As tendências pedagógicas e seus pressupostos são
apresentados por Queiroz e Moita (2007). De acordo com
as autoras, a “pedagogia crítico-social dos conteúdos”
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A
defende que a função social e política da escola deve
ser assegurar, através do trabalho com conhecimentos sistematizado, a inserção nas escolas, com qualidade, das classes populares, garantindo as condições
para uma efetiva participação nas lutas sociais.
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B
defende, apoia e estimula a participação em grupos
e movimentos sociais: sindicatos, grupos de mães,
comunitários, associações de moradores etc.., para
além dos muros escolares e, ao mesmo tempo,
trazendo para dentro dela essa realidade pulsante
da sociedade.
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C
advoga que o professor deve agir como um coordenador de atividades, aquele que organiza e atua
conjuntamente com os alunos, favorecendo que a
atividade escolar centre-se em discussões de temas
sociais e políticos e em ações concretas sobre a
realidade social imediata.
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D
constituiu-se numa prática pedagógica fortemente
controladora das ações dos alunos e, até, dos professores, direcionadas por atividades repetitivas, sem
reflexão e absolutamente programadas, com riqueza
de detalhes.
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E
defende uma escola que possibilite a aprendizagem
pela descoberta, focada no interesse do aluno, garantindo momentos para a experimentação e a construção do conhecimento, que devem partir do interesse
do aluno.