade foi bombardeada com informações apontando caminhos para um futuro de êxitos e uma carreira bem-sucedida de quem ainda está na infância. Quanto mais cedo a criança começar a aprender, melhores serão suas chances de sucesso, afirmam, de maneira geral, esses estudos. E isso resultou numa corrida das famílias em busca da melhor formação para os filhos. Reforço escolar, alfabetização precoce, cursos das mais variadas disciplinas e atividades etc. passaram a fazer parte de uma agenda carregada das crianças, já a partir de três anos, quando não menos.

        As escolas, atentas ao movimento da comunidade, responderam à altura: trouxeram para a educação infantil o modelo de funcionamento do ensino fundamental. Dessa maneira, crianças de três, quatro anos passaram a usar carteiras em sala de aula, a ter professores especialistas e a brincar livremente apenas no horário do recreio. Já na década de 1990, vimos crianças viverem essa correria rumo ao sucesso, com seus pais sempre metidos nessa necessidade louca de forçar o filho a ser um bom – de preferência o melhor – estudante.

        Mas parece que todo esse esforço não deu muito certo, pelos resultados que observamos. As universidades passaram a receber jovens cada vez mais infantilizados, que relutam em finalizar seus estudos na graduação, e os pais, a enfrentar, ainda no decorrer do ensino fundamental, a falta de vontade dos filhos de se comprometer minimamente com os estudos.

        Foi então que novos estudos passaram a ser difundidos, apontando a necessidade de a criança ter mais liberdade para ser criança e, de fato, viver a infância na hora certa. Foi por esse motivo que surgiu, nos Estados Unidos e na Inglaterra, um movimento que prega menores demandas dos pais aos filhos, para que eles tenham tempo para brincar e para o ócio, questões fundamentais para uma vivência infantil tranquila e produtiva.

        A criança de cinco anos, e até mesmo a de quatro, pode se alfabetizar por interesse próprio e aprender muito mais, com o apoio dos professores da educação infantil, que, aliás, têm a mesma formação dos professores dos anos iniciais do fundamental. E ela pode fazer isso brincando, sem ter de fazer lições e participar de aulas expositivas.


(Rosely Sayão. Folha de S.Paulo, 28.04.2015. Adaptado)

Assinale a alternativa em que os trechos contêm, respectivamente, termos empregados em sentido próprio e termo empregado em sentido figurado.

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando comentários dos alunos...
Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.
Texto associado

Leia o texto para responder às questões de números 06 a 13.


Aprender sem pressa


        Por que crianças com menos de seis anos não devem ser matriculadas no primeiro ano do ensino fundamental? Essa é a pergunta de muitos pais que consideram seus filhos maduros e prontos para enfrentar o ensino das letras e dos números do modo formal que nossas escolas ensinam, usem elas este ou aquele método de ensino e de alfabetização.

        Nossa sociedade foi bombardeada com informações apontando caminhos para um futuro de êxitos e uma carreira bem-sucedida de quem ainda está na infância. Quanto mais cedo a criança começar a aprender, melhores serão suas chances de sucesso, afirmam, de maneira geral, esses estudos. E isso resultou numa corrida das famílias em busca da melhor formação para os filhos. Reforço escolar, alfabetização precoce, cursos das mais variadas disciplinas e atividades etc. passaram a fazer parte de uma agenda carregada das crianças, já a partir de três anos, quando não menos.

        As escolas, atentas ao movimento da comunidade, responderam à altura: trouxeram para a educação infantil o modelo de funcionamento do ensino fundamental. Dessa maneira, crianças de três, quatro anos passaram a usar carteiras em sala de aula, a ter professores especialistas e a brincar livremente apenas no horário do recreio. Já na década de 1990, vimos crianças viverem essa correria rumo ao sucesso, com seus pais sempre metidos nessa necessidade louca de forçar o filho a ser um bom – de preferência o melhor – estudante.

        Mas parece que todo esse esforço não deu muito certo, pelos resultados que observamos. As universidades passaram a receber jovens cada vez mais infantilizados, que relutam em finalizar seus estudos na graduação, e os pais, a enfrentar, ainda no decorrer do ensino fundamental, a falta de vontade dos filhos de se comprometer minimamente com os estudos.

        Foi então que novos estudos passaram a ser difundidos, apontando a necessidade de a criança ter mais liberdade para ser criança e, de fato, viver a infância na hora certa. Foi por esse motivo que surgiu, nos Estados Unidos e na Inglaterra, um movimento que prega menores demandas dos pais aos filhos, para que eles tenham tempo para brincar e para o ócio, questões fundamentais para uma vivência infantil tranquila e produtiva.

        A criança de cinco anos, e até mesmo a de quatro, pode se alfabetizar por interesse próprio e aprender muito mais, com o apoio dos professores da educação infantil, que, aliás, têm a mesma formação dos professores dos anos iniciais do fundamental. E ela pode fazer isso brincando, sem ter de fazer lições e participar de aulas expositivas.


(Rosely Sayão. Folha de S.Paulo, 28.04.2015. Adaptado)

Na passagem – ... com seus pais sempre metidos nessa necessidade louca de forçar o filho a ser um bom – de preferência o melhor – estudante. – (3º parágrafo), o termo em destaque expressa sentido

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando comentários dos alunos...
Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.
Texto associado

Leia o texto para responder às questões de números 06 a 13.


Aprender sem pressa


        Por que crianças com menos de seis anos não devem ser matriculadas no primeiro ano do ensino fundamental? Essa é a pergunta de muitos pais que consideram seus filhos maduros e prontos para enfrentar o ensino das letras e dos números do modo formal que nossas escolas ensinam, usem elas este ou aquele método de ensino e de alfabetização.

        Nossa sociedade foi bombardeada com informações apontando caminhos para um futuro de êxitos e uma carreira bem-sucedida de quem ainda está na infância. Quanto mais cedo a criança começar a aprender, melhores serão suas chances de sucesso, afirmam, de maneira geral, esses estudos. E isso resultou numa corrida das famílias em busca da melhor formação para os filhos. Reforço escolar, alfabetização precoce, cursos das mais variadas disciplinas e atividades etc. passaram a fazer parte de uma agenda carregada das crianças, já a partir de três anos, quando não menos.

        As escolas, atentas ao movimento da comunidade, responderam à altura: trouxeram para a educação infantil o modelo de funcionamento do ensino fundamental. Dessa maneira, crianças de três, quatro anos passaram a usar carteiras em sala de aula, a ter professores especialistas e a brincar livremente apenas no horário do recreio. Já na década de 1990, vimos crianças viverem essa correria rumo ao sucesso, com seus pais sempre metidos nessa necessidade louca de forçar o filho a ser um bom – de preferência o melhor – estudante.

        Mas parece que todo esse esforço não deu muito certo, pelos resultados que observamos. As universidades passaram a receber jovens cada vez mais infantilizados, que relutam em finalizar seus estudos na graduação, e os pais, a enfrentar, ainda no decorrer do ensino fundamental, a falta de vontade dos filhos de se comprometer minimamente com os estudos.

        Foi então que novos estudos passaram a ser difundidos, apontando a necessidade de a criança ter mais liberdade para ser criança e, de fato, viver a infância na hora certa. Foi por esse motivo que surgiu, nos Estados Unidos e na Inglaterra, um movimento que prega menores demandas dos pais aos filhos, para que eles tenham tempo para brincar e para o ócio, questões fundamentais para uma vivência infantil tranquila e produtiva.

        A criança de cinco anos, e até mesmo a de quatro, pode se alfabetizar por interesse próprio e aprender muito mais, com o apoio dos professores da educação infantil, que, aliás, têm a mesma formação dos professores dos anos iniciais do fundamental. E ela pode fazer isso brincando, sem ter de fazer lições e participar de aulas expositivas.


(Rosely Sayão. Folha de S.Paulo, 28.04.2015. Adaptado)

O movimento surgido nos Estados Unidos e Inglaterra corrobora a ideia de que os pais e a escola devem

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando comentários dos alunos...
Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.
Texto associado

Leia o texto para responder às questões de números 06 a 13.


Aprender sem pressa


        Por que crianças com menos de seis anos não devem ser matriculadas no primeiro ano do ensino fundamental? Essa é a pergunta de muitos pais que consideram seus filhos maduros e prontos para enfrentar o ensino das letras e dos números do modo formal que nossas escolas ensinam, usem elas este ou aquele método de ensino e de alfabetização.

        Nossa sociedade foi bombardeada com informações apontando caminhos para um futuro de êxitos e uma carreira bem-sucedida de quem ainda está na infância. Quanto mais cedo a criança começar a aprender, melhores serão suas chances de sucesso, afirmam, de maneira geral, esses estudos. E isso resultou numa corrida das famílias em busca da melhor formação para os filhos. Reforço escolar, alfabetização precoce, cursos das mais variadas disciplinas e atividades etc. passaram a fazer parte de uma agenda carregada das crianças, já a partir de três anos, quando não menos.

        As escolas, atentas ao movimento da comunidade, responderam à altura: trouxeram para a educação infantil o modelo de funcionamento do ensino fundamental. Dessa maneira, crianças de três, quatro anos passaram a usar carteiras em sala de aula, a ter professores especialistas e a brincar livremente apenas no horário do recreio. Já na década de 1990, vimos crianças viverem essa correria rumo ao sucesso, com seus pais sempre metidos nessa necessidade louca de forçar o filho a ser um bom – de preferência o melhor – estudante.

        Mas parece que todo esse esforço não deu muito certo, pelos resultados que observamos. As universidades passaram a receber jovens cada vez mais infantilizados, que relutam em finalizar seus estudos na graduação, e os pais, a enfrentar, ainda no decorrer do ensino fundamental, a falta de vontade dos filhos de se comprometer minimamente com os estudos.

        Foi então que novos estudos passaram a ser difundidos, apontando a necessidade de a criança ter mais liberdade para ser criança e, de fato, viver a infância na hora certa. Foi por esse motivo que surgiu, nos Estados Unidos e na Inglaterra, um movimento que prega menores demandas dos pais aos filhos, para que eles tenham tempo para brincar e para o ócio, questões fundamentais para uma vivência infantil tranquila e produtiva.

        A criança de cinco anos, e até mesmo a de quatro, pode se alfabetizar por interesse próprio e aprender muito mais, com o apoio dos professores da educação infantil, que, aliás, têm a mesma formação dos professores dos anos iniciais do fundamental. E ela pode fazer isso brincando, sem ter de fazer lições e participar de aulas expositivas.


(Rosely Sayão. Folha de S.Paulo, 28.04.2015. Adaptado)

O texto mostra que

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando comentários dos alunos...
Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.
Texto associado

Leia o texto para responder às questões de números 06 a 13.


Aprender sem pressa


        Por que crianças com menos de seis anos não devem ser matriculadas no primeiro ano do ensino fundamental? Essa é a pergunta de muitos pais que consideram seus filhos maduros e prontos para enfrentar o ensino das letras e dos números do modo formal que nossas escolas ensinam, usem elas este ou aquele método de ensino e de alfabetização.

        Nossa sociedade foi bombardeada com informações apontando caminhos para um futuro de êxitos e uma carreira bem-sucedida de quem ainda está na infância. Quanto mais cedo a criança começar a aprender, melhores serão suas chances de sucesso, afirmam, de maneira geral, esses estudos. E isso resultou numa corrida das famílias em busca da melhor formação para os filhos. Reforço escolar, alfabetização precoce, cursos das mais variadas disciplinas e atividades etc. passaram a fazer parte de uma agenda carregada das crianças, já a partir de três anos, quando não menos.

        As escolas, atentas ao movimento da comunidade, responderam à altura: trouxeram para a educação infantil o modelo de funcionamento do ensino fundamental. Dessa maneira, crianças de três, quatro anos passaram a usar carteiras em sala de aula, a ter professores especialistas e a brincar livremente apenas no horário do recreio. Já na década de 1990, vimos crianças viverem essa correria rumo ao sucesso, com seus pais sempre metidos nessa necessidade louca de forçar o filho a ser um bom – de preferência o melhor – estudante.

        Mas parece que todo esse esforço não deu muito certo, pelos resultados que observamos. As universidades passaram a receber jovens cada vez mais infantilizados, que relutam em finalizar seus estudos na graduação, e os pais, a enfrentar, ainda no decorrer do ensino fundamental, a falta de vontade dos filhos de se comprometer minimamente com os estudos.

        Foi então que novos estudos passaram a ser difundidos, apontando a necessidade de a criança ter mais liberdade para ser criança e, de fato, viver a infância na hora certa. Foi por esse motivo que surgiu, nos Estados Unidos e na Inglaterra, um movimento que prega menores demandas dos pais aos filhos, para que eles tenham tempo para brincar e para o ócio, questões fundamentais para uma vivência infantil tranquila e produtiva.

        A criança de cinco anos, e até mesmo a de quatro, pode se alfabetizar por interesse próprio e aprender muito mais, com o apoio dos professores da educação infantil, que, aliás, têm a mesma formação dos professores dos anos iniciais do fundamental. E ela pode fazer isso brincando, sem ter de fazer lições e participar de aulas expositivas.


(Rosely Sayão. Folha de S.Paulo, 28.04.2015. Adaptado)

A leitura do texto permite inferir que as crianças com menos de seis anos, na perspectiva da autora,

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando comentários dos alunos...
Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.
Texto associado

Leia o texto para responder às questões de números 04 e 05.


Isso prova que, se se oferecer __________ pessoas os chamados “non books” – livros que não precisam ser lidos –, elas os comprarão em massa. Em breve, a onda dos livros para colorir passará. Portanto, para manter nossa combalida indústria editorial à tona, aqui vão algumas sugestões: livros de cartas enigmáticas, de desenhos __________ que você chega ligando os pontos, de “o jogo dos sete erros”, de procurar o mico na floresta etc.


(Ruy Castro, Estresse antiestresse. Folha de S.Paulo, 23.05.2015. Adaptado)

Observando-se os termos destacados em – ... elas os comprarão em massa. – e – ... que você chega ligando os pontos... –, é correto afirmar que eles têm emprego

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando comentários dos alunos...
Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.
Texto associado

Leia o texto para responder às questões de números 04 e 05.


Isso prova que, se se oferecer __________ pessoas os chamados “non books” – livros que não precisam ser lidos –, elas os comprarão em massa. Em breve, a onda dos livros para colorir passará. Portanto, para manter nossa combalida indústria editorial à tona, aqui vão algumas sugestões: livros de cartas enigmáticas, de desenhos __________ que você chega ligando os pontos, de “o jogo dos sete erros”, de procurar o mico na floresta etc.


(Ruy Castro, Estresse antiestresse. Folha de S.Paulo, 23.05.2015. Adaptado)

De acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, com:

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando comentários dos alunos...
Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.
Texto associado

Leia a charge para responder às questões de números 01 a 03.

image

No contexto em que está empregado, o advérbio totalmente expressa sentido de 

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando comentários dos alunos...
Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.
Texto associado

Leia a charge para responder às questões de números 01 a 03.

image

De acordo com a norma-padrão, transpondo-se a fala da personagem para a voz passiva analítica, obtém-se: 

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando comentários dos alunos...
Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.
Texto associado

Leia a charge para responder às questões de números 01 a 03


image

A personagem explica ao colega que

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando comentários dos alunos...
Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.