A inclusão escolar exige da escola novos posicionamentos. Nesse sentido, Maria Teresa Mantoan (2001) assevera que um dos entraves na implementação da inclusão, dentre outros, é
Ladislau Dowbor, em Educação e apropriação da realidade local, assevera que a geração de conhecimentos sobre a realidade local e a promoção de uma atitude proativa para o desenvolvimento fazem parte evidente de uma educação que pode se tornar instrumento científico e pedagógico da transformação local. Sobre a globalização e o desenvolvimento local, o autor entende que
José Contreras conceitua a autonomia profissional de acordo com três modelos de professores: especialista técnico, profissional reflexivo e intelectual crítico. Para o autor, a concepção de autonomia do profissional reflexivo é a autonomia como
Considere o trecho.
“[...] a criança desta fase não concebe tais regras como um contrato firmado entre jogadores, mas sim como algo sagrado e imutável pois imposto pela ‘tradição’. E, a fortiori, não concebe a si própria como possível legisladora, ou seja, como possível inventora de regras que possam ser, por mútuo acordo, legitimadas coletivamente”.
(DE LA TAILLE, Y., OLIVEIRA, M.K.; DANTAS, H. Piaget, Vygotsky, Wallon: teorias psicogenéticas em discussão)
De acordo com a concepção de Piaget, o trecho exemplifica o conceito de:
Leia atentamente o excerto a seguir:
“Não basta que a escola esteja aberta; é preciso que esteja preparada para acolher e acompanhar as trajetórias reais dos sujeitos, muitas vezes marcadas pela pobreza, pelo trabalho precoce e por múltiplas exclusões.”
ARROYO, Miguel González. Imagens quebradas: trajetórias e tempos de alunos e mestres. Petrópolis: Vozes, 2004.
Nesse contexto, para Arroyo (2004), é CORRETO afirmar que garantir a permanência dos estudantes implica:
Conforme Teresinha Rios, é tarefa da escola, enquanto instituição social,
Lerner (2002) afirma que a preparação dos professores centrada no processo de alfabetização envolvem questões essenciais, que precisam ser asseguradas na formação docente, tais como:
Weisz (2000) faz uma retrospectiva histórica sobre a formação continuada dos docentes e as ações dos sistemas de ensino voltadas a essa questão. Com fundamento nas idéias da autora, é correto afirmar que
Uma escola pública de ensino fundamental estava em péssimas condições de conservação: depredada, com restos de mobiliários e lixo espalhados pelos diversos ambientes e pichações. Um ambiente totalmente abandonado. O Diretor não conseguia fazer com que a comunidade escolar colaborasse com a preservação do espaço público, transformando a escola em um ambiente agradável.
À luz das reflexões propostas por Lenise Garcia e sua afirmação de que o tratamento dado ao ambiente escolar caracteriza a visão das pessoas que ali trabalham e pode ser parte importante na formação dos alunos, cabe à escola desenvolver um trabalho
Hoffman afirma que o paradigma de avaliação que se opõe ao paradigma sentencioso e classificatório é denominado de avaliação mediadora, que tem como objetivo