Questões de concursos

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49 questões encontradas

Em uma escola, há 2 professores de Português, ambos de mesma eficiência, que juntos conseguem corrigir 50 redações em 6 horas. Para corrigir 90 redações, mais um professor, com a mesma eficiência dos outros 2, irá juntar-se à dupla.

Dessa forma, o tempo necessário para que esses 3 professores corrijam 90 redações será de

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Um colégio realizou um simulado de Matemática para os alunos do 2º e do 3º anos do Ensino Médio, no qual se inscreveram 120 alunos, de modo que a razão do número de alunos do 2º ano para o número de alunos do 3º ano foi 23 . No dia do simulado, determinado número de alunos do 2º ano não compareceu e todos os alunos do 3º ano que se inscreveram estavam presentes, de modo que a razão do número de alunos do 2º ano para o número de alunos do 3º ano que compareceram ao simulado foi 59 . 

O número de alunos do 2º ano que não compareceram ao simulado foi igual a:

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Em uma empresa, o número de estagiários era 20% do número de funcionários contratados. Após a contratação de 60% desses estagiários, essa empresa passou a ter 28 funcionários contratados. 

O número de estagiários contratados foi igual a:

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Uma folha de papel-cartão com 66 cm de comprimento por 48 cm de largura foi totalmente dividida em quadradinhos iguais e de maior lado possível.

Sabendo que 78  desses quadradinhos foram utilizados na confecção de um mosaico, o número de quadradinhos não utilizados foi igual a:

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Uma professora preparou determinado número de fichas coloridas para uma atividade pedagógica, sendo que 35  dessas fichas eram azuis. Entre as demais fichas, 34  eram amarelas e as outras 15 fichas eram verdes. 

O número de fichas amarelas era igual a:

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Considere o texto a seguir.

A decisão do STF diz respeito ______ que se convencionou chamar de “assédio judicial” e visa ______ a Constituição, segundo ______ qual está assegurado o direito a informação confiável. 

Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas.

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Texto associado
Ao considerar inconstitucional o assédio judicial contra jornalistas e veículos de comunicação, o Supremo Tribunal Federal (STF) contribuiu para preservar a liberdade de imprensa, pilar fundamental de qualquer democracia. Esse assédio acontece quando contrariados por reportagens impetram ações judiciais em série em diferentes locais contra jornalistas ou empresas, com o objetivo de constrangê-los, onerá-los ou impedi-los de exercer a profissão.
Os ministros decidiram que, quando ficar caracterizado o assédio judicial, o alvo das ações poderá solicitar à Justiça a reunião de todas na cidade onde mora. A pulverização por diferentes comarcas, geralmente orquestrada, é estratégia infelizmente comum para intimidar jornalistas. Eles são obrigados a se deslocar para acompanhar audiências, muitas vezes em cidades distantes. Se não comparecem, as ações podem ser julgadas à revelia.
Os que tentam cercear a imprensa por meio dessa prática se aproveitam de um instrumento democrático legítimo, os Juizados Especiais Cíveis (JECs), que surgiram para facilitar o acesso do cidadão à Justiça. O problema não está nos JECs, mas no abuso deles para perseguir o jornalismo.
O ministro Edson Fachin afirmou que a decisão trata “de evitar os efeitos nefastos da restauração indireta de um procedimento de censura e autocensura”. A ministra Cármen Lúcia ressaltou o papel da liberdade de informação na democracia: “Assédio judicial contra jornalista tem sim um diferencial, porque a imprensa tem um diferencial no seu desempenho. A democracia é caudatária de uma imprensa livre e independente”.
Essa decisão do STF é importante para assegurar a liberdade de imprensa. Profissionais e veículos de comunicação acossados por uma infinidade de ações — cujo único objetivo é retaliar reportagens investigativas e seus autores — poderiam se sentir intimidados na hora de apurar e noticiar fatos de interesse público que desagradem a certos grupos. Ao estabelecer que jornalistas só têm responsabilidade civil em “caso inequívoco de dolo ou culpa grave”, a Corte também desestimula ações de reparação destinadas a restringir o trabalho do jornalismo profissional. Uma imprensa sem mordaças é condição inegociável de toda democracia.
(O Globo. Editorial: STF reafirma liberdade de imprensa ao coibir assédio judicial a jornalistas. 25/05/2024. Adaptado)

Considere o trecho do 5º parágrafo: 

  • • Essa decisão do STF é importante para assegurar a liberdade de imprensa. Profissionais e veículos de comunicação acossados por uma infinidade de ações (...) poderiam se sentir intimidados na hora de apurar e noticiar fatos de interesse público que desagradem a certos grupos. 

Mantendo o sentido original, as duas frases do trecho poderiam ser unidas pela conjunção

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Texto associado
Ao considerar inconstitucional o assédio judicial contra jornalistas e veículos de comunicação, o Supremo Tribunal Federal (STF) contribuiu para preservar a liberdade de imprensa, pilar fundamental de qualquer democracia. Esse assédio acontece quando contrariados por reportagens impetram ações judiciais em série em diferentes locais contra jornalistas ou empresas, com o objetivo de constrangê-los, onerá-los ou impedi-los de exercer a profissão.
Os ministros decidiram que, quando ficar caracterizado o assédio judicial, o alvo das ações poderá solicitar à Justiça a reunião de todas na cidade onde mora. A pulverização por diferentes comarcas, geralmente orquestrada, é estratégia infelizmente comum para intimidar jornalistas. Eles são obrigados a se deslocar para acompanhar audiências, muitas vezes em cidades distantes. Se não comparecem, as ações podem ser julgadas à revelia.
Os que tentam cercear a imprensa por meio dessa prática se aproveitam de um instrumento democrático legítimo, os Juizados Especiais Cíveis (JECs), que surgiram para facilitar o acesso do cidadão à Justiça. O problema não está nos JECs, mas no abuso deles para perseguir o jornalismo.
O ministro Edson Fachin afirmou que a decisão trata “de evitar os efeitos nefastos da restauração indireta de um procedimento de censura e autocensura”. A ministra Cármen Lúcia ressaltou o papel da liberdade de informação na democracia: “Assédio judicial contra jornalista tem sim um diferencial, porque a imprensa tem um diferencial no seu desempenho. A democracia é caudatária de uma imprensa livre e independente”.
Essa decisão do STF é importante para assegurar a liberdade de imprensa. Profissionais e veículos de comunicação acossados por uma infinidade de ações — cujo único objetivo é retaliar reportagens investigativas e seus autores — poderiam se sentir intimidados na hora de apurar e noticiar fatos de interesse público que desagradem a certos grupos. Ao estabelecer que jornalistas só têm responsabilidade civil em “caso inequívoco de dolo ou culpa grave”, a Corte também desestimula ações de reparação destinadas a restringir o trabalho do jornalismo profissional. Uma imprensa sem mordaças é condição inegociável de toda democracia.
(O Globo. Editorial: STF reafirma liberdade de imprensa ao coibir assédio judicial a jornalistas. 25/05/2024. Adaptado)

Considere os trechos a seguir. 

• … ações judiciais em série em diferentes locais contra jornalistas ou empresas, com o objetivo de constrangê-los, onerá-los ou impedi-los de exercer a profissão. (1º parágrafo) 

• Os que tentam cercear a imprensa por meio dessa prática se aproveitam de um instrumento democrático legítimo... (3º parágrafo) 

Os termos destacados têm, respectivamente, como sinônimos:

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Ao considerar inconstitucional o assédio judicial contra jornalistas e veículos de comunicação, o Supremo Tribunal Federal (STF) contribuiu para preservar a liberdade de imprensa, pilar fundamental de qualquer democracia. Esse assédio acontece quando contrariados por reportagens impetram ações judiciais em série em diferentes locais contra jornalistas ou empresas, com o objetivo de constrangê-los, onerá-los ou impedi-los de exercer a profissão.
Os ministros decidiram que, quando ficar caracterizado o assédio judicial, o alvo das ações poderá solicitar à Justiça a reunião de todas na cidade onde mora. A pulverização por diferentes comarcas, geralmente orquestrada, é estratégia infelizmente comum para intimidar jornalistas. Eles são obrigados a se deslocar para acompanhar audiências, muitas vezes em cidades distantes. Se não comparecem, as ações podem ser julgadas à revelia.
Os que tentam cercear a imprensa por meio dessa prática se aproveitam de um instrumento democrático legítimo, os Juizados Especiais Cíveis (JECs), que surgiram para facilitar o acesso do cidadão à Justiça. O problema não está nos JECs, mas no abuso deles para perseguir o jornalismo.
O ministro Edson Fachin afirmou que a decisão trata “de evitar os efeitos nefastos da restauração indireta de um procedimento de censura e autocensura”. A ministra Cármen Lúcia ressaltou o papel da liberdade de informação na democracia: “Assédio judicial contra jornalista tem sim um diferencial, porque a imprensa tem um diferencial no seu desempenho. A democracia é caudatária de uma imprensa livre e independente”.
Essa decisão do STF é importante para assegurar a liberdade de imprensa. Profissionais e veículos de comunicação acossados por uma infinidade de ações — cujo único objetivo é retaliar reportagens investigativas e seus autores — poderiam se sentir intimidados na hora de apurar e noticiar fatos de interesse público que desagradem a certos grupos. Ao estabelecer que jornalistas só têm responsabilidade civil em “caso inequívoco de dolo ou culpa grave”, a Corte também desestimula ações de reparação destinadas a restringir o trabalho do jornalismo profissional. Uma imprensa sem mordaças é condição inegociável de toda democracia.
(O Globo. Editorial: STF reafirma liberdade de imprensa ao coibir assédio judicial a jornalistas. 25/05/2024. Adaptado)

Assinale a alternativa em que os dois trechos expressam a opinião do jornal a respeito do tema tratado.

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O ministro Edson Fachin afirmou que a decisão trata “de evitar os efeitos nefastos da restauração indireta de um procedimento de censura e autocensura”. A ministra Cármen Lúcia ressaltou o papel da liberdade de informação na democracia: “Assédio judicial contra jornalista tem sim um diferencial, porque a imprensa tem um diferencial no seu desempenho. A democracia é caudatária de uma imprensa livre e independente”.
Essa decisão do STF é importante para assegurar a liberdade de imprensa. Profissionais e veículos de comunicação acossados por uma infinidade de ações — cujo único objetivo é retaliar reportagens investigativas e seus autores — poderiam se sentir intimidados na hora de apurar e noticiar fatos de interesse público que desagradem a certos grupos. Ao estabelecer que jornalistas só têm responsabilidade civil em “caso inequívoco de dolo ou culpa grave”, a Corte também desestimula ações de reparação destinadas a restringir o trabalho do jornalismo profissional. Uma imprensa sem mordaças é condição inegociável de toda democracia.
(O Globo. Editorial: STF reafirma liberdade de imprensa ao coibir assédio judicial a jornalistas. 25/05/2024. Adaptado)

Com base nas informações do texto, é correto afirmar que a decisão do STF

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