O obra de Botticelli, por seu formato, é
No jogo dramático entre sujeitos, portanto, todos são “fazedores” da situação imaginária, todos são “atores”. No jogo teatral, o grupo de sujeitos que joga pode se dividir em equipes que se alternam nas funções de “jogadores” e de “observadores”, isto é, os sujeitos jogam deliberadamente para outros que os observam.
(Japiassu)
O trecho indica
O play way ou método dramático, segundo Japiassu, é
Conjunto de procedimentos de atuação teatral improvisada, com o objetivo de, em suas origens, transformar as tradicionais relações de produção material nas sociedades capitalistas pela conscientização política do público. Do ponto de vista cênico, é caracterizado pela solução denominada curinga, na qual, aos atores, não são distribuídos personagens, mas funções.
A descrição define, de acordo com Japiassu,
O Método Multipropósito, de Robert Saunders, é um programa que utiliza reproduções como instrumento de ensino e tem como objetivo a educação estética da criança, a percepção visual, acuidade espacial, a simbologia visual e verbal, as mudanças históricas e a autoidentificação.
A justificativa do autor para sua proposta é
No filme Psicose, de Alfred Hitchcock, o espectador constata a valorização dos personagens, sempre presentes, sempre tratados de maneira individualizada; são mais frequentemente grupos pequenos do que numerosos. O cineasta filmou-os de perto, mostrando sobretudo os rostos, a parte superior dos corpos. As paisagens são raras e, quando existem, estão dramatizadas e intimamente ligadas à ação: uma casa inquietante, um pântano que irá tragar um carro. Percebe-se que não há momentos de contemplação, mas que todas as imagens dependem de uma vontade preponderante de narrar.
(Coli. Adaptado)
É possível, portanto, detectar corretamente
Em seu texto, O que é arte, Jorge Coli aponta para as
dificuldades da definição do que é arte e da impossibilidade dessa definição a partir da natureza da produção
artística. Sua proposta indica que essa concepção pode
ser encontrada
A ideia de um museu imaginário, elaborada por André
Malraux tinha como base
O discurso do modernismo era o discurso da criatividade. Mas ninguém sabia bem o que era isso naquela época. Ser criativo era fazer coisas novas. Por isso, com o tempo, a originalidade passou a ser um critério relativo. Hoje, há outros processos importantes da criatividade, como ter fluência e flexibilidade, dar várias soluções para um mesmo problema e desenvolver a capacidade de, dada uma circunstância, reelaborar uma ideia.
(Ana Mae Barbosa, entrevista ao Jornal Folha de S.Paulo, no dia 26.04.2005, in Abordagem Triangular no Ensino das Artes e Culturas Visuais)
O depoimento de Barbosa aponta para a conclusão de que