A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) orienta a organização curricular da Educação Básica a partir de competências gerais e específicas. Sobre o papel da BNCC no planejamento escolar, assinale a alternativa correta:
Uma professora está organizando materiais para uma atividade prática e precisa preparar 18 litros de solução líquida. Os recipientes disponíveis na escola têm capacidade de 750 mL cada. Considerando a conversão correta entre unidades de volume, o número mínimo de recipientes necessários para armazenar toda a solução é:
Uma professora está organizando oficinas de leitura. Em cada oficina, 12 alunos utilizam 18 livros compartilhados. Para atender um projeto que envolve 350 alunos, mantendo a mesma proporção de livros por aluno, é necessário analisar as afirmações a seguir:
I. A razão de livros por aluno na oficina inicial é de 18 para 12.
II. Mantendo a mesma proporção, para 350 alunos serão necessários 525 livros.
III. A situação descrita pode ser resolvida por meio de uma regra de três simples, pois envolve grandezas diretamente proporcionais.
Assinale a alternativa correta:
Uma coordenadora organiza um evento pedagógico e precisa preparar painéis informativos. Cada painel usa exatamente 2,4 metros de tecido. Se o rolo contém 18 metros, quantos painéis completos podem ser confeccionados e quanto de tecido sobrará?
Para organizar materiais, uma coordenadora pedagógica montou caixas com a mesma quantidade de lápis. Ao final da contagem, percebeu que tinha x caixas, totalizando 96 lápis. Sabendo que cada caixa contém 12 lápis, a equação que representa a situação é:
Uma escola irá revestir uma sala com piso novo. A sala mede 7,5 m de comprimento por 4,2 m de largura. Cada caixa de piso cobre 1,26 m². A gestão deseja comprar 10% a mais de material para reposição. Sabendo que não vende caixa fracionada, o número mínimo de caixas necessárias é:
O menino de 140 mil anos que pode ser híbrido mais antigo entre Homo sapiens e neandertais
Uma descoberta revolucionária para a compreensão da evolução da nossa espécie e dos rituais humanos modernos.
É assim que um grupo de cientistas, em um estudo publicado em julho pela revista científica L'Anthropologie, define o crânio de uma criança que viveu 140 mil anos atrás, encontrado há quase um século em uma das cavernas do Monte Carmelo, no noroeste de Israel. O local é considerado o mais antigo cemitério conhecido.
A criança tinha três a cinco anos de idade. Ela teria sido enterrada intencionalmente naquela região do Levante, o corredor biogeográfico onde se misturaram fluxos genéticos de linhagens nativas e outros grupos provenientes da África e da Eurásia, durante o Pleistoceno Médio.
O crânio recebeu o nome de Skhul 1º porque foi o primeiro fóssil encontrado pela arqueóloga britânica Dorothy Garrod (1892-1968) e pelo antropólogo físico americano Theodore McCown (1908-1969), que exploraram a região em 1931.
Segundo esta nova pesquisa, sua morfologia seria a evidência mais antiga conhecida da miscigenação entre o Homo neanderthalensis e o Homo sapiens.
É bem documentado que as duas espécies se misturaram e que nós, seres humanos modernos, temos uma herança genética neandertal entre 1% e 5%. Mas a época em que viveu Skhull 1º faz toda a diferença.
"O que dizemos agora, na verdade, é revolucionário", explica à BBC News Mundo (o serviço em espanhol da BBC) o paleoantropólogo israelense Israël Hershkovitz, professor do Departamento de Anatomia e Antropologia da Universidade de Tel Aviv, em Israel, que liderou a pesquisa.
"Nós demonstramos que o primeiro encontro entre os neandertais e o Homo sapiens não ocorreu há cerca de 50 mil anos, como se imaginava, mas sim pelo menos cerca de 100 mil anos antes, há 140 mil anos, o que é extremamente significativo."
Mas nem todos os cientistas estão de acordo com esta conclusão.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy404ezqlg7o fragmento
De acordo com o texto, o crânio conhecido como Skh?l 1°, encontrado no Monte Carmelo, em Israel, tem grande relevância científica porque: