Questões de concursos

Filtrado por:
As alterações serão aplicadas ao filtrar.
1331 questões encontradas
Texto associado
Ao considerar inconstitucional o assédio judicial contra jornalistas e veículos de comunicação, o Supremo Tribunal Federal (STF) contribuiu para preservar a liberdade de imprensa, pilar fundamental de qualquer democracia. Esse assédio acontece quando contrariados por reportagens impetram ações judiciais em série em diferentes locais contra jornalistas ou empresas, com o objetivo de constrangê-los, onerá-los ou impedi-los de exercer a profissão.
Os ministros decidiram que, quando ficar caracterizado o assédio judicial, o alvo das ações poderá solicitar à Justiça a reunião de todas na cidade onde mora. A pulverização por diferentes comarcas, geralmente orquestrada, é estratégia infelizmente comum para intimidar jornalistas. Eles são obrigados a se deslocar para acompanhar audiências, muitas vezes em cidades distantes. Se não comparecem, as ações podem ser julgadas à revelia.
Os que tentam cercear a imprensa por meio dessa prática se aproveitam de um instrumento democrático legítimo, os Juizados Especiais Cíveis (JECs), que surgiram para facilitar o acesso do cidadão à Justiça. O problema não está nos JECs, mas no abuso deles para perseguir o jornalismo.
O ministro Edson Fachin afirmou que a decisão trata “de evitar os efeitos nefastos da restauração indireta de um procedimento de censura e autocensura”. A ministra Cármen Lúcia ressaltou o papel da liberdade de informação na democracia: “Assédio judicial contra jornalista tem sim um diferencial, porque a imprensa tem um diferencial no seu desempenho. A democracia é caudatária de uma imprensa livre e independente”.
Essa decisão do STF é importante para assegurar a liberdade de imprensa. Profissionais e veículos de comunicação acossados por uma infinidade de ações — cujo único objetivo é retaliar reportagens investigativas e seus autores — poderiam se sentir intimidados na hora de apurar e noticiar fatos de interesse público que desagradem a certos grupos. Ao estabelecer que jornalistas só têm responsabilidade civil em “caso inequívoco de dolo ou culpa grave”, a Corte também desestimula ações de reparação destinadas a restringir o trabalho do jornalismo profissional. Uma imprensa sem mordaças é condição inegociável de toda democracia.
(O Globo. Editorial: STF reafirma liberdade de imprensa ao coibir assédio judicial a jornalistas. 25/05/2024. Adaptado)

Considere o trecho do 5º parágrafo: 

  • • Essa decisão do STF é importante para assegurar a liberdade de imprensa. Profissionais e veículos de comunicação acossados por uma infinidade de ações (...) poderiam se sentir intimidados na hora de apurar e noticiar fatos de interesse público que desagradem a certos grupos. 

Mantendo o sentido original, as duas frases do trecho poderiam ser unidas pela conjunção

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando comentários dos alunos...
Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.
Texto associado
Ao considerar inconstitucional o assédio judicial contra jornalistas e veículos de comunicação, o Supremo Tribunal Federal (STF) contribuiu para preservar a liberdade de imprensa, pilar fundamental de qualquer democracia. Esse assédio acontece quando contrariados por reportagens impetram ações judiciais em série em diferentes locais contra jornalistas ou empresas, com o objetivo de constrangê-los, onerá-los ou impedi-los de exercer a profissão.
Os ministros decidiram que, quando ficar caracterizado o assédio judicial, o alvo das ações poderá solicitar à Justiça a reunião de todas na cidade onde mora. A pulverização por diferentes comarcas, geralmente orquestrada, é estratégia infelizmente comum para intimidar jornalistas. Eles são obrigados a se deslocar para acompanhar audiências, muitas vezes em cidades distantes. Se não comparecem, as ações podem ser julgadas à revelia.
Os que tentam cercear a imprensa por meio dessa prática se aproveitam de um instrumento democrático legítimo, os Juizados Especiais Cíveis (JECs), que surgiram para facilitar o acesso do cidadão à Justiça. O problema não está nos JECs, mas no abuso deles para perseguir o jornalismo.
O ministro Edson Fachin afirmou que a decisão trata “de evitar os efeitos nefastos da restauração indireta de um procedimento de censura e autocensura”. A ministra Cármen Lúcia ressaltou o papel da liberdade de informação na democracia: “Assédio judicial contra jornalista tem sim um diferencial, porque a imprensa tem um diferencial no seu desempenho. A democracia é caudatária de uma imprensa livre e independente”.
Essa decisão do STF é importante para assegurar a liberdade de imprensa. Profissionais e veículos de comunicação acossados por uma infinidade de ações — cujo único objetivo é retaliar reportagens investigativas e seus autores — poderiam se sentir intimidados na hora de apurar e noticiar fatos de interesse público que desagradem a certos grupos. Ao estabelecer que jornalistas só têm responsabilidade civil em “caso inequívoco de dolo ou culpa grave”, a Corte também desestimula ações de reparação destinadas a restringir o trabalho do jornalismo profissional. Uma imprensa sem mordaças é condição inegociável de toda democracia.
(O Globo. Editorial: STF reafirma liberdade de imprensa ao coibir assédio judicial a jornalistas. 25/05/2024. Adaptado)

Considere os trechos a seguir. 

• … ações judiciais em série em diferentes locais contra jornalistas ou empresas, com o objetivo de constrangê-los, onerá-los ou impedi-los de exercer a profissão. (1º parágrafo) 

• Os que tentam cercear a imprensa por meio dessa prática se aproveitam de um instrumento democrático legítimo... (3º parágrafo) 

Os termos destacados têm, respectivamente, como sinônimos:

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando comentários dos alunos...
Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.
Texto associado
Ao considerar inconstitucional o assédio judicial contra jornalistas e veículos de comunicação, o Supremo Tribunal Federal (STF) contribuiu para preservar a liberdade de imprensa, pilar fundamental de qualquer democracia. Esse assédio acontece quando contrariados por reportagens impetram ações judiciais em série em diferentes locais contra jornalistas ou empresas, com o objetivo de constrangê-los, onerá-los ou impedi-los de exercer a profissão.
Os ministros decidiram que, quando ficar caracterizado o assédio judicial, o alvo das ações poderá solicitar à Justiça a reunião de todas na cidade onde mora. A pulverização por diferentes comarcas, geralmente orquestrada, é estratégia infelizmente comum para intimidar jornalistas. Eles são obrigados a se deslocar para acompanhar audiências, muitas vezes em cidades distantes. Se não comparecem, as ações podem ser julgadas à revelia.
Os que tentam cercear a imprensa por meio dessa prática se aproveitam de um instrumento democrático legítimo, os Juizados Especiais Cíveis (JECs), que surgiram para facilitar o acesso do cidadão à Justiça. O problema não está nos JECs, mas no abuso deles para perseguir o jornalismo.
O ministro Edson Fachin afirmou que a decisão trata “de evitar os efeitos nefastos da restauração indireta de um procedimento de censura e autocensura”. A ministra Cármen Lúcia ressaltou o papel da liberdade de informação na democracia: “Assédio judicial contra jornalista tem sim um diferencial, porque a imprensa tem um diferencial no seu desempenho. A democracia é caudatária de uma imprensa livre e independente”.
Essa decisão do STF é importante para assegurar a liberdade de imprensa. Profissionais e veículos de comunicação acossados por uma infinidade de ações — cujo único objetivo é retaliar reportagens investigativas e seus autores — poderiam se sentir intimidados na hora de apurar e noticiar fatos de interesse público que desagradem a certos grupos. Ao estabelecer que jornalistas só têm responsabilidade civil em “caso inequívoco de dolo ou culpa grave”, a Corte também desestimula ações de reparação destinadas a restringir o trabalho do jornalismo profissional. Uma imprensa sem mordaças é condição inegociável de toda democracia.
(O Globo. Editorial: STF reafirma liberdade de imprensa ao coibir assédio judicial a jornalistas. 25/05/2024. Adaptado)

Assinale a alternativa em que os dois trechos expressam a opinião do jornal a respeito do tema tratado.

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando comentários dos alunos...
Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.
Texto associado
Ao considerar inconstitucional o assédio judicial contra jornalistas e veículos de comunicação, o Supremo Tribunal Federal (STF) contribuiu para preservar a liberdade de imprensa, pilar fundamental de qualquer democracia. Esse assédio acontece quando contrariados por reportagens impetram ações judiciais em série em diferentes locais contra jornalistas ou empresas, com o objetivo de constrangê-los, onerá-los ou impedi-los de exercer a profissão.
Os ministros decidiram que, quando ficar caracterizado o assédio judicial, o alvo das ações poderá solicitar à Justiça a reunião de todas na cidade onde mora. A pulverização por diferentes comarcas, geralmente orquestrada, é estratégia infelizmente comum para intimidar jornalistas. Eles são obrigados a se deslocar para acompanhar audiências, muitas vezes em cidades distantes. Se não comparecem, as ações podem ser julgadas à revelia.
Os que tentam cercear a imprensa por meio dessa prática se aproveitam de um instrumento democrático legítimo, os Juizados Especiais Cíveis (JECs), que surgiram para facilitar o acesso do cidadão à Justiça. O problema não está nos JECs, mas no abuso deles para perseguir o jornalismo.
O ministro Edson Fachin afirmou que a decisão trata “de evitar os efeitos nefastos da restauração indireta de um procedimento de censura e autocensura”. A ministra Cármen Lúcia ressaltou o papel da liberdade de informação na democracia: “Assédio judicial contra jornalista tem sim um diferencial, porque a imprensa tem um diferencial no seu desempenho. A democracia é caudatária de uma imprensa livre e independente”.
Essa decisão do STF é importante para assegurar a liberdade de imprensa. Profissionais e veículos de comunicação acossados por uma infinidade de ações — cujo único objetivo é retaliar reportagens investigativas e seus autores — poderiam se sentir intimidados na hora de apurar e noticiar fatos de interesse público que desagradem a certos grupos. Ao estabelecer que jornalistas só têm responsabilidade civil em “caso inequívoco de dolo ou culpa grave”, a Corte também desestimula ações de reparação destinadas a restringir o trabalho do jornalismo profissional. Uma imprensa sem mordaças é condição inegociável de toda democracia.
(O Globo. Editorial: STF reafirma liberdade de imprensa ao coibir assédio judicial a jornalistas. 25/05/2024. Adaptado)

Com base nas informações do texto, é correto afirmar que a decisão do STF

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando comentários dos alunos...
Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.
Texto associado

Assinale a alternativa em que a frase – Eu vou sentir o peso da lei – (1º quadro) foi reescrita em conformidade com a norma-padrão de emprego e colocação pronominal.

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando comentários dos alunos...
Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.
Texto associado

A partir da leitura da tira, é correto afirmar que seu efeito de humor deriva, sobretudo,

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando comentários dos alunos...
Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.
Texto associado
Na história recente da educação, é comum ouvir a respeito de distúrbios, transtornos, dificuldades ou problemas de aprendizagem para designar os alunos que não apresentam o desenvolvimento esperado. A introdução de tais termos no cotidiano das pessoas tem gerado uma crescente banalização deles, de modo que as pessoas que deles se valem nem sempre têm conhecimento de seu significado.
A expressão “distúrbios de aprendizagem” se refere claramente a um quadro patológico gerado por uma alteração drástica na ordem natural do processo de aprendizagem, estando o problema diretamente centrado no aluno, ou seja, naquele que aprende ou, nesse caso, deveria aprender. A utilização desse e de termos semelhantes atribui um problema médico, um diagnóstico de doença e de cunho unicamente biológico ao aluno que apresenta dificuldades em relação ao seu processo de aprendizado, excluindo os demais fatores que podem, muitas vezes, estar presentes e interferir no processo de ensino e aprendizagem.
É comum ainda, no ambiente escolar, entre os professores, haver comentários acerca dos seus alunos considerados diferentes, passando suas impressões e percepções a respeito deles para outros professores, que podem acabar assumindo aquelas opiniões como verdades absolutas e inquestionáveis, pautando suas ações perante aquele aluno pelas informações advindas de outros professores, o que a psicóloga e pesquisadora Maria Helena de Souza Patto nomeou como “profecias autorrealizadoras”.
(Débora Cristina Fonseca; Paula Emmerich Maldonado. Distúrbios de aprendizagem e fracasso escolar na visão de professores e licenciandos. In: Psicologia da Educação. no 50, São Paulo jan./jun. 2020. Adaptado)

No trecho – É comum ainda, no ambiente escolar, entre os professores, haver comentários acerca dos seus alunos considerados diferentes… – (3º parágrafo), a expressão destacada pode ser substituída, em conformidade com a norma-padrão e sem prejuízo do sentido original, por:

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando comentários dos alunos...
Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.
Texto associado
Na história recente da educação, é comum ouvir a respeito de distúrbios, transtornos, dificuldades ou problemas de aprendizagem para designar os alunos que não apresentam o desenvolvimento esperado. A introdução de tais termos no cotidiano das pessoas tem gerado uma crescente banalização deles, de modo que as pessoas que deles se valem nem sempre têm conhecimento de seu significado.
A expressão “distúrbios de aprendizagem” se refere claramente a um quadro patológico gerado por uma alteração drástica na ordem natural do processo de aprendizagem, estando o problema diretamente centrado no aluno, ou seja, naquele que aprende ou, nesse caso, deveria aprender. A utilização desse e de termos semelhantes atribui um problema médico, um diagnóstico de doença e de cunho unicamente biológico ao aluno que apresenta dificuldades em relação ao seu processo de aprendizado, excluindo os demais fatores que podem, muitas vezes, estar presentes e interferir no processo de ensino e aprendizagem.
É comum ainda, no ambiente escolar, entre os professores, haver comentários acerca dos seus alunos considerados diferentes, passando suas impressões e percepções a respeito deles para outros professores, que podem acabar assumindo aquelas opiniões como verdades absolutas e inquestionáveis, pautando suas ações perante aquele aluno pelas informações advindas de outros professores, o que a psicóloga e pesquisadora Maria Helena de Souza Patto nomeou como “profecias autorrealizadoras”.
(Débora Cristina Fonseca; Paula Emmerich Maldonado. Distúrbios de aprendizagem e fracasso escolar na visão de professores e licenciandos. In: Psicologia da Educação. no 50, São Paulo jan./jun. 2020. Adaptado)

Assinale a alternativa em que um trecho do texto foi reescrito em conformidade com a norma-padrão de concordância.

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando comentários dos alunos...
Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.
Texto associado
Na história recente da educação, é comum ouvir a respeito de distúrbios, transtornos, dificuldades ou problemas de aprendizagem para designar os alunos que não apresentam o desenvolvimento esperado. A introdução de tais termos no cotidiano das pessoas tem gerado uma crescente banalização deles, de modo que as pessoas que deles se valem nem sempre têm conhecimento de seu significado.
A expressão “distúrbios de aprendizagem” se refere claramente a um quadro patológico gerado por uma alteração drástica na ordem natural do processo de aprendizagem, estando o problema diretamente centrado no aluno, ou seja, naquele que aprende ou, nesse caso, deveria aprender. A utilização desse e de termos semelhantes atribui um problema médico, um diagnóstico de doença e de cunho unicamente biológico ao aluno que apresenta dificuldades em relação ao seu processo de aprendizado, excluindo os demais fatores que podem, muitas vezes, estar presentes e interferir no processo de ensino e aprendizagem.
É comum ainda, no ambiente escolar, entre os professores, haver comentários acerca dos seus alunos considerados diferentes, passando suas impressões e percepções a respeito deles para outros professores, que podem acabar assumindo aquelas opiniões como verdades absolutas e inquestionáveis, pautando suas ações perante aquele aluno pelas informações advindas de outros professores, o que a psicóloga e pesquisadora Maria Helena de Souza Patto nomeou como “profecias autorrealizadoras”.
(Débora Cristina Fonseca; Paula Emmerich Maldonado. Distúrbios de aprendizagem e fracasso escolar na visão de professores e licenciandos. In: Psicologia da Educação. no 50, São Paulo jan./jun. 2020. Adaptado)

Assinale a alternativa em que o termo destacado foi empregado em sentido figurado.

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando comentários dos alunos...
Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.

Em – ... a brisa é mais úmida; o ar, mais pesado... – (2º parágrafo), a vírgula foi empregada pelo mesmo motivo pelo qual foi empregada em:

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando comentários dos alunos...
Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.