Albuquerque (2006) afirma que “predominantemente durante todo o século XX, o ensino da leitura e da escrita centrado no desenvolvimento da habilidade de decodificação/decifração do texto escrito relaciona-se a um tipo específico de letramento: o escolar”. Nos Parâmetros Curriculares Nacionais (1998), essa abordagem é
A conversa espontânea se constrói a cada intervenção dos interlocutores, ou seja, a elaboração e a produção ocorrem, simultaneamente, no mesmo eixo temporal. É uma atividade co-produtiva, que “nunca se pode prever com exatidão em que sentido o parceiro vai orientar a sua intervenção” (Koch, 1997), o que não significa que sua organização seja caótica ou aleatória. As contribuições dos falantes devem demonstrar, de alguma forma, uma relação com o curso da conversa, pois a conversação é uma atividade semântica, ou seja, um processo de produção de sentidos, altamente estruturado e funcionalmente motivado.
(Ângela Paiva Dionísio, “Análise da Conversação”. In: Mussalim e Bentes, 2004)
As considerações da autora, tomadas em relação à teoria que desenvolve sobre fala e escrita e aos Parâmetros Curriculares de Língua Portuguesa (1998), permitem afirmar que
De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais (1998), “ao realizar atividades de análise e reflexão sobre a língua, os alunos necessitam explorar ativamente um corpus de palavras, para explicitar as regularidades ortográficas no que se refere às regras contextuais”, ou seja, os alunos precisam saber as regras que envolvem palavras cuja grafia é definida pela localização do som no interior da palavra. No texto, os vocábulos que exemplificam essas regras, conforme os destaques realizados, são:
Outro lugar de divergência entre o estruturalismo americano e a teoria das Estruturas Sintáticas está na definição dos objetivos das teorias. Enquanto as teorias estruturalistas eram, em geral, explicitamente descritivas, a teoria de Estruturas Sintáticas se pretendia explicativa, no sentido de que os fenômenos deviam ser deduzidos de um conjunto de princípios gerais.
(José Borges Neto, “O empreendimento gerativo”. In: Mussalim e Bentes, 2005)
Em relação às teorias citadas no texto, os Parâmetros Curriculares Nacionais enfatizam que elas