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Encontradas 1031 questões

“Se um jogador de futebol não treina, logo é taxado de preguiçoso. O escritor tem que treinar igualmente para jogar bem em seu livro.” (Fabrício Carpinejar)

Na interpretação do sentido figurado no pensamento acima, é correto afirmar que:

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Leia o texto a seguir para responder às questões de 01 a 03.


Admirável mundo novo


        Hoje é dia 29 de janeiro de 2059, data em que completo meus 80 anos de vida. Acordo com o barulho dos meus robôs de limpeza que, devidamente programados, iniciam as tarefas 7h da manhã.

        Por algum motivo recordo da que chamamos hoje de “a grande pandemia”, ocorrida nos primeiros anos da década de 20... talvez por lembrar que meus primeiros robôs de limpeza – meros protótipos dos fantásticos limpadores de hoje – foram adquiridos em 2020, ano icônico em que tudo começou e que nem imaginávamos o quanto mudaria a forma de vermos o mundo dali para frente.

        Na época eu era jovem – apesar de me achar velha – e arrogante como a maioria dos jovens, pensava que o mundo simplesmente não poderia ser diferente do que já havia sido! Eu já tinha vivido 41 anos nele daquele mesmo jeito, como ele (o mundo) ousava ser diferente? Mas, como diz aquele velho ditado, “O homem planeja, Deus ri”..., e foi exatamente assim que aconteceu: tudo que havíamos minuciosamente planejado foi por água abaixo, tudo que havíamos escolhido para nossas vidas teve que ser reinventado e a adaptação ao admirável mundo novo que surgia no horizonte foi condição necessária para continuarmos vivendo. (...)

        Mas, passou... Quase 30 anos depois podemos olhar para trás e perceber que – apesar de muitos continuarem vivendo sua vida do mesmo jeito e terem passado desapercebidamente por toda a grande pandemia – a maioria de nós tem um olhar muito mais sensível, apurado e crítico sobre a humanidade, percebendo que todos somos um só e que – por mais nojento que isso possa parecer – a barata habita em mim e eu habito na barata (e em todos os seres do universo).

        Desculpem as divagações dessa senhora de meia idade – sim, pois ainda tenho uns 50 anos pela frente, a expectativa de vida aumentou muito nos últimos tempos! Mas agora irei levantar, fazer minha yoga, meditação e iniciar minhas atividades laborais – realizadas de dentro da minha casa, desde aqueles longínquos anos 20...


TORRES, Ana Carolina Tavares. Admirável mundo novo: uma crônica sobre futuro e esperança. Disponível em <https://www.linkedin.com/pulse/admir%C3% A1vel-mundo-novo-uma-cr%C3%B4nicasobre-futuro-e-ana-carolina/>.

“Por algum motivo recordo da que chamamos hoje de ‘a grande pandemia’”

Na expressão destacada acima, a palavra “algum”:

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Admirável mundo novo


        Hoje é dia 29 de janeiro de 2059, data em que completo meus 80 anos de vida. Acordo com o barulho dos meus robôs de limpeza que, devidamente programados, iniciam as tarefas 7h da manhã.

        Por algum motivo recordo da que chamamos hoje de “a grande pandemia”, ocorrida nos primeiros anos da década de 20... talvez por lembrar que meus primeiros robôs de limpeza – meros protótipos dos fantásticos limpadores de hoje – foram adquiridos em 2020, ano icônico em que tudo começou e que nem imaginávamos o quanto mudaria a forma de vermos o mundo dali para frente.

        Na época eu era jovem – apesar de me achar velha – e arrogante como a maioria dos jovens, pensava que o mundo simplesmente não poderia ser diferente do que já havia sido! Eu já tinha vivido 41 anos nele daquele mesmo jeito, como ele (o mundo) ousava ser diferente? Mas, como diz aquele velho ditado, “O homem planeja, Deus ri”..., e foi exatamente assim que aconteceu: tudo que havíamos minuciosamente planejado foi por água abaixo, tudo que havíamos escolhido para nossas vidas teve que ser reinventado e a adaptação ao admirável mundo novo que surgia no horizonte foi condição necessária para continuarmos vivendo. (...)

        Mas, passou... Quase 30 anos depois podemos olhar para trás e perceber que – apesar de muitos continuarem vivendo sua vida do mesmo jeito e terem passado desapercebidamente por toda a grande pandemia – a maioria de nós tem um olhar muito mais sensível, apurado e crítico sobre a humanidade, percebendo que todos somos um só e que – por mais nojento que isso possa parecer – a barata habita em mim e eu habito na barata (e em todos os seres do universo).

        Desculpem as divagações dessa senhora de meia idade – sim, pois ainda tenho uns 50 anos pela frente, a expectativa de vida aumentou muito nos últimos tempos! Mas agora irei levantar, fazer minha yoga, meditação e iniciar minhas atividades laborais – realizadas de dentro da minha casa, desde aqueles longínquos anos 20...


TORRES, Ana Carolina Tavares. Admirável mundo novo: uma crônica sobre futuro e esperança. Disponível em <https://www.linkedin.com/pulse/admir%C3% A1vel-mundo-novo-uma-cr%C3%B4nicasobre-futuro-e-ana-carolina/>.

“Desculpem as divagações dessa senhora de meia idade”

A palavra destacada no trecho acima faz referência a que tipo de pensamentos?

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Leia o texto a seguir para responder às questões de 01 a 03.


Admirável mundo novo


        Hoje é dia 29 de janeiro de 2059, data em que completo meus 80 anos de vida. Acordo com o barulho dos meus robôs de limpeza que, devidamente programados, iniciam as tarefas 7h da manhã.

        Por algum motivo recordo da que chamamos hoje de “a grande pandemia”, ocorrida nos primeiros anos da década de 20... talvez por lembrar que meus primeiros robôs de limpeza – meros protótipos dos fantásticos limpadores de hoje – foram adquiridos em 2020, ano icônico em que tudo começou e que nem imaginávamos o quanto mudaria a forma de vermos o mundo dali para frente.

        Na época eu era jovem – apesar de me achar velha – e arrogante como a maioria dos jovens, pensava que o mundo simplesmente não poderia ser diferente do que já havia sido! Eu já tinha vivido 41 anos nele daquele mesmo jeito, como ele (o mundo) ousava ser diferente? Mas, como diz aquele velho ditado, “O homem planeja, Deus ri”..., e foi exatamente assim que aconteceu: tudo que havíamos minuciosamente planejado foi por água abaixo, tudo que havíamos escolhido para nossas vidas teve que ser reinventado e a adaptação ao admirável mundo novo que surgia no horizonte foi condição necessária para continuarmos vivendo. (...)

        Mas, passou... Quase 30 anos depois podemos olhar para trás e perceber que – apesar de muitos continuarem vivendo sua vida do mesmo jeito e terem passado desapercebidamente por toda a grande pandemia – a maioria de nós tem um olhar muito mais sensível, apurado e crítico sobre a humanidade, percebendo que todos somos um só e que – por mais nojento que isso possa parecer – a barata habita em mim e eu habito na barata (e em todos os seres do universo).

        Desculpem as divagações dessa senhora de meia idade – sim, pois ainda tenho uns 50 anos pela frente, a expectativa de vida aumentou muito nos últimos tempos! Mas agora irei levantar, fazer minha yoga, meditação e iniciar minhas atividades laborais – realizadas de dentro da minha casa, desde aqueles longínquos anos 20...


TORRES, Ana Carolina Tavares. Admirável mundo novo: uma crônica sobre futuro e esperança. Disponível em <https://www.linkedin.com/pulse/admir%C3% A1vel-mundo-novo-uma-cr%C3%B4nicasobre-futuro-e-ana-carolina/>.

É correto afirmar que o texto “Admirável mundo novo” narra acontecimentos a partir do(a): 

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Nabucodonosor

O nome do rei Nabucodonosor era belo e solene e lento como um cortejo religioso. Porém o povão, para abreviar, optou por chamar simplesmente de Bubu. É que o povo tem pressa porque a vida é curta, deslembrado de que, se passam rápidos os anos, podem ser longos os dias, as horas, os minutos. Tudo depende de como saboreá-los, degustando-os lentamente como faz um provador de vinhos. E como um vinho, a vida não deve ser bebida de um trago, senão a gente logo se embriaga e perde o precioso sabor de cada gole... E assim também é que um poema deve ser lido: lentamente, verso a verso, passo a passo – como quem está seguindo o cortejo do rei Nabucodonosor.

(Mario Quintana, Da preguiça como método de trabalho)

Para o poeta, a essência do poema implica:

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Identifique, nos excertos a seguir, aquele em que o vocábulo “o” ocorre como pronome demonstrativo.

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Menino dado

      — Quer esse menininho para o senhor? Pode levar.

      Aconteceu no Rio, como acontecem tantas coisas. O rapaz entrou no café da rua Luís de Camões e começou a oferecer o filho de seis meses. Em voz baixa, ao pé do ouvido, como esses vendedores clandestinos que nos propõem um relógio submersível. Com esta diferença: era dado, de presente. Uns não o levaram a sério, outros não acharam interessante a doação. Que iriam fazer com aquela coisinha exigente, boca aberta para mamar e devorar a escassa comida, corpo a vestir, pés a calçar, e mais dentista e médico e farmácia e colégio e tudo que custa um novo ser, em dinheiro e aflição?

      — Fique com ele. É muito bonzinho, não chora nem reclama. Não lhe cobro nada...

      Podia ser que fizesse aquilo em bem do menino, por um desses atos de renúncia que significam amor absoluto. O tom era sério, e a cara, angustiada. O rapaz era pobre, visivelmente. Mas todos ali o eram também, em graus diferentes. E a ninguém apetecia ganhar um bebê, ou, senão, quem nutria esse desejo o sofreava. Mesmo sem jamais ter folheado o Código Penal, toda gente sabe que carregar com filho dos outros dá cadeia, muita.

      Mas o pai insistia, com bons modos e boas razões: desempregado, abandonado pela mulher. O bebê, de olhinhos tranquilos, olhava sem reprovação para tudo. De fato, não era de reclamar, e parecia que ele próprio queria ser dado. Até que apareceu uma senhora gorda e topou o oferecimento:

      — Já tenho seis lá em casa, que mal faz inteirar sete? Moço, eu fico com ele.

      Disse mais que morava em Senador Camará, num sobradão assim assim, e lá se foi com o presente. O pai se esquecera de perguntarlhe o nome, ou preferia não saber. Nenhum papel escrito selara o ajuste; nem havia ajuste. Havia um bebê que mudou de mãos e agora começa a fazer falta ao pai.

      — Pra que fui dar esse menino? — interroga-se ele. Chega em casa e não sabe como explicar à mulher o que fizera. Porque não fora abandonado por ela; os dois tinham apenas brigado, e o marido, na vermelhidão da raiva, saíra com o filho para dá-lo a quem quisesse.

      A mulher nem teve tempo de brigar outra vez. Correram os dois em busca do menino dado, foram ao vago endereço, perguntaram pela vaga senhora. Não há notícia. No estirão do subúrbio, no estirão maior deste Rio, como pode um bebê fazer-se notar? E logo esse, manso de natureza, pronto a aceitar quaisquer pais que lhe deem, talvez na pré-consciência mágica de que pais deixaram de ter importância.

      E o pai volta ao café da rua Luís de Camões, interroga um e outro, nada: ninguém mais viu aquela senhora. Disposto a procurá-la por toda parte, ele anuncia:

      — Fico sem camisa, mas compro o menino pelo preço que ela quiser.


ANDRADE, C. D. Menino dado. Correio da Manhã. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/19403/menino-dado>. 

A segunda vírgula empregada em “O tom era sério, e a cara, angustiada” indica: 

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Menino dado

      — Quer esse menininho para o senhor? Pode levar.

      Aconteceu no Rio, como acontecem tantas coisas. O rapaz entrou no café da rua Luís de Camões e começou a oferecer o filho de seis meses. Em voz baixa, ao pé do ouvido, como esses vendedores clandestinos que nos propõem um relógio submersível. Com esta diferença: era dado, de presente. Uns não o levaram a sério, outros não acharam interessante a doação. Que iriam fazer com aquela coisinha exigente, boca aberta para mamar e devorar a escassa comida, corpo a vestir, pés a calçar, e mais dentista e médico e farmácia e colégio e tudo que custa um novo ser, em dinheiro e aflição?

      — Fique com ele. É muito bonzinho, não chora nem reclama. Não lhe cobro nada...

      Podia ser que fizesse aquilo em bem do menino, por um desses atos de renúncia que significam amor absoluto. O tom era sério, e a cara, angustiada. O rapaz era pobre, visivelmente. Mas todos ali o eram também, em graus diferentes. E a ninguém apetecia ganhar um bebê, ou, senão, quem nutria esse desejo o sofreava. Mesmo sem jamais ter folheado o Código Penal, toda gente sabe que carregar com filho dos outros dá cadeia, muita.

      Mas o pai insistia, com bons modos e boas razões: desempregado, abandonado pela mulher. O bebê, de olhinhos tranquilos, olhava sem reprovação para tudo. De fato, não era de reclamar, e parecia que ele próprio queria ser dado. Até que apareceu uma senhora gorda e topou o oferecimento:

      — Já tenho seis lá em casa, que mal faz inteirar sete? Moço, eu fico com ele.

      Disse mais que morava em Senador Camará, num sobradão assim assim, e lá se foi com o presente. O pai se esquecera de perguntarlhe o nome, ou preferia não saber. Nenhum papel escrito selara o ajuste; nem havia ajuste. Havia um bebê que mudou de mãos e agora começa a fazer falta ao pai.

      — Pra que fui dar esse menino? — interroga-se ele. Chega em casa e não sabe como explicar à mulher o que fizera. Porque não fora abandonado por ela; os dois tinham apenas brigado, e o marido, na vermelhidão da raiva, saíra com o filho para dá-lo a quem quisesse.

      A mulher nem teve tempo de brigar outra vez. Correram os dois em busca do menino dado, foram ao vago endereço, perguntaram pela vaga senhora. Não há notícia. No estirão do subúrbio, no estirão maior deste Rio, como pode um bebê fazer-se notar? E logo esse, manso de natureza, pronto a aceitar quaisquer pais que lhe deem, talvez na pré-consciência mágica de que pais deixaram de ter importância.

      E o pai volta ao café da rua Luís de Camões, interroga um e outro, nada: ninguém mais viu aquela senhora. Disposto a procurá-la por toda parte, ele anuncia:

      — Fico sem camisa, mas compro o menino pelo preço que ela quiser.


ANDRADE, C. D. Menino dado. Correio da Manhã. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/19403/menino-dado>. 

Observa-se a repetição da conjunção aditiva em “corpo a vestir, pés a calçar, e mais dentista e médico e farmácia e colégio e tudo que custa um novo ser, em dinheiro e aflição?” como um recurso estilístico do narrador. Esse recurso corresponde à figura de linguagem:

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      Aconteceu no Rio, como acontecem tantas coisas. O rapaz entrou no café da rua Luís de Camões e começou a oferecer o filho de seis meses. Em voz baixa, ao pé do ouvido, como esses vendedores clandestinos que nos propõem um relógio submersível. Com esta diferença: era dado, de presente. Uns não o levaram a sério, outros não acharam interessante a doação. Que iriam fazer com aquela coisinha exigente, boca aberta para mamar e devorar a escassa comida, corpo a vestir, pés a calçar, e mais dentista e médico e farmácia e colégio e tudo que custa um novo ser, em dinheiro e aflição?

      — Fique com ele. É muito bonzinho, não chora nem reclama. Não lhe cobro nada...

      Podia ser que fizesse aquilo em bem do menino, por um desses atos de renúncia que significam amor absoluto. O tom era sério, e a cara, angustiada. O rapaz era pobre, visivelmente. Mas todos ali o eram também, em graus diferentes. E a ninguém apetecia ganhar um bebê, ou, senão, quem nutria esse desejo o sofreava. Mesmo sem jamais ter folheado o Código Penal, toda gente sabe que carregar com filho dos outros dá cadeia, muita.

      Mas o pai insistia, com bons modos e boas razões: desempregado, abandonado pela mulher. O bebê, de olhinhos tranquilos, olhava sem reprovação para tudo. De fato, não era de reclamar, e parecia que ele próprio queria ser dado. Até que apareceu uma senhora gorda e topou o oferecimento:

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      Disse mais que morava em Senador Camará, num sobradão assim assim, e lá se foi com o presente. O pai se esquecera de perguntarlhe o nome, ou preferia não saber. Nenhum papel escrito selara o ajuste; nem havia ajuste. Havia um bebê que mudou de mãos e agora começa a fazer falta ao pai.

      — Pra que fui dar esse menino? — interroga-se ele. Chega em casa e não sabe como explicar à mulher o que fizera. Porque não fora abandonado por ela; os dois tinham apenas brigado, e o marido, na vermelhidão da raiva, saíra com o filho para dá-lo a quem quisesse.

      A mulher nem teve tempo de brigar outra vez. Correram os dois em busca do menino dado, foram ao vago endereço, perguntaram pela vaga senhora. Não há notícia. No estirão do subúrbio, no estirão maior deste Rio, como pode um bebê fazer-se notar? E logo esse, manso de natureza, pronto a aceitar quaisquer pais que lhe deem, talvez na pré-consciência mágica de que pais deixaram de ter importância.

      E o pai volta ao café da rua Luís de Camões, interroga um e outro, nada: ninguém mais viu aquela senhora. Disposto a procurá-la por toda parte, ele anuncia:

      — Fico sem camisa, mas compro o menino pelo preço que ela quiser.


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Depreende-se, com a leitura do texto, que: 

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Considere a frase abaixo:


Eles _______ de _______ para o salão de festas o quanto antes! Os noivos já _______ o serviço há vários dias!


Indique, dentre as opções abaixo, aquela cujas palavras preenchem, correta e respectivamente, os espaços vazios da frase acima:

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Indique, dentre as opções abaixo, o substantivo coletivo que pode ser usado para descrever um grupo de camelos: 

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Indique, dentre as opções abaixo, aquela em que a palavra destacada atua como advérbio na frase:

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'Fuga de jalecos': a onda de profissionais da saúde que trocam Brasil pelos EUA

 A enfermeira Thaysa Guimarães, de 32 anos, relata que já chegou a emendar sete plantões, ou mais de 96 horas de jornada seguidas, em seu trabalho em uma unidade de saúde pública em Goiás.

Mãe solteira de três filhos, ela concilia o emprego em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) na cidade de Anápolis com plantões algumas vezes por mês em um hospital universitário em Uberlândia, Minas Gerais. "Já cheguei a ter três empregos ao mesmo tempo para conseguir manter a renda da família - e mesmo assim fica tudo muito apertado", conta.

Por isso, assim que ficou sabendo que colegas de profissão estavam emigrando para os Estados Unidos com ofertas de salário atrativas em dólar, além de jornadas consideravelmente menores do que no Brasil, Thaysa se interessou imediatamente.

Após alguma pesquisa, descobriu que existe um mercado aberto nos EUA para trabalhadores da área da saúde dispostos a revalidar seus diplomas emitidos no exterior - e decidiu seguir o mesmo caminho.

"Tinha vontade de me mudar para os Estados Unidos desde que fiz uma viagem a turismo em 2019, mas só comecei a enxergar uma possibilidade real quando vários colegas deram entrada no processo e conseguiram arrumar emprego e visto", diz a goiana.

Segundo especialistas em imigração e profissionais ouvidos pela BBC News Brasil, uma grande oferta de vagas em hospitais e consultórios, somadas a salários atrativos, estão motivando uma onda recente de imigração de profissionais qualificados da área da saúde para terras norte-americanas.

(Julia Braun / BBC News Brasil em São Paulo – 13/05/2022) 

Considere o seguinte trecho, retirado do terceiro parágrafo do texto:


Por isso, assim que ficou sabendo que colegas de profissão estavam emigrando (...)


Sobre o termo destacado, é certo afirmar:

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 A enfermeira Thaysa Guimarães, de 32 anos, relata que já chegou a emendar sete plantões, ou mais de 96 horas de jornada seguidas, em seu trabalho em uma unidade de saúde pública em Goiás.

Mãe solteira de três filhos, ela concilia o emprego em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) na cidade de Anápolis com plantões algumas vezes por mês em um hospital universitário em Uberlândia, Minas Gerais. "Já cheguei a ter três empregos ao mesmo tempo para conseguir manter a renda da família - e mesmo assim fica tudo muito apertado", conta.

Por isso, assim que ficou sabendo que colegas de profissão estavam emigrando para os Estados Unidos com ofertas de salário atrativas em dólar, além de jornadas consideravelmente menores do que no Brasil, Thaysa se interessou imediatamente.

Após alguma pesquisa, descobriu que existe um mercado aberto nos EUA para trabalhadores da área da saúde dispostos a revalidar seus diplomas emitidos no exterior - e decidiu seguir o mesmo caminho.

"Tinha vontade de me mudar para os Estados Unidos desde que fiz uma viagem a turismo em 2019, mas só comecei a enxergar uma possibilidade real quando vários colegas deram entrada no processo e conseguiram arrumar emprego e visto", diz a goiana.

Segundo especialistas em imigração e profissionais ouvidos pela BBC News Brasil, uma grande oferta de vagas em hospitais e consultórios, somadas a salários atrativos, estão motivando uma onda recente de imigração de profissionais qualificados da área da saúde para terras norte-americanas.

(Julia Braun / BBC News Brasil em São Paulo – 13/05/2022) 

Considere o seguinte trecho, retirado do terceiro parágrafo do texto:


Por isso, assim que ficou sabendo que colegas de profissão estavam emigrando


Indique a opção que descreve, corretamente, como atua a expressão destacada no texto:

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 A enfermeira Thaysa Guimarães, de 32 anos, relata que já chegou a emendar sete plantões, ou mais de 96 horas de jornada seguidas, em seu trabalho em uma unidade de saúde pública em Goiás.

Mãe solteira de três filhos, ela concilia o emprego em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) na cidade de Anápolis com plantões algumas vezes por mês em um hospital universitário em Uberlândia, Minas Gerais. "Já cheguei a ter três empregos ao mesmo tempo para conseguir manter a renda da família - e mesmo assim fica tudo muito apertado", conta.

Por isso, assim que ficou sabendo que colegas de profissão estavam emigrando para os Estados Unidos com ofertas de salário atrativas em dólar, além de jornadas consideravelmente menores do que no Brasil, Thaysa se interessou imediatamente.

Após alguma pesquisa, descobriu que existe um mercado aberto nos EUA para trabalhadores da área da saúde dispostos a revalidar seus diplomas emitidos no exterior - e decidiu seguir o mesmo caminho.

"Tinha vontade de me mudar para os Estados Unidos desde que fiz uma viagem a turismo em 2019, mas só comecei a enxergar uma possibilidade real quando vários colegas deram entrada no processo e conseguiram arrumar emprego e visto", diz a goiana.

Segundo especialistas em imigração e profissionais ouvidos pela BBC News Brasil, uma grande oferta de vagas em hospitais e consultórios, somadas a salários atrativos, estão motivando uma onda recente de imigração de profissionais qualificados da área da saúde para terras norte-americanas.

(Julia Braun / BBC News Brasil em São Paulo – 13/05/2022) 

Considere o trecho abaixo, retirado do primeiro parágrafo do texto:

A enfermeira Thaysa Guimarães, de 32 anos, relata que já chegou a emendar sete plantões

Sobre o termo destacado, é certo afirmar:

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 A enfermeira Thaysa Guimarães, de 32 anos, relata que já chegou a emendar sete plantões, ou mais de 96 horas de jornada seguidas, em seu trabalho em uma unidade de saúde pública em Goiás.

Mãe solteira de três filhos, ela concilia o emprego em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) na cidade de Anápolis com plantões algumas vezes por mês em um hospital universitário em Uberlândia, Minas Gerais. "Já cheguei a ter três empregos ao mesmo tempo para conseguir manter a renda da família - e mesmo assim fica tudo muito apertado", conta.

Por isso, assim que ficou sabendo que colegas de profissão estavam emigrando para os Estados Unidos com ofertas de salário atrativas em dólar, além de jornadas consideravelmente menores do que no Brasil, Thaysa se interessou imediatamente.

Após alguma pesquisa, descobriu que existe um mercado aberto nos EUA para trabalhadores da área da saúde dispostos a revalidar seus diplomas emitidos no exterior - e decidiu seguir o mesmo caminho.

"Tinha vontade de me mudar para os Estados Unidos desde que fiz uma viagem a turismo em 2019, mas só comecei a enxergar uma possibilidade real quando vários colegas deram entrada no processo e conseguiram arrumar emprego e visto", diz a goiana.

Segundo especialistas em imigração e profissionais ouvidos pela BBC News Brasil, uma grande oferta de vagas em hospitais e consultórios, somadas a salários atrativos, estão motivando uma onda recente de imigração de profissionais qualificados da área da saúde para terras norte-americanas.

(Julia Braun / BBC News Brasil em São Paulo – 13/05/2022) 

Considere os dizeres da enfermeira Thaysa Guimarães, no segundo parágrafo do texto:

        "Já cheguei a ter três empregos ao mesmo tempo para conseguir manter a renda da família - e mesmo assim fica tudo muito apertado", conta.

        Indique, dentre as opções abaixo, aquela que descreve corretamente o sentido do trecho destacado: 

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        'Fuga de jalecos': a onda de profissionais da saúde que trocam Brasil pelos EUA

         A enfermeira Thaysa Guimarães, de 32 anos, relata que já chegou a emendar sete plantões, ou mais de 96 horas de jornada seguidas, em seu trabalho em uma unidade de saúde pública em Goiás.

        Mãe solteira de três filhos, ela concilia o emprego em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) na cidade de Anápolis com plantões algumas vezes por mês em um hospital universitário em Uberlândia, Minas Gerais. "Já cheguei a ter três empregos ao mesmo tempo para conseguir manter a renda da família - e mesmo assim fica tudo muito apertado", conta.

        Por isso, assim que ficou sabendo que colegas de profissão estavam emigrando para os Estados Unidos com ofertas de salário atrativas em dólar, além de jornadas consideravelmente menores do que no Brasil, Thaysa se interessou imediatamente.

        Após alguma pesquisa, descobriu que existe um mercado aberto nos EUA para trabalhadores da área da saúde dispostos a revalidar seus diplomas emitidos no exterior - e decidiu seguir o mesmo caminho.

        "Tinha vontade de me mudar para os Estados Unidos desde que fiz uma viagem a turismo em 2019, mas só comecei a enxergar uma possibilidade real quando vários colegas deram entrada no processo e conseguiram arrumar emprego e visto", diz a goiana.

        Segundo especialistas em imigração e profissionais ouvidos pela BBC News Brasil, uma grande oferta de vagas em hospitais e consultórios, somadas a salários atrativos, estão motivando uma onda recente de imigração de profissionais qualificados da área da saúde para terras norte-americanas.

        (Julia Braun / BBC News Brasil em São Paulo – 13/05/2022) 

        Indique a opção que descreve, de forma correta, o que é afirmado no texto:

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        'Fuga de jalecos': a onda de profissionais da saúde que trocam Brasil pelos EUA

         A enfermeira Thaysa Guimarães, de 32 anos, relata que já chegou a emendar sete plantões, ou mais de 96 horas de jornada seguidas, em seu trabalho em uma unidade de saúde pública em Goiás.

        Mãe solteira de três filhos, ela concilia o emprego em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) na cidade de Anápolis com plantões algumas vezes por mês em um hospital universitário em Uberlândia, Minas Gerais. "Já cheguei a ter três empregos ao mesmo tempo para conseguir manter a renda da família - e mesmo assim fica tudo muito apertado", conta.

        Por isso, assim que ficou sabendo que colegas de profissão estavam emigrando para os Estados Unidos com ofertas de salário atrativas em dólar, além de jornadas consideravelmente menores do que no Brasil, Thaysa se interessou imediatamente.

        Após alguma pesquisa, descobriu que existe um mercado aberto nos EUA para trabalhadores da área da saúde dispostos a revalidar seus diplomas emitidos no exterior - e decidiu seguir o mesmo caminho.

        "Tinha vontade de me mudar para os Estados Unidos desde que fiz uma viagem a turismo em 2019, mas só comecei a enxergar uma possibilidade real quando vários colegas deram entrada no processo e conseguiram arrumar emprego e visto", diz a goiana.

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        (Julia Braun / BBC News Brasil em São Paulo – 13/05/2022) 

        Indique a opção que descreve, de forma incorreta, o que é afirmado no texto: 

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        A fala final do garoto revela que

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        DETALHES QUE FAZEM A DIFERENÇA


                Fazer a diferença na vida das pessoas é uma vontade comum. Só que muitas vezes acreditamos que para isso precisamos de grandes atos, que exigem tempo e esforço e então sempre acabamos deixando para depois, para “a hora certa”.

                “Se é verdade que as pessoas nos ganham nos detalhes, é verdade também que é nos detalhes que elas nos perdem”, escreveu a escritora Andréa Behegaray.

                Não importa se no casamento, no trabalho, no namoro ou nas relações sociais, não há relacionamento que não se desgaste e são os detalhes que acabam fazendo a diferença. Conviver com os outros requer atenção e cuidados frequentes, o que poucos parecem estar dispostos a oferecer tanto quanto se precisa. Cada detalhe conta, cada pedacinho vazio faz falta, cada vacilo tem seu peso e pode colocar tudo a perder.

                De acordo com Elaine Blum, escritora e dramaturga, “o mundo é salvo todos os dias por pequenos gestos. Diminutos, invisíveis. O mundo é salvo pelo avesso da importância. Pelo antônimo da evidência. O mundo é salvo por um olhar, que envolve e afaga. Abarca. Resgata. Reconhece. Salva”.

                Sempre estamos cheios de serviço, de estudo, de trabalho, de compromissos que não se relacionam à nossa vida afetiva. E sobra pouquíssimo tempo para nos debruçarmos sobre o que realmente importa, para ficarmos perto de quem nos ama de verdade, para alimentarmos nossa alma. Corremos atrás das contas, dos boletos, da manutenção da casa, do carro, das roupas. Enquanto isso, esquecidos ficam os remendos sentimentais que esvaziam, pouco a pouco, nossa carga afetiva. “Não procure felicidade na superfície, ela está enraizada nas miudezas, nos pequenos gestos de ternura”, aconselha a escritora Edna Frigato.

        (Gisele Bortoleto, Revista Be Bem-estar, 19.05.2019. Adaptado) 

        O trecho do 5º parágrafo iniciado pela expressão “Enquanto isso” expressa, na associação com o trecho precedente, a ideia de

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