Perrenoud menciona que a escola trata todos os alunos
como iguais em direitos e deveres, ao passo que eles
estão desigualmente dispostos e preparados a tirar partido de uma formação padrão. Para ele, a reprovação é
uma diferenciação rudimentar, que degrada a autoestima
e se mostra globalmente pouco eficaz. Perrenoud propõe ciclos de aprendizagem, associando-os à luta contra
o fracasso escolar por meio de pedagogia diferenciada,
insistindo sobre uma ruptura com os recortes em anos,
sobre novas formas de avaliação, sobre a distância a
tomar dos programas e da padronização dos percursos.
Tais ciclos de aprendizagem, segundo o autor, ficariam
sob responsabilidade