O trabalho docente competente é aquele em que o docente
mobiliza todas as dimensões de sua ação com o objetivo
de proporcionar algo bom para si mesmo, para os alunos e
para a sociedade. Nessa perspectiva, Rios (2010) apresenta algumas dimensões da competência docente, entre elas,
a dimensão técnica, que diz respeito à
Leia as afirmativas a seguir:
I. Os professores têm o compromisso de oferecer às crianças possibilidades de pensar e criar, tendo o papel de mediador, estimulando a curiosidade das crianças por conhecer o mundo.
II. Na perspectiva de Piaget, não existe afeição sem cognição, assim como não existem comportamentos exclusivamente cognitivos.
Marque a alternativa CORRETA:
Jófoli (2002) se interroga a respeito do papel que o professor desempenha na construção do conhecimento.
Para refletir acerca dessa questão, ela lança mão dos estudos de Piaget e Vygotsky. Em alguns aspectos, esses
dois teóricos divergem. Todavia, de acordo com a autora,
eles partilham algumas concepções em comum, como,
por exemplo, que
Para José Contreras (2002), a autonomia, no contexto da
prática do ensino, deve ser entendida como um processo
de construção permanente no qual devem se conjugar,
se equilibrar e fazer sentido muitos elementos. Já a profissionalidade é a defesa das qualidades necessárias ao
próprio trabalho de ensinar. Segundo o autor, a relação
entre autonomia e profissionalidade é uma
Mediada pelas tecnologias digitais de informação e
comunicação, a aprendizagem colaborativa ou cooperativa emerge na sociedade do conhecimento como alternativa promissora para a construção de interações
pedagógicas capazes de atender às novas demandas
advindas das novas formas de relacionamento, percepção da realidade e produção de conhecimento. Segundo
Queiroz e Moita (2007), na aprendizagem colaborativa, o
conhecimento é visto como uma construção social e, por
isso, o processo educativo
Hoje, graças aos estudos dos filósofos da educação, sabe-se que há três dimensões na competência profissional
do educador: a ética, a técnica e a política. Sobre essa
temática, é correto afirmar:
Nas atividades curriculares de construção do conhecimento pelas crianças, é preciso que o professor de educação infantil tenha clareza de que
Telma Weisz, em O diálogo entre ensino e a aprendizagem, afirma que um erro que precisa ser evitado pelos professores é o desvio espontaneísta: como é o aluno quem constrói o conhecimento, não seria necessário ensinar-lhe. A partir dessa crença o professor passa a não informar, a não corrigir e a se satisfazer com o que o aluno faz “do seu jeito”. Essa visão implica abandonar o aluno à sua própria sorte. A autora exemplifica que, quando uma criança entra na escola ainda não alfabetizada, tanto ela quanto o professor sabem que ela não sabe ler nem escrever. Ao propor que ela se arrisque a escrever do jeito que imagina, o que professor na verdade está propondo é uma atividade baseada na capacidade infantil de jogar, de fazer de conta. Em contrapartida, o professor deve usar tudo o que ele sabe sobre as hipóteses que as crianças constroem sobre a escrita para poder, interpretando o que o aluno escreveu, ajudá-lo a avançar. Para a autora, ao professor cabe
Para Weisz, quando a prática do professor está carregada da convicção de que seu papel é o de corrigir, fica claro que aprender significaria trocar repostas erradas por
respostas certas. Todavia, quando se compreende que
o papel do professor é o de atuar para que os alunos
transformem seus esquemas de interpretação, o erro ganha um novo contorno. Relativamente à intervenção do
professor sobre o erro, a autora entende que