Em seu capítulo no livro Jogo, brinquedo, brincadeira e
a educação, Marina Célia Moraes Dias discute a contraposição entre um ensino supostamente racional e um
ensino estético, sensorial, expressivo, verbal e não verbal. Em sua visão, as escolas usualmente dicotomizam e
reduzem os caminhos de apreensão do mundo em uma
aprendizagem mecânica e em relações congeladas. Para
a autora, a escola precisaria resgatar o trabalho com a
imaginação material, preocupando-se com a construção
de sistemas de representação, o que possibilitaria a construção do pensamento e a aquisição do conhecimento.
Assim, Dias defende que, na construção da linguagem
e do pensamento, a seguinte figura exerce papel-chave: