Uma loja de doces dispõe de 63 barrinhas de chocolate e 78 barrinhas de cereais. Essa loja fará embalagens
promocionais, colocando em cada uma delas o mesmo
número de barrinhas, e na maior quantidade possível,
de modo que não sobre barrinha alguma fora das embalagens. Cada embalagem não poderá ter barrinhas de
cereais e de chocolate juntas. Nessas condições, o maior
número de embalagens que poderão ser feitas é
Em uma gaveta, há determinada quantidade de lápis de cera que serão colocados em caixinhas, cada uma delas
com o mesmo número de lápis. Se em cada caixinha forem colocados 8 lápis, ou 10 lápis, ou 12 lápis, sempre
restarão 3 lápis na gaveta. O menor número de lápis de
cera que há nessa gaveta é
Marta comprou 6 lápis, cada um deles no valor de
R$ 1,30, e 5 canetas iguais. Essa compra foi paga com
uma nota de R$ 50,00, e o troco recebido foi de R$ 17,70.
O valor de um lápis mais uma caneta é igual a
Em uma loja de brinquedos educativos, há 36 jogos de
tabuleiro. Desse total, 4/9 são jogos com números, 14 são
jogos com letras e palavras, e os demais jogos envolvem
outras áreas do conhecimento. Em relação ao número
total de jogos de tabuleiro dessa loja, aqueles que envolvem outras áreas do conhecimento correspondem à
fração:
Uma pessoa comprou um caderno, uma agenda e um
fichário. O valor do caderno era R$ 2,00 mais caro do
que a metade do valor da agenda, e o fichário custava
R$ 6,00 a mais do que o caderno. Se a valor da agenda era R$ 20,00, o valor total da compra feita por essa
pessoa foi
Leia o texto para responder às questões de números 12 a 15.
O substituto da vida
Quando meu instrumento de trabalho era a máquina de escrever, eu me sentava a ela, punha uma folha de papel no rolo, escrevia o que tinha de escrever, lia o que escrevera e fazia eventuais emendas. Relia-o para ver se era aquilo mesmo, fechava a máquina, entregava a matéria e ia à vida.
Se já trabalhasse em casa, ao terminar de escrever, eu fechava a máquina e abria um livro, escutava um disco, dava um pulo rapidinho à praia, ia ao Centro da cidade varejar sebos. Só reabria a máquina no dia seguinte.
Hoje, diante do computador, termino de produzir um texto, vou à lista de mensagens para saber quem me escreveu, deleto mensagens inúteis, respondo às que precisam de resposta, entro em jornais e revistas on-line, interesso-me por várias matérias e vou abrindo-as uma a uma. Quando me dou conta, já é noite lá fora e não saí da frente da tela.
Com o smartphone seria pior ainda. Ele substituiu a caneta, o bloco, a agenda, o telefone, o rádio, a TV – a vida. É por isso que nem lhe chego perto: temo que ele me substitua também.
(Ruy Castro. A arte de querer bem. Rio de Janeiro: Estação Brasil, 2018)
Assinale a alternativa em que a redação escrita a partir
do texto atende à norma-padrão de concordância da língua portuguesa.
Leia o texto para responder às questões de números 12 a 15.
O substituto da vida
Quando meu instrumento de trabalho era a máquina de escrever, eu me sentava a ela, punha uma folha de papel no rolo, escrevia o que tinha de escrever, lia o que escrevera e fazia eventuais emendas. Relia-o para ver se era aquilo mesmo, fechava a máquina, entregava a matéria e ia à vida.
Se já trabalhasse em casa, ao terminar de escrever, eu fechava a máquina e abria um livro, escutava um disco, dava um pulo rapidinho à praia, ia ao Centro da cidade varejar sebos. Só reabria a máquina no dia seguinte.
Hoje, diante do computador, termino de produzir um texto, vou à lista de mensagens para saber quem me escreveu, deleto mensagens inúteis, respondo às que precisam de resposta, entro em jornais e revistas on-line, interesso-me por várias matérias e vou abrindo-as uma a uma. Quando me dou conta, já é noite lá fora e não saí da frente da tela.
Com o smartphone seria pior ainda. Ele substituiu a caneta, o bloco, a agenda, o telefone, o rádio, a TV – a vida. É por isso que nem lhe chego perto: temo que ele me substitua também.
(Ruy Castro. A arte de querer bem. Rio de Janeiro: Estação Brasil, 2018)
Entre as frases que completam a redação a seguir, aquela em que o acento indicativo da crase está em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa é:
Quando encontrava dificuldade para operar o computador, recorria
Leia o texto para responder às questões de números 12 a 15.
O substituto da vida
Quando meu instrumento de trabalho era a máquina de escrever, eu me sentava a ela, punha uma folha de papel no rolo, escrevia o que tinha de escrever, lia o que escrevera e fazia eventuais emendas. Relia-o para ver se era aquilo mesmo, fechava a máquina, entregava a matéria e ia à vida.
Se já trabalhasse em casa, ao terminar de escrever, eu fechava a máquina e abria um livro, escutava um disco, dava um pulo rapidinho à praia, ia ao Centro da cidade varejar sebos. Só reabria a máquina no dia seguinte.
Hoje, diante do computador, termino de produzir um texto, vou à lista de mensagens para saber quem me escreveu, deleto mensagens inúteis, respondo às que precisam de resposta, entro em jornais e revistas on-line, interesso-me por várias matérias e vou abrindo-as uma a uma. Quando me dou conta, já é noite lá fora e não saí da frente da tela.
Com o smartphone seria pior ainda. Ele substituiu a caneta, o bloco, a agenda, o telefone, o rádio, a TV – a vida. É por isso que nem lhe chego perto: temo que ele me substitua também.
(Ruy Castro. A arte de querer bem. Rio de Janeiro: Estação Brasil, 2018)
A reescrita da passagem do último parágrafo – É por isso
que nem lhe chego perto: temo que ele me substitua também. – permanece com a relação de sentido estabelecida pelos dois-pontos (:) conservada em:
Leia o texto para responder às questões de números 12 a 15.
O substituto da vida
Quando meu instrumento de trabalho era a máquina de escrever, eu me sentava a ela, punha uma folha de papel no rolo, escrevia o que tinha de escrever, lia o que escrevera e fazia eventuais emendas. Relia-o para ver se era aquilo mesmo, fechava a máquina, entregava a matéria e ia à vida.
Se já trabalhasse em casa, ao terminar de escrever, eu fechava a máquina e abria um livro, escutava um disco, dava um pulo rapidinho à praia, ia ao Centro da cidade varejar sebos. Só reabria a máquina no dia seguinte.
Hoje, diante do computador, termino de produzir um texto, vou à lista de mensagens para saber quem me escreveu, deleto mensagens inúteis, respondo às que precisam de resposta, entro em jornais e revistas on-line, interesso-me por várias matérias e vou abrindo-as uma a uma. Quando me dou conta, já é noite lá fora e não saí da frente da tela.
Com o smartphone seria pior ainda. Ele substituiu a caneta, o bloco, a agenda, o telefone, o rádio, a TV – a vida. É por isso que nem lhe chego perto: temo que ele me substitua também.
(Ruy Castro. A arte de querer bem. Rio de Janeiro: Estação Brasil, 2018)
De acordo com o autor, a substituição da máquina de
escrever pelo computador
Com a expansão do acesso à escrita, __________________________ os indivíduos em uma importante ferramenta para disseminação do conhecimento então produzido, __________________________ intensamente como meio de transmissão da cultura e do pensamento humano. Sendo a linguagem um fenômeno social, as transformações culturais __________________________ novos aspectos, __________________________ , em suas formas oral e escrita, às novas necessidades de comunicação.
Em conformidade com a norma-padrão de regência e de uso dos pronomes, as lacunas do texto devem ser preenchidas, correta e respectivamente, com: