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Banca: Não selecionada Cargo: Não selecionado Disciplina: Não selecionada Assunto: Não selecionado
Encontramos 884 questões. Bons estudos!!!

No período “Ele virá, contanto que tu peças.”, a 2ª oração expressa, em relação à 1ª, ideia de:

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!
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No trecho “Na maioria dos casos, a dificuldade está na mudança da estrutura das construções, que têm parte elétrica obsoleta e revestimentos de madeira” (quinto parágrafo), o pronome relativo “que”, sublinhado, se refere a que termo anterior?

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!
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Segundo seu sentido no texto, as palavras “obsoleta” e “propagar” (propague), no quinto parágrafo, encontram, respectivamente, sinônimo em: 

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!
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A palavra “vilão” (primeiro parágrafo) pode ser pluralizada de três formas: “vilãos”, “vilões” e “vilães”. Aceita também mais de uma forma de plural a palavra: 

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!
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De acordo com o texto, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:


(---) Os museus são alvo fácil para incêndios, pois se encontram em prédios com falta de estrutura e manutenção e possuem um grande acervo de materiais orgânicos inflamáveis, entre outros fatores.

(---) Conforme Perdersoli, pelo menos uma instituição cultural brasileira é destruída mensalmente pelo fogo.

(---) Assim como nos Estados Unidos, no Brasil não é obrigatória a instalação de sprinklers ou de compartimentação corta-fogo em prédios históricos. 

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!
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Considerando-se a ortografia, assinalar a alternativa que preenche as lacunas do texto CORRETAMENTE: 
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Observe os períodos:


•  Lutar contra moinhos de vento acreditando que combate gigantes é a ação mais conhecida de Dom Quixote. (1º parágrafo)

•  “O Homem que Matou Dom Quixote” dá um fecho à epopeia do cineasta, iniciada 30 anos atrás, quando ele começou o projeto de uma livre adaptação do clássico espanhol. (2º parágrafo)

•  Gilliam se projeta no personagem de Toby (Adam Driver), cineasta com síndrome de grandeza que retorna à Espanha para dirigir um filme publicitário. (4º parágrafo)


No ensino da língua materna, o docente deve explicar a seus alunos que as orações destacadas são subordinadas, devendo-se associá-las, correta e respectivamente, conforme a função e o sentido que apresentam, às seguintes classes gramaticais:

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!
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Texto associado

Leia o texto para responder às questões de números 31 39.


Com “O Homem que Matou Dom Quixote”, Terry Gilliam segue fiel a seu cinema


O HOMEM QUE MATOU DOM QUIXOTE (THE MAN WHO KILLED DON QUIXOTE)


•  Classificação 12 anos

•  Elenco Jonathan Price, Adam Driver, Joana Ribeiro

•  Produção Bélgica, 2018

•  Direção Terry Gilliam


        Lutar contra moinhos de vento acreditando que combate gigantes é a ação mais conhecida de Dom Quixote. Assim como o personagem do romance de Cervantes, os filmes de Terry Gilliam se encontram no limiar entre o que os olhos veem e o que a imaginação enxerga.

        “O Homem que Matou Dom Quixote” dá um fecho à epopeia do cineasta, iniciada 30 anos atrás, quando ele começou o projeto de uma livre adaptação do clássico espanhol.

        A produção naufragou após uma sucessão quase irreal de problemas – registrada no documentário “Perdido em La Mancha” (2002) – que fizeram Gilliam abandonar o sonho.

        O longa finalmente concluído sobrepõe um tanto de ficção inspirada nas peripécias do romance a outro tanto de documentário, em seu modo de crônica aloprada do que é fazer cinema. Gilliam se projeta no personagem de Toby (Adam Driver), cineasta com síndrome de grandeza que retorna à Espanha para dirigir um filme publicitário.

        Entediado com o trabalho de encomenda, ele parte em busca do passado, quando filmou na mesma região uma adaptação barata do “Dom Quixote”.

        O motivo do cineasta em crise remete ao “Oito e Meio” de Fellini, mas Gilliam, ainda bem, nem tenta se equiparar ao mestre. Toby logo assume o lugar de Sancho, o pançudo companheiro que faz o papel de testemunha e contrapõe alguma lucidez aos delírios do Quixote.

        Este reencarna na figura de um sapateiro, tipo comum escolhido por Toby para protagonizar seu filme juvenil, mas que um dia entrou e não saiu do personagem. Jonathan Price, formidável, se encarrega de transformar o zé ninguém em paradigma dos que preferem viver no mundo da lua.

        A partir desse material, Gilliam embaralha situações realistas, memórias e sonhos para afirmar a contiguidade entre criação artística e imaginação, a mesma ponte que o levou a projetar seu espírito delirante nas figuras do Barão de Munchausen, dos Irmãos Grimm e do jornalista gonzo Hunter S. Thompson.

        O reflexo dessa autoimagem do artista como variação do louco aparece, contudo, menos no personagem do criador em crise que na do próprio Quixote, cujos devaneios ultrapassam qualquer realidade. “Santo ou insano?” é uma pergunta que Toby faz ao Quixote mais de uma vez.

        O espírito picaresco e farsesco da obra de Cervantes acompanha cada peripécia da dupla e ajuda o filme a não ser uma adaptação para iniciados. A narrativa em forma de episódios ajusta-se bem à atenção flutuante do público atual e apenas a duração da apoteótica sequência de uma festa à fantasia vai além da conta.

        Apesar de quase ter sido morto por Dom Quixote, Gilliam prossegue fiel a seu cinema como arte do desastre.

(Cássio Starling Carlos, Ilustrada. https://www1.folha.uol.com.br. 06.06.2019. Adaptado)

Trabalhando-se a leitura em sala de aula, é desejável que se discutam com os alunos os movimentos que o autor faz no texto e a relação de proximidade ou de afastamento deste em relação àquilo que enuncia. Assim, espera-se que os alunos identifiquem como movimento de proximidade, com expressão de opinião do autor, a seguinte passagem:

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Leia o texto para responder às questões de números 31 39.


Com “O Homem que Matou Dom Quixote”, Terry Gilliam segue fiel a seu cinema


O HOMEM QUE MATOU DOM QUIXOTE (THE MAN WHO KILLED DON QUIXOTE)


•  Classificação 12 anos

•  Elenco Jonathan Price, Adam Driver, Joana Ribeiro

•  Produção Bélgica, 2018

•  Direção Terry Gilliam


        Lutar contra moinhos de vento acreditando que combate gigantes é a ação mais conhecida de Dom Quixote. Assim como o personagem do romance de Cervantes, os filmes de Terry Gilliam se encontram no limiar entre o que os olhos veem e o que a imaginação enxerga.

        “O Homem que Matou Dom Quixote” dá um fecho à epopeia do cineasta, iniciada 30 anos atrás, quando ele começou o projeto de uma livre adaptação do clássico espanhol.

        A produção naufragou após uma sucessão quase irreal de problemas – registrada no documentário “Perdido em La Mancha” (2002) – que fizeram Gilliam abandonar o sonho.

        O longa finalmente concluído sobrepõe um tanto de ficção inspirada nas peripécias do romance a outro tanto de documentário, em seu modo de crônica aloprada do que é fazer cinema. Gilliam se projeta no personagem de Toby (Adam Driver), cineasta com síndrome de grandeza que retorna à Espanha para dirigir um filme publicitário.

        Entediado com o trabalho de encomenda, ele parte em busca do passado, quando filmou na mesma região uma adaptação barata do “Dom Quixote”.

        O motivo do cineasta em crise remete ao “Oito e Meio” de Fellini, mas Gilliam, ainda bem, nem tenta se equiparar ao mestre. Toby logo assume o lugar de Sancho, o pançudo companheiro que faz o papel de testemunha e contrapõe alguma lucidez aos delírios do Quixote.

        Este reencarna na figura de um sapateiro, tipo comum escolhido por Toby para protagonizar seu filme juvenil, mas que um dia entrou e não saiu do personagem. Jonathan Price, formidável, se encarrega de transformar o zé ninguém em paradigma dos que preferem viver no mundo da lua.

        A partir desse material, Gilliam embaralha situações realistas, memórias e sonhos para afirmar a contiguidade entre criação artística e imaginação, a mesma ponte que o levou a projetar seu espírito delirante nas figuras do Barão de Munchausen, dos Irmãos Grimm e do jornalista gonzo Hunter S. Thompson.

        O reflexo dessa autoimagem do artista como variação do louco aparece, contudo, menos no personagem do criador em crise que na do próprio Quixote, cujos devaneios ultrapassam qualquer realidade. “Santo ou insano?” é uma pergunta que Toby faz ao Quixote mais de uma vez.

        O espírito picaresco e farsesco da obra de Cervantes acompanha cada peripécia da dupla e ajuda o filme a não ser uma adaptação para iniciados. A narrativa em forma de episódios ajusta-se bem à atenção flutuante do público atual e apenas a duração da apoteótica sequência de uma festa à fantasia vai além da conta.

        Apesar de quase ter sido morto por Dom Quixote, Gilliam prossegue fiel a seu cinema como arte do desastre.

(Cássio Starling Carlos, Ilustrada. https://www1.folha.uol.com.br. 06.06.2019. Adaptado)

De acordo com Koch e Elias (2011), “não devemos nos esquecer de que a constante interação entre o conteúdo do texto e o leitor é regulada também pela intenção com que lemos o texto, pelos objetivos da leitura”. Dessa forma, considerando-se o suporte textual em que o texto foi produzido, conclui-se que o seu objetivo de leitura é

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O HOMEM QUE MATOU DOM QUIXOTE (THE MAN WHO KILLED DON QUIXOTE)


•  Classificação 12 anos

•  Elenco Jonathan Price, Adam Driver, Joana Ribeiro

•  Produção Bélgica, 2018

•  Direção Terry Gilliam


        Lutar contra moinhos de vento acreditando que combate gigantes é a ação mais conhecida de Dom Quixote. Assim como o personagem do romance de Cervantes, os filmes de Terry Gilliam se encontram no limiar entre o que os olhos veem e o que a imaginação enxerga.

        “O Homem que Matou Dom Quixote” dá um fecho à epopeia do cineasta, iniciada 30 anos atrás, quando ele começou o projeto de uma livre adaptação do clássico espanhol.

        A produção naufragou após uma sucessão quase irreal de problemas – registrada no documentário “Perdido em La Mancha” (2002) – que fizeram Gilliam abandonar o sonho.

        O longa finalmente concluído sobrepõe um tanto de ficção inspirada nas peripécias do romance a outro tanto de documentário, em seu modo de crônica aloprada do que é fazer cinema. Gilliam se projeta no personagem de Toby (Adam Driver), cineasta com síndrome de grandeza que retorna à Espanha para dirigir um filme publicitário.

        Entediado com o trabalho de encomenda, ele parte em busca do passado, quando filmou na mesma região uma adaptação barata do “Dom Quixote”.

        O motivo do cineasta em crise remete ao “Oito e Meio” de Fellini, mas Gilliam, ainda bem, nem tenta se equiparar ao mestre. Toby logo assume o lugar de Sancho, o pançudo companheiro que faz o papel de testemunha e contrapõe alguma lucidez aos delírios do Quixote.

        Este reencarna na figura de um sapateiro, tipo comum escolhido por Toby para protagonizar seu filme juvenil, mas que um dia entrou e não saiu do personagem. Jonathan Price, formidável, se encarrega de transformar o zé ninguém em paradigma dos que preferem viver no mundo da lua.

        A partir desse material, Gilliam embaralha situações realistas, memórias e sonhos para afirmar a contiguidade entre criação artística e imaginação, a mesma ponte que o levou a projetar seu espírito delirante nas figuras do Barão de Munchausen, dos Irmãos Grimm e do jornalista gonzo Hunter S. Thompson.

        O reflexo dessa autoimagem do artista como variação do louco aparece, contudo, menos no personagem do criador em crise que na do próprio Quixote, cujos devaneios ultrapassam qualquer realidade. “Santo ou insano?” é uma pergunta que Toby faz ao Quixote mais de uma vez.

        O espírito picaresco e farsesco da obra de Cervantes acompanha cada peripécia da dupla e ajuda o filme a não ser uma adaptação para iniciados. A narrativa em forma de episódios ajusta-se bem à atenção flutuante do público atual e apenas a duração da apoteótica sequência de uma festa à fantasia vai além da conta.

        Apesar de quase ter sido morto por Dom Quixote, Gilliam prossegue fiel a seu cinema como arte do desastre.

(Cássio Starling Carlos, Ilustrada. https://www1.folha.uol.com.br. 06.06.2019. Adaptado)

De acordo com o primeiro parágrafo do texto, a opção do autor para introduzir o assunto baseia-se em uma

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