Luckesi, na obra Avaliação da Aprendizagem (2005), com foco na sala de aula, na escola, apresenta os múltiplos aspectos da avaliação, diferencia avaliar e examinar, relaciona avaliação da aprendizagem e democratização do ensino e, também, planejamento e avaliação. Com foco na avaliação de sistema, mereceram destaque, no trabalho de Bonamino e Sousa (2012), as três gerações de avaliação da educação básica no Brasil, sendo, a primeira geração, a que consistiu na avaliação diagnóstica da qualidade da educação, sem atribuição de consequências diretas para as escolas e para o currículo escolar. A segunda e a terceira gerações já apresentam potencial para propiciar uma discussão sobre o currículo escolar, em termos das habilidades fundamentais de leitura e matemática, que ainda não têm sido garantidas a todos os alunos. De acordo com essa análise, para Bonamino e Sousa, a Prova Brasil se enquadra na segunda geração de avaliação, que parece estar reforçando
Fernandes e Freitas (2008) abordam a relação entre currículo e avaliação e destacam que a avaliação é uma atividade que envolve legitimidade técnica e legitimidade política na sua realização. A legitimidade técnica é conferida pela formação profissional do professor e do diretor, os quais devem, também, estabelecer e respeitar princípios e critérios refletidos coletivamente, referenciados no projeto político-pedagógico, na proposta curricular e em suas convicções acerca do papel social que desempenha a educação escolar. Este é o lado da legitimação política do processo de avaliação e que envolve o coletivo da escola. Os autores ressaltam, ainda, os três tipos de avaliação: o da aprendizagem dos alunos, o da instituição e o do sistema escolar. No tocante à avaliação da aprendizagem, Fernandes e Freitas exploram os vários aspectos da avaliação formativa e da somativa, bem como os da reprovação escolar. Sobre essa última questão, merece destaque a obra de Paro (2021), quando discute a progressão continuada e propõe o estudo da resistência dos docentes à implantação
Ao apresentar os vários aspectos sobre currículo, Vasconcellos (2002) reconhece a importância de entender as preocupações clássicas na área do currículo (necessidades, objetivos educacionais, seleção, organização e distribuição dos conteúdos, metodologias, relacionamentos, avaliação), mas aponta que essas preocupações precisam ser ampliadas. Vasconcellos enfatiza que não se pode conceber contemporaneamente uma reflexão sobre currículo que não leve em conta a questão
As diferentes concepções de currículo expressam formas de concretização das intenções pedagógicas. Para Veiga (2008), o currículo é um importante elemento constitutivo da organização escolar. “Currículo implica, necessariamente, a interação entre sujeitos que têm um mesmo objetivo e a opção por um referencial teórico que o sustente”. Ao abordar as questões sobre currículo, ela destaca, ainda, que o conhecimento escolar é dinâmico e não uma mera simplificação do conhecimento científico que seria adequado à faixa etária e aos interesses dos alunos. Diante dessa afirmação, Veiga ressalta a necessidade de se promover,
O movimento Escola Nova, surgido no final do século XIX, representou uma mudança importante nas concepções de ensino e aprendizagem. Em comparação com a pedagogia tradicional, o escolanovismo defendia que:
Leia as frases a seguir, extraídas do livro Metodologia do Ensino de Ciências, de Demétrio Delizoicov e José André Angotti.
A criança considera que os fatos que a rodeiam são necessariamente provocados, da mesma forma que aqueles que ela consegue realizar (_____________).
A criança considera que os fenômenos que a rodeiam são provocados com um fim predeterminado(___________).
Na primeira infância, a criança não se diferencia bem de seu meio: seu referencial único é ela própria(________).
A criança considera o mundo à sua imagem, animado como ela mesma (_________).
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas do texto, na ordem em que aparecem:
Valendo-se do pensamento de Vygotsky, Roseli Fontana diz que é no curso da relações sociais, ou seja, atividades interpessoais,
que os indivíduos produzem, apropriam-se (de) e transformam as diferentes atividades práticas e simbólicas em circulação na sociedade em que vivem. À reconstrução interna de uma operação externa Vygotsky dá o nome de
No documento Conselho Escolar e a relação entre a escola e o desenvolvimento com igualdade social, Márcia Aguiar afirma que o Conselho Escolar, ao atuar plenamente, no sentido de contribuir com a ampliação das oportunidades de aprendizagens dos estudantes, não só se fortalece como instância de controle social, como também auxilia a escola pública no cumprimento de sua função social. De acordo com o referido documento, o Conselho Escolar deve
A inclusão escolar exige da escola novos posicionamentos. Nesse sentido, Maria Teresa Mantoan (2001) assevera que um dos entraves na implementação da inclusão, dentre outros, é
Ladislau Dowbor, em Educação e apropriação da realidade local, assevera que a geração de conhecimentos sobre a realidade local e a promoção de uma atitude proativa para o desenvolvimento fazem parte evidente de uma educação que pode se tornar instrumento científico e pedagógico da transformação local. Sobre a globalização e o desenvolvimento local, o autor entende que