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Banca: Não selecionada Cargo: Não selecionado Disciplina: Não selecionada Assunto: Figuras de linguagem
Encontramos 16 questões. Bons estudos!!!

Ao dizer que alguém “está com Chagas” para se referir a alguém acometido pela enfermidade mencionada no texto, cujo nome é associado ao pesquisador que a descobriu, manifesta-se a figura de linguagem de:

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!
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As expressões “dente de alho”, “pé de alface” e “cabeça de repolho”, empregadas na tirinha acima, remetem à seguinte figura de linguagem:

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!
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Texto associado

Leia o texto a seguir para responder às questões de 01 a 03.


(In)diferença


        Aprendi há pouco que não devo ignorar completamente o que dizem sobre minha pessoa. Seja agradável ou não o que ouço, é recomendável dispor de pelo menos alguns minutinhos para reflexão. E resolvi me observar por uns dias para saber em que e em quais situações posso ser indiferente. As conclusões são mesmo conclusivas, se me permite o pleonasmo. Até porque se trata de posicionamento relativo diante de circunstâncias que podem se apresentar de formas diversas.

        Não sou indiferente a preconceitos, por exemplo. Odeio todos, de todos os tipos, inclusive os que ainda se agarram a mim e dos quais ainda – disse ainda, de novo – não consegui me libertar. Posso ser indiferente a racistas, pois não merecem minha atenção, a menos que necessitem de um passa-fora, tipo peteleco que se dá em inseto incômodo, em casos menos significativos – piadinhas sem graça –, ou uma denúncia em alto e bom som quando a ofensa é gravíssima.

        Sou permanentemente intolerante com a intolerância. Não sou indiferente à falta de educação. Seja no trânsito, em restaurantes, supermercados, filas. Tenho horror a quem joga lixo no chão e fala exageradamente alto em qualquer lugar.

        Não sou indiferente à crueldade cometida diariamente contra animais indefesos, vítimas de crimes cometidos pelos próprios guardiões. Não sou indiferente ao sofrimento imposto aos touros em rodeios. Não sou indiferente aos cães abandonados por seus donos por motivos vários. (...)

        Não sou indiferente à mentira, à omissão, à injustiça. Não sou indiferente à ignorância imposta por uma educação capenga.

        Prefiro ser indiferente aos arrogantes e prepotentes. Sou impaciente com a deselegância dos que pensam ser os donos do mundo, da situação ou da verdade. Aos que se autodenominam sábios e não têm ideia do que dizem, pois os sábios não se dizem sábios. A esses, viro as costas solenemente, com toda a indiferença que consigo reunir. (...)

DAMACENO, Giovana. (In)diferença. Revista Benfazeja. Disponível em <https://www.avl.org.br/uploads/b889aa7f77e52e3a 5e8c0e9f930aa329indiferenca_gd.pdf>

Assinale a alternativa que apresenta uma passagem do texto “(In)diferença” que se enquadra num paradoxo, figura de linguagem em que duas ideias aparentemente contraditórias são utilizadas num mesmo contexto.

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“A literatura, como toda a arte, é uma confissão de que a vida não basta.” (Fernando Pessoa)

Assinale a alternativa que apresenta a figura de linguagem sob a qual se apresenta a palavra destacada no pensamento acima. 

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Texto associado

Sentamos em uma cabine nos fundos, onde ele sussurrou durante a maior parte de nossa discussão. Demorou um pouco para fazê-lo falar, então editei nossa conversa até o último terço. Aqui está uma gravação da entrevista, com meus comentários adicionados em off.

“Então você estava lá na noite em que seus colegas foram mortos?”

Theo acena com a cabeça e coça a barba por fazer na bochecha.

“Sim, eu estava lá.”

“Conte-me sobre a casa abandonada. Qual foi o sorteio? ”

“Qual foi o sorteio? Somos um bando de adolescentes presos em um colégio interno com regras rígidas e um código de vestimenta. A casa na floresta foi uma fuga.”

“Uma fuga de quê?”

“Das regras. Dos professores. Dos médicos e conselheiros e das sessões de terapia. Foi liberdade. Fomos lá para fugir da escola, para nos divertir e tentar curtir o verão”.

“Você está prestes a começar seu último ano na Escola Preparatória Westmont, correto?”

“Sim.”

“Mas neste verão atual, você e seus amigos não vão mais para aquela casa.”

“Ninguém vai mais lá.”

“No verão passado, na noite dos assassinatos, você e seus amigos se envolveram em alguma coisa. Um jogo sombrio e secreto. Conte-me sobre isso.”

Os olhos de Theo enlouquecem quando seu olhar se volta para mim, depois se afasta quando ele olha pela janela para o estacionamento. Sua reação me dá a sensação de que Theo pensa que sei mais do que sei. Faz pouco mais de um ano desde que a Escola Preparatória Westmont se tornou famosa pelas mortes dentro de suas paredes, e os alunos que sobreviveram naquela noite estão prestes a começar seu último ano. A polícia se recusou a responder a perguntas sobre sua investigação, e o silêncio alimentou o boato. Um deles é que os alunos estavam jogando um jogo perigoso na noite em que dois deles foram mortos (...)

Nunca Saia de Casa Sozinho. Charlie Donlea

Durante a escrita de sua narrativa, Charles Donlea, faz uso, em um dos trechos, do recurso estilístico da prosopopeia, observado em:

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Uma antítese é um tipo de linguagem figurada em que ocorre a presença de duas palavras de sentido oposto; a frase abaixo em que NÃO ocorre a presença de uma antítese é: 

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“O conceito de escrever bem varia conforme o tempo. Segundo Carlos Drummond de Andrade, escrever bem é cortar palavras e, se observarmos certos contistas modernos, parece que Drummond tem razão: de fato, palavras em excesso são um pecado mortal”. (Redação em Construção, p. 20)

O segmento abaixo que mostra o pecado de escrever com um pleonasmo vicioso é:

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Assinale a figura de linguagem presente na charge acima, juntamente com sua descrição correta.

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Texto associado

Leia o texto a seguir para responder às questões de 01 a 03.


Um apólogo


        Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:

        — Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma coisa neste mundo?

        — Deixe-me, senhora.

        — Que a deixe? Que a deixe, por quê? Porque lhe digo que está com um ar insuportável? Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.

        — Que cabeça, senhora? A senhora não é alfinete, é agulha. Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.

        — Mas você é orgulhosa.

        — Decerto que sou.

        — Mas por quê?

        — É boa! Porque coso. Então os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão eu?

        — Você? Esta agora é melhor. Você é que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu, e muito eu?

        — Você fura o pano, nada mais; eu é que coso, prendo um pedaço ao outro, dou feição aos babados...

        — Sim, mas que vale isso? Eu é que furo o pano, vou adiante, puxando por você, que vem atrás, obedecendo ao que eu faço e mando...

        — Também os batedores vão adiante do imperador.

        — Você é imperador?

        — Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto... (...)

        Veio a noite do baile, e a baronesa vestiu-se. A costureira, que a ajudou a vestir-se, levava a agulha espetada no corpinho, para dar algum ponto necessário. E quando compunha o vestido da bela dama, e puxava a um lado ou outro, arregaçava daqui ou dali, alisando, abotoando, acolchetando, a linha, para mofar da agulha, perguntou-lhe:

        — Ora agora, diga-me quem é que vai ao baile, no corpo da baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem é que vai dançar com ministros e diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das mucamas? Vamos, diga lá. (...)


ASSIS, Machado de. Um apólogo. Contos consagrados. Disponível em <https://www.biblio.com.br/conteudo/MachadodeAssis/umapologo.htm>.

No texto “Um apólogo”, a atribuição de características humanas a personagens originalmente inanimados corresponde à seguinte figura de linguagem: 

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Observa-se a repetição da conjunção aditiva em “corpo a vestir, pés a calçar, e mais dentista e médico e farmácia e colégio e tudo que custa um novo ser, em dinheiro e aflição?” como um recurso estilístico do narrador. Esse recurso corresponde à figura de linguagem:

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