Segundo os PCN – Arte, na categoria de conteúdos da
Dança que enfatiza seus aspectos contextuais sociopolíticos e culturais, considera-se como conteúdo adequado
Compreensão da lógica da dança: o que, como, onde
e com o que as pessoas se movem. Mesmo existindo
muitas variações, esta, acaba se resumindo em partes
do corpo, dinâmicas, espaços, ações e relacionamentos.
Trata-se de:
A Teoria Sociossomática, de Jill Green, enfatiza
“A rotina da escola pode transformar esse grande potencial de historicização da dança/mundo em mera repetição de atividades e exercícios de dança. Isso geralmente acontece quando a dança é entendida, por exemplo, como habilidade física ou, ainda, somente como aquisição de códigos (que vão do balé às danças brasileiras). A resposta pedagógica mais comum que se dá às propostas de aquisição de habilidades e códigos é o olhar somente para o passado – no qual se localizam as regras, os códigos a serem seguidos e repetidos acriticamente.”
Para Marques, quando a meta do ensino de dança é a
aquisição de códigos,
A proposta educacional para a dança, de Isabel Marques,
estrutura o ensino da dança em um tripé polifônico e não
hierárquico, que enfatiza três vértices, quais sejam:
O livro Domínio do Movimento com estudos de Rudolf
Laban, organizado por Lisa Ullmann, foi publicado na
Inglaterra em 1950. No Brasil, foi publicado quando da
visita da organizadora, convidada por Maria Duschenes,
em
Área emergente na educação musical, que trabalha com a percepção dos sons do meio ambiente, estuda os sons quanto à sua propagação e densidade em espaços diferenciados, tem como objetivo desenvolver no aluno uma atitude crítica diante das consequências da poluição sonora para o organismo humano, bem como maior sensibilidade e consciência ante o meio ambiente em que se vive.
A descrição indica o campo da
Keith Swanwick desenvolveu uma teoria da aprendizagem de música, em que cartografa o conhecimento musical do indivíduo (...) e de uma leitura modificada das ideias de Piaget, de quem utiliza os conceitos de assimilação e acomodação, renomeando-os, porém, como intuição e análise.
Essa teoria é conhecida como
Segundo os PCN, por causa de dificuldades práticas na orientação de professores, a aula de música foi transformada em uma teoria musical baseada nos aspectos matemáticos e visuais do código musical, com a memorização de peças.
Essa situação ocorre
Para os PCN – Arte, momentos de composição que coincidem com momentos de interpretação devem ser bem
estruturados pelo professor para que a liberdade de criação possa ser alcançada pela consciência dos limites.
Esses momentos são denominados