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Questões de concursos
Caderno de questões
20 questão(ões) desta página · Impresso em 22/09/2026
A Lei nº
9.394/1996, que estabelece as diretrizes e bases
da educação nacional (LDB), estabelece em seu artigo
26, § 3º
, que a educação física, integrada à proposta pedagógica da escola, é componente curricular obrigatório
da educação básica, sendo sua prática facultativa ao aluno
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Conforme previsto no artigo 136, parágrafo único, do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº
8.069/1990),
se, no exercício de suas atribuições, o Conselho Tutelar
entender necessário o afastamento do convívio familiar,
comunicará incontinenti o fato
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Nos termos do artigo 208 da Constituição da República
Federativa do Brasil, o dever do Estado com a educação
será efetivado mediante a garantia de
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Em seu livro A Prática Educativa – Como ensinar, Zabala
aborda o papel do espaço, considerando que a estrutura
física das escolas, os espaços de que dispõem e como
são utilizados correspondem a uma ideia muito clara do
que deve ser o ensino. Contudo, conforme aponta o autor, a utilização do espaço começa a ser um tema problemático quando o protagonismo do ensino se desloca do
professor para o aluno, isto é,
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Para Weisz, quando a prática do professor está carregada da convicção de que seu papel é o de corrigir, fica claro que aprender significaria trocar repostas erradas por
respostas certas. Todavia, quando se compreende que
o papel do professor é o de atuar para que os alunos
transformem seus esquemas de interpretação, o erro ganha um novo contorno. Relativamente à intervenção do
professor sobre o erro, a autora entende que
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Na obra Aprender a ler e a escrever – uma proposta construtivista, Teberosky e Colomer enfatizam a relação entre
as estratégias da escrita e as estratégias de produção de
textos, bem como que o conhecimento sobre os textos
pode preceder o conhecimento da escrita, isto é, a competência com textos é influenciada pelas experiências
culturais das crianças pequenas com livros e leitores.
Conforme expõem as autoras, uma série de pesquisas
indica que os textos que são apresentados para reescrita
se transformam em um modelo gerador. Nesse contexto,
segundo Teberosky e Colomer, a reescrita
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Como o ser humano é um ser social, a educação é condição para o crescimento e o desenvolvimento da criança. La Taille afirma que as renovações pedagógicas, “ao
procurar adequar o ensino ao interesse dos alunos, buscam o impulso motivacional que ajuda a fazer projetos
e crescer; ao procurar uma aprendizagem significativa,
respeitam a inteligência da criança e a ajudam na paulatina construção do conhecimento. Todavia, quando restringem o interesse à mera motivação passageira, ao aprender brincando, ao assistir a aulas agradáveis, ao invés de
estimular a criança a se desenvolver, referendam suas
motivações mais primitivas”. Com isso, segundo o autor,
quando as renovações pedagógicas confundem aprendizagem significativa com infantilização e desfiguração dos
conteúdos,
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Salles e Faria relatam uma proposta de trabalho com
um grupo de crianças de 4 e 5 anos: “[a professora] lia
a história de uma festa no céu para a qual o sapo não
tinha sido convidado. Após a leitura, algumas crianças
passam a fazer comentários sobre a história contada,
relacionando-a com outras narrativas que tinham sapos
como personagens [...]. Uma menina, que permaneceu
calada durante a leitura da história e que parecia um pouco desligada, no momento em que os demais faziam comentários, perguntou: por que o sapo não mora na água
salgada?”. As autoras comentam que a pergunta poderia ter sido ignorada ou respondida rapidamente, mas
se tornou objeto de interesse pelas crianças quando a
professora devolveu a pergunta ao grupo, pedindo-lhes
que desenhassem o que achavam que aconteceria se o
sapo morasse no mar. Os desenhos buscavam explicitar
as hipóteses das crianças, sendo então planejadas em
conjunto com as crianças e realizadas por cerca de um
mês atividades vinculadas à questão colocada. Essas atividades caracterizam o que as autoras denominam
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Perrenoud menciona que a escola trata todos os alunos
como iguais em direitos e deveres, ao passo que eles
estão desigualmente dispostos e preparados a tirar partido de uma formação padrão. Para ele, a reprovação é
uma diferenciação rudimentar, que degrada a autoestima
e se mostra globalmente pouco eficaz. Perrenoud propõe ciclos de aprendizagem, associando-os à luta contra
o fracasso escolar por meio de pedagogia diferenciada,
insistindo sobre uma ruptura com os recortes em anos,
sobre novas formas de avaliação, sobre a distância a
tomar dos programas e da padronização dos percursos.
Tais ciclos de aprendizagem, segundo o autor, ficariam
sob responsabilidade
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No livro Didática da Matemática: reflexões psicopedagógicas, as autoras trazem diferentes situações de investigação com crianças. Em uma dessas situações, o pesquisador mostra os números 25 e 31 para duas crianças
e questiona: “Qual é o mais alto?”. Guillermo (6 anos,
primeira série) responde: “Este [apontando para o 31]”.
Já Yael responde: “A mim me parece que é este [apontando para o 25], porque tem um dois e um cinco e este
[apontando para o 31] tem um três e um um. Maiores são
estes números [mostrando os algarismos de 25]”. Sobre
essa situação, pode-se concluir que
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A didática ocupa-se de estudar o aluno, o professor, o
saber e as inter-relações entre esses componentes dentro de um contexto caracterizado pela intencionalidade
de incidir em conhecimentos anteriores dos alunos para
fazê-los progredir. No livro Ensinar matemática na Educação Infantil e nas séries iniciais: análise e propostas,
Moreno afirma que, dentro da didática da matemática, o
eixo central é a resolução de problemas. Com base na
autora, entendem-se por problemas dentro da didática da
matemática situações
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Uma cena comum em nossas escolas são os estudantes
procurando suas notas em murais ou quadros de avisos.
De um modo geral, são os resultados de final de ano ou
de bimestre que irão informá-los sobre possíveis recuperações ou reprovações. Considerando o documento
Indagações sobre currículo: currículo e avaliação, pode-se inferir que a avaliação de que trata essa cena
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No livro Educação Infantil: fundamentos e métodos,
Zilma de Oliveira aponta para a necessidade de se estabelecer uma aproximação com as famílias. Para isso, a
autora entende que
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Em Escrever e ler: como as crianças aprendem e como o
professor pode ensiná-las a escrever e a ler, os autores
lembram que a escola foi criada para homogeneizar e
adaptar as crianças a um modelo social dominante, mas
hoje se exige da escola um avanço para a integração e
para uma cultura da diversidade, que viva as diferenças
como uma riqueza, não como obstáculo. O objetivo, segundo os autores, é que
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Machado narra, em Educação Especial na Escola Inclusiva: Políticas, Paradigmas e Práticas, sua experiência à
frente da Coordenação de Educação Especial da Secretaria Municipal de Educação de Florianópolis/SC, implantando, naquela rede municipal de ensino, novos serviços
de educação especial e modificando os que já existiam.
Segundo a autora, se a concepção educacional é inclusiva,
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No livro Ler e escrever na escola: o real, o possível e o
necessário, Lerner dedica um capítulo para discutir como
transformar o ensino da leitura e da escrita na escola.
A autora apresenta desafios que implicam uma mudança profunda nas práticas escolares. Segundo Lerner, um
desses desafios é
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Em Ciência, arte e jogo: projetos e atividades lúdicas na
educação infantil, o educador encontra inúmeras possibilidades de práticas pedagógicas. Em um dos projetos
relatados, Klisys retrata que a criança, por meio do faz
de conta, da repetição e da brincadeira, entra em contato com aquilo que estuda formalmente. Nesse sentido,
quando o professor coloca em prática uma abordagem
lúdica, vislumbra-se uma forma de trabalhar que considera os espaços para brincar integrados e articulados aos
espaços de aprendizagem. Assim, a autora defende que
o universo científico está intrinsecamente relacionado ao
universo lúdico, sendo urgente que a escola de Educação Infantil assuma uma concepção de ensino
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Em seu capítulo no livro Jogo, brinquedo, brincadeira e
a educação, Marina Célia Moraes Dias discute a contraposição entre um ensino supostamente racional e um
ensino estético, sensorial, expressivo, verbal e não verbal. Em sua visão, as escolas usualmente dicotomizam e
reduzem os caminhos de apreensão do mundo em uma
aprendizagem mecânica e em relações congeladas. Para
a autora, a escola precisaria resgatar o trabalho com a
imaginação material, preocupando-se com a construção
de sistemas de representação, o que possibilitaria a construção do pensamento e a aquisição do conhecimento.
Assim, Dias defende que, na construção da linguagem
e do pensamento, a seguinte figura exerce papel-chave:
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O desenho é uma linguagem que atravessa diferentes
tempos históricos da humanidade. Iavelberg cunhou a
expressão “desenho cultivado”, que, influenciado pela
cultura, mantém seu epicentro na criança. Por essa perspectiva, a autora traz exemplos de situações que favorecem a aprendizagem de desenho na sala de aula, dentre
eles
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A educação infantil, em seu processo histórico, caracterizou-se por uma visão assistencialista e, mais recentemente, tem sido pensada propriamente dentro da seara
educacional. Nessa trajetória, muitas pesquisas foram
realizadas e muito se avançou em diversas discussões,
a exemplo da questão do espaço. Diferentes concepções
pedagógicas podem ser observadas no modo como se
organizam os materiais e móveis e no modo como as
crianças e adultos interagem e ocupam o espaço. Nesse sentido, Horn destaca que a organização do espaço
físico na educação infantil em cantos, em zonas semiabertas, pode constituir-se para alguns educadores como
uma forma de controle por meio de arranjos espaciais,
pois o professor observa e controla as ações das crianças sem ser o centro da prática pedagógica. A partir da
reflexão sobre a organização do espaço em cantos na
educação infantil, a autora conclui que a organização da
sala de aula dessa forma
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