Questões de Português

Resolva questões de concursos de Português, explore os principais assuntos e filtre por banca, órgão, cargo e ano.

Filtrado por:
As alterações serão aplicadas ao filtrar.
Encontradas 1060 questões
Texto associado


Ogro filipino


        Rodrigo Duterte, presidente das Filipinas, já xingou a mãe do americano Barack Obama, amaldiçoou a União Europeia e ameaçou declarar guerra ao Canadá.

        O líder filipino também pede a eliminação física de traficantes e usuários de drogas – e vem sendo atendido. O número de assassinatos extrajudiciais de pessoas envolvidas com entorpecentes no país disparou depois que o presidente chegou ao poder, em 2016.

        A oposição fala em 20 mil mortos; outras fontes, talvez mais confiáveis, mencionam a cifra de 5.000. Duterte não é um tirano que conquistou o poder pela força – e isso só torna seu caso mais assustador. Ele foi eleito democraticamente e conta com apoio de 79% do eleitorado, segundo pesquisas.

        Pode-se atribuir grande parte da aprovação ao desempenho da economia, que vem crescendo a um ritmo de mais de 6% anuais, com inflação e desemprego sob controle. A prosperidade encoraja filipinos a relativizar as manifestações absurdas de seu presidente.

        As perspectivas futuras não se mostram animadoras em termos de democracia e direitos humanos. O Senado era a única instituição que ainda fazia algum contraponto ao poder de Duterte – o Judiciário já se encontra manietado.

        Depois de conquistar recentemente a maioria na Casa legislativa, o líder filipino poderá dar continuidade a projetos mais polêmicos, como a introdução da pena de morte para traficantes.

        Teme-se também que ele vá tentar uma fórmula de perpetuar-se no poder, seja diretamente, seja através da filha Sara Duterte-Carpio, hoje prefeita de Davao, a quarta cidade mais populosa do país.

(Ogro flipino. Editorial. Folha de S.Paulo, 06.06.2019. Adaptado)

Assinale a alternativa que apresenta concordância nominal e verbal correta.

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.
Texto associado


Ogro filipino


        Rodrigo Duterte, presidente das Filipinas, já xingou a mãe do americano Barack Obama, amaldiçoou a União Europeia e ameaçou declarar guerra ao Canadá.

        O líder filipino também pede a eliminação física de traficantes e usuários de drogas – e vem sendo atendido. O número de assassinatos extrajudiciais de pessoas envolvidas com entorpecentes no país disparou depois que o presidente chegou ao poder, em 2016.

        A oposição fala em 20 mil mortos; outras fontes, talvez mais confiáveis, mencionam a cifra de 5.000. Duterte não é um tirano que conquistou o poder pela força – e isso só torna seu caso mais assustador. Ele foi eleito democraticamente e conta com apoio de 79% do eleitorado, segundo pesquisas.

        Pode-se atribuir grande parte da aprovação ao desempenho da economia, que vem crescendo a um ritmo de mais de 6% anuais, com inflação e desemprego sob controle. A prosperidade encoraja filipinos a relativizar as manifestações absurdas de seu presidente.

        As perspectivas futuras não se mostram animadoras em termos de democracia e direitos humanos. O Senado era a única instituição que ainda fazia algum contraponto ao poder de Duterte – o Judiciário já se encontra manietado.

        Depois de conquistar recentemente a maioria na Casa legislativa, o líder filipino poderá dar continuidade a projetos mais polêmicos, como a introdução da pena de morte para traficantes.

        Teme-se também que ele vá tentar uma fórmula de perpetuar-se no poder, seja diretamente, seja através da filha Sara Duterte-Carpio, hoje prefeita de Davao, a quarta cidade mais populosa do país.

(Ogro flipino. Editorial. Folha de S.Paulo, 06.06.2019. Adaptado)

Nos parênteses, encontra-se expressão equivalente ao trecho antecedente sem prejuízo da norma-padrão quanto ao emprego e à colocação dos pronomes:

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.
Texto associado


Ogro filipino


        Rodrigo Duterte, presidente das Filipinas, já xingou a mãe do americano Barack Obama, amaldiçoou a União Europeia e ameaçou declarar guerra ao Canadá.

        O líder filipino também pede a eliminação física de traficantes e usuários de drogas – e vem sendo atendido. O número de assassinatos extrajudiciais de pessoas envolvidas com entorpecentes no país disparou depois que o presidente chegou ao poder, em 2016.

        A oposição fala em 20 mil mortos; outras fontes, talvez mais confiáveis, mencionam a cifra de 5.000. Duterte não é um tirano que conquistou o poder pela força – e isso só torna seu caso mais assustador. Ele foi eleito democraticamente e conta com apoio de 79% do eleitorado, segundo pesquisas.

        Pode-se atribuir grande parte da aprovação ao desempenho da economia, que vem crescendo a um ritmo de mais de 6% anuais, com inflação e desemprego sob controle. A prosperidade encoraja filipinos a relativizar as manifestações absurdas de seu presidente.

        As perspectivas futuras não se mostram animadoras em termos de democracia e direitos humanos. O Senado era a única instituição que ainda fazia algum contraponto ao poder de Duterte – o Judiciário já se encontra manietado.

        Depois de conquistar recentemente a maioria na Casa legislativa, o líder filipino poderá dar continuidade a projetos mais polêmicos, como a introdução da pena de morte para traficantes.

        Teme-se também que ele vá tentar uma fórmula de perpetuar-se no poder, seja diretamente, seja através da filha Sara Duterte-Carpio, hoje prefeita de Davao, a quarta cidade mais populosa do país.

(Ogro flipino. Editorial. Folha de S.Paulo, 06.06.2019. Adaptado)

Segundo o texto,
😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.
Texto associado

Leia a tira para responder às questões de números 49 e 50.



Encontra-se em conformidade com as ideias presentes no texto e com a norma-padrão a frase:

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.
Texto associado

Leia a tira para responder às questões de números 49 e 50.



Considere a passagem do texto:


“Entre os abordados há, por exemplo, moradores da periferia que passam dias e noites vivendo nas calçadas da região central em busca de doações, mas em parte do mês retornam a suas casas, pessoas que estão de passagem pela cidade, entre outras situações.” (2º parágrafo)


Nessa passagem, o seguinte vocábulo expressa sentido de direção:

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.
Texto associado

Leia a tira para responder às questões de números 49 e 50.



Assinale a alternativa em que o acréscimo de uma vírgula antes do vocábulo que mantém a correção gramatical da frase.

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.
Texto associado

Leia a tira para responder às questões de números 49 e 50.



No contexto, é empregado em sentido figurado o vocábulo destacado em:

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.
Texto associado

Leia a tira para responder às questões de números 49 e 50.



Os vocábulos crise e motivação, em destaque no 4º parágrafo, apresentam como antônimo e sinônimo, respectivamente, no contexto em que se encontram:

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.
Texto associado

Leia a tira para responder às questões de números 49 e 50.



De acordo com informações presentes no texto, pode-se afirmar que, em São Paulo,

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.
Texto associado

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 10.


Desista, menino!


        Numa manhã de 1954, aos 19 anos e cheio de esperança, peguei um bonde na Penha e fui parar na redação da Folha da Manhã. Fui ao chefe de arte, expliquei que estava em busca de uma oportunidade e apresentei uma pasta com meus trabalhos. Com ar displicente, ele passou os olhos em apenas dois ou três desenhos. A única coisa que disse, com ar meio professoral, meio zombeteiro, foi isto:

        – Desista, menino. Desenho não dá dinheiro nem futuro para ninguém. Vá fazer outra coisa da vida.

        Desde muito cedo, eu sonhava em ser desenhista de histórias em quadrinhos, mas tudo jogava contra. O Brasil não tinha tradição nessa área, as tiras de sucesso eram basicamente estrangeiras. Além disso, padres e educadores acreditavam que gibis eram uma ameaça para os jovens. Achavam que as crianças, por lerem histórias de crime e suspense, se tornariam psicopatas e assassinas. Se dependesse dos críticos, os gibis seriam riscados do mapa.

        Mas eu nem desconfiava desse cenário. Só queria desenhar. Então como aquele cara podia decretar o fim do meu sonho dizendo que era impossível viver de desenho?!

        A história do mundo está cheia de “nãos” que podiam fazer sentido para quem os disse, mas que depois se revelaram estupendas bolas fora. A gravadora Decca recusou os Beatles por julgar que eles nunca teriam futuro na música. Criadora do bruxo Harry Potter, J. K. Rowling levou mais de 10 nãos antes de encontrar a editora que publicaria seu primeiro livro. Walt Disney foi demitido de um jornal sob a alegação de ter pouca imaginação e nenhuma ideia original.

        Em 1954, meus sonhos eram feitos basicamente de esperança. Aquele “Desista, menino”, que ouvi há mais de 60 anos, se tornou uma espécie de pedra fundamental que usei como base para construir o futuro. Em vez de derrubar o sonho, aquilo o reforçou. Por índole ou formação, a palavra “impossível” não constava do meu dicionário.

(Mauricio de Sousa. Mauricio – a história que não está no gibi – em depoimento a Luis Colombini. Rio de Janeiro: Primeira Pessoa, 2017. Adaptado)

A passagem – Fui ao chefe de arte, expliquei que estava em busca de uma oportunidade e apresentei uma pasta com meus trabalhos (1º parágrafo) – ficará escrita em conformidade com a norma-padrão da língua se as expressões destacadas forem substituídas, respectivamente, por:

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.
Texto associado

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 10.


Desista, menino!


        Numa manhã de 1954, aos 19 anos e cheio de esperança, peguei um bonde na Penha e fui parar na redação da Folha da Manhã. Fui ao chefe de arte, expliquei que estava em busca de uma oportunidade e apresentei uma pasta com meus trabalhos. Com ar displicente, ele passou os olhos em apenas dois ou três desenhos. A única coisa que disse, com ar meio professoral, meio zombeteiro, foi isto:

        – Desista, menino. Desenho não dá dinheiro nem futuro para ninguém. Vá fazer outra coisa da vida.

        Desde muito cedo, eu sonhava em ser desenhista de histórias em quadrinhos, mas tudo jogava contra. O Brasil não tinha tradição nessa área, as tiras de sucesso eram basicamente estrangeiras. Além disso, padres e educadores acreditavam que gibis eram uma ameaça para os jovens. Achavam que as crianças, por lerem histórias de crime e suspense, se tornariam psicopatas e assassinas. Se dependesse dos críticos, os gibis seriam riscados do mapa.

        Mas eu nem desconfiava desse cenário. Só queria desenhar. Então como aquele cara podia decretar o fim do meu sonho dizendo que era impossível viver de desenho?!

        A história do mundo está cheia de “nãos” que podiam fazer sentido para quem os disse, mas que depois se revelaram estupendas bolas fora. A gravadora Decca recusou os Beatles por julgar que eles nunca teriam futuro na música. Criadora do bruxo Harry Potter, J. K. Rowling levou mais de 10 nãos antes de encontrar a editora que publicaria seu primeiro livro. Walt Disney foi demitido de um jornal sob a alegação de ter pouca imaginação e nenhuma ideia original.

        Em 1954, meus sonhos eram feitos basicamente de esperança. Aquele “Desista, menino”, que ouvi há mais de 60 anos, se tornou uma espécie de pedra fundamental que usei como base para construir o futuro. Em vez de derrubar o sonho, aquilo o reforçou. Por índole ou formação, a palavra “impossível” não constava do meu dicionário.

(Mauricio de Sousa. Mauricio – a história que não está no gibi – em depoimento a Luis Colombini. Rio de Janeiro: Primeira Pessoa, 2017. Adaptado)

No que respeita à regência segundo a norma-padrão da língua, a expressão acompanhada de um substituto correto, entre colchetes, está destacada em negrito em:

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.
Texto associado

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 10.


Desista, menino!


        Numa manhã de 1954, aos 19 anos e cheio de esperança, peguei um bonde na Penha e fui parar na redação da Folha da Manhã. Fui ao chefe de arte, expliquei que estava em busca de uma oportunidade e apresentei uma pasta com meus trabalhos. Com ar displicente, ele passou os olhos em apenas dois ou três desenhos. A única coisa que disse, com ar meio professoral, meio zombeteiro, foi isto:

        – Desista, menino. Desenho não dá dinheiro nem futuro para ninguém. Vá fazer outra coisa da vida.

        Desde muito cedo, eu sonhava em ser desenhista de histórias em quadrinhos, mas tudo jogava contra. O Brasil não tinha tradição nessa área, as tiras de sucesso eram basicamente estrangeiras. Além disso, padres e educadores acreditavam que gibis eram uma ameaça para os jovens. Achavam que as crianças, por lerem histórias de crime e suspense, se tornariam psicopatas e assassinas. Se dependesse dos críticos, os gibis seriam riscados do mapa.

        Mas eu nem desconfiava desse cenário. Só queria desenhar. Então como aquele cara podia decretar o fim do meu sonho dizendo que era impossível viver de desenho?!

        A história do mundo está cheia de “nãos” que podiam fazer sentido para quem os disse, mas que depois se revelaram estupendas bolas fora. A gravadora Decca recusou os Beatles por julgar que eles nunca teriam futuro na música. Criadora do bruxo Harry Potter, J. K. Rowling levou mais de 10 nãos antes de encontrar a editora que publicaria seu primeiro livro. Walt Disney foi demitido de um jornal sob a alegação de ter pouca imaginação e nenhuma ideia original.

        Em 1954, meus sonhos eram feitos basicamente de esperança. Aquele “Desista, menino”, que ouvi há mais de 60 anos, se tornou uma espécie de pedra fundamental que usei como base para construir o futuro. Em vez de derrubar o sonho, aquilo o reforçou. Por índole ou formação, a palavra “impossível” não constava do meu dicionário.

(Mauricio de Sousa. Mauricio – a história que não está no gibi – em depoimento a Luis Colombini. Rio de Janeiro: Primeira Pessoa, 2017. Adaptado)

A concordância está de acordo com da norma-padrão da língua na seguinte frase escrita a partir do texto: 
😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.
Texto associado

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 10.


Desista, menino!


        Numa manhã de 1954, aos 19 anos e cheio de esperança, peguei um bonde na Penha e fui parar na redação da Folha da Manhã. Fui ao chefe de arte, expliquei que estava em busca de uma oportunidade e apresentei uma pasta com meus trabalhos. Com ar displicente, ele passou os olhos em apenas dois ou três desenhos. A única coisa que disse, com ar meio professoral, meio zombeteiro, foi isto:

        – Desista, menino. Desenho não dá dinheiro nem futuro para ninguém. Vá fazer outra coisa da vida.

        Desde muito cedo, eu sonhava em ser desenhista de histórias em quadrinhos, mas tudo jogava contra. O Brasil não tinha tradição nessa área, as tiras de sucesso eram basicamente estrangeiras. Além disso, padres e educadores acreditavam que gibis eram uma ameaça para os jovens. Achavam que as crianças, por lerem histórias de crime e suspense, se tornariam psicopatas e assassinas. Se dependesse dos críticos, os gibis seriam riscados do mapa.

        Mas eu nem desconfiava desse cenário. Só queria desenhar. Então como aquele cara podia decretar o fim do meu sonho dizendo que era impossível viver de desenho?!

        A história do mundo está cheia de “nãos” que podiam fazer sentido para quem os disse, mas que depois se revelaram estupendas bolas fora. A gravadora Decca recusou os Beatles por julgar que eles nunca teriam futuro na música. Criadora do bruxo Harry Potter, J. K. Rowling levou mais de 10 nãos antes de encontrar a editora que publicaria seu primeiro livro. Walt Disney foi demitido de um jornal sob a alegação de ter pouca imaginação e nenhuma ideia original.

        Em 1954, meus sonhos eram feitos basicamente de esperança. Aquele “Desista, menino”, que ouvi há mais de 60 anos, se tornou uma espécie de pedra fundamental que usei como base para construir o futuro. Em vez de derrubar o sonho, aquilo o reforçou. Por índole ou formação, a palavra “impossível” não constava do meu dicionário.

(Mauricio de Sousa. Mauricio – a história que não está no gibi – em depoimento a Luis Colombini. Rio de Janeiro: Primeira Pessoa, 2017. Adaptado)

No que se refere à pontuação, a reescrita de uma passagem do texto está em conformidade com a norma-padrão da língua em:

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.

Considere os seguintes trechos:


•  Achavam que as crianças, por lerem histórias de crime e suspense, se tornariam psicopatas e assassinas.

•  A gravadora Decca recusou os Beatles por julgar que eles nunca teriam futuro na música.

•  Por índole ou formação, a palavra “impossível” não constava do meu dicionário.


Nos três contextos apresentados, o vocábulo “por” estabelece relação de

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.
Texto associado

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 10.


Desista, menino!


        Numa manhã de 1954, aos 19 anos e cheio de esperança, peguei um bonde na Penha e fui parar na redação da Folha da Manhã. Fui ao chefe de arte, expliquei que estava em busca de uma oportunidade e apresentei uma pasta com meus trabalhos. Com ar displicente, ele passou os olhos em apenas dois ou três desenhos. A única coisa que disse, com ar meio professoral, meio zombeteiro, foi isto:

        – Desista, menino. Desenho não dá dinheiro nem futuro para ninguém. Vá fazer outra coisa da vida.

        Desde muito cedo, eu sonhava em ser desenhista de histórias em quadrinhos, mas tudo jogava contra. O Brasil não tinha tradição nessa área, as tiras de sucesso eram basicamente estrangeiras. Além disso, padres e educadores acreditavam que gibis eram uma ameaça para os jovens. Achavam que as crianças, por lerem histórias de crime e suspense, se tornariam psicopatas e assassinas. Se dependesse dos críticos, os gibis seriam riscados do mapa.

        Mas eu nem desconfiava desse cenário. Só queria desenhar. Então como aquele cara podia decretar o fim do meu sonho dizendo que era impossível viver de desenho?!

        A história do mundo está cheia de “nãos” que podiam fazer sentido para quem os disse, mas que depois se revelaram estupendas bolas fora. A gravadora Decca recusou os Beatles por julgar que eles nunca teriam futuro na música. Criadora do bruxo Harry Potter, J. K. Rowling levou mais de 10 nãos antes de encontrar a editora que publicaria seu primeiro livro. Walt Disney foi demitido de um jornal sob a alegação de ter pouca imaginação e nenhuma ideia original.

        Em 1954, meus sonhos eram feitos basicamente de esperança. Aquele “Desista, menino”, que ouvi há mais de 60 anos, se tornou uma espécie de pedra fundamental que usei como base para construir o futuro. Em vez de derrubar o sonho, aquilo o reforçou. Por índole ou formação, a palavra “impossível” não constava do meu dicionário.

(Mauricio de Sousa. Mauricio – a história que não está no gibi – em depoimento a Luis Colombini. Rio de Janeiro: Primeira Pessoa, 2017. Adaptado)

Está empregada com sentido figurado a expressão destacada na seguinte passagem do texto:

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.
Texto associado

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 10.


Desista, menino!


        Numa manhã de 1954, aos 19 anos e cheio de esperança, peguei um bonde na Penha e fui parar na redação da Folha da Manhã. Fui ao chefe de arte, expliquei que estava em busca de uma oportunidade e apresentei uma pasta com meus trabalhos. Com ar displicente, ele passou os olhos em apenas dois ou três desenhos. A única coisa que disse, com ar meio professoral, meio zombeteiro, foi isto:

        – Desista, menino. Desenho não dá dinheiro nem futuro para ninguém. Vá fazer outra coisa da vida.

        Desde muito cedo, eu sonhava em ser desenhista de histórias em quadrinhos, mas tudo jogava contra. O Brasil não tinha tradição nessa área, as tiras de sucesso eram basicamente estrangeiras. Além disso, padres e educadores acreditavam que gibis eram uma ameaça para os jovens. Achavam que as crianças, por lerem histórias de crime e suspense, se tornariam psicopatas e assassinas. Se dependesse dos críticos, os gibis seriam riscados do mapa.

        Mas eu nem desconfiava desse cenário. Só queria desenhar. Então como aquele cara podia decretar o fim do meu sonho dizendo que era impossível viver de desenho?!

        A história do mundo está cheia de “nãos” que podiam fazer sentido para quem os disse, mas que depois se revelaram estupendas bolas fora. A gravadora Decca recusou os Beatles por julgar que eles nunca teriam futuro na música. Criadora do bruxo Harry Potter, J. K. Rowling levou mais de 10 nãos antes de encontrar a editora que publicaria seu primeiro livro. Walt Disney foi demitido de um jornal sob a alegação de ter pouca imaginação e nenhuma ideia original.

        Em 1954, meus sonhos eram feitos basicamente de esperança. Aquele “Desista, menino”, que ouvi há mais de 60 anos, se tornou uma espécie de pedra fundamental que usei como base para construir o futuro. Em vez de derrubar o sonho, aquilo o reforçou. Por índole ou formação, a palavra “impossível” não constava do meu dicionário.

(Mauricio de Sousa. Mauricio – a história que não está no gibi – em depoimento a Luis Colombini. Rio de Janeiro: Primeira Pessoa, 2017. Adaptado)

Os termos zombeteiro, basicamente e índole, em destaque no 1º e 6º parágrafos, estão empregados, respectivamente, como sinônimos de

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.
Texto associado

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 10.


Desista, menino!


        Numa manhã de 1954, aos 19 anos e cheio de esperança, peguei um bonde na Penha e fui parar na redação da Folha da Manhã. Fui ao chefe de arte, expliquei que estava em busca de uma oportunidade e apresentei uma pasta com meus trabalhos. Com ar displicente, ele passou os olhos em apenas dois ou três desenhos. A única coisa que disse, com ar meio professoral, meio zombeteiro, foi isto:

        – Desista, menino. Desenho não dá dinheiro nem futuro para ninguém. Vá fazer outra coisa da vida.

        Desde muito cedo, eu sonhava em ser desenhista de histórias em quadrinhos, mas tudo jogava contra. O Brasil não tinha tradição nessa área, as tiras de sucesso eram basicamente estrangeiras. Além disso, padres e educadores acreditavam que gibis eram uma ameaça para os jovens. Achavam que as crianças, por lerem histórias de crime e suspense, se tornariam psicopatas e assassinas. Se dependesse dos críticos, os gibis seriam riscados do mapa.

        Mas eu nem desconfiava desse cenário. Só queria desenhar. Então como aquele cara podia decretar o fim do meu sonho dizendo que era impossível viver de desenho?!

        A história do mundo está cheia de “nãos” que podiam fazer sentido para quem os disse, mas que depois se revelaram estupendas bolas fora. A gravadora Decca recusou os Beatles por julgar que eles nunca teriam futuro na música. Criadora do bruxo Harry Potter, J. K. Rowling levou mais de 10 nãos antes de encontrar a editora que publicaria seu primeiro livro. Walt Disney foi demitido de um jornal sob a alegação de ter pouca imaginação e nenhuma ideia original.

        Em 1954, meus sonhos eram feitos basicamente de esperança. Aquele “Desista, menino”, que ouvi há mais de 60 anos, se tornou uma espécie de pedra fundamental que usei como base para construir o futuro. Em vez de derrubar o sonho, aquilo o reforçou. Por índole ou formação, a palavra “impossível” não constava do meu dicionário.

(Mauricio de Sousa. Mauricio – a história que não está no gibi – em depoimento a Luis Colombini. Rio de Janeiro: Primeira Pessoa, 2017. Adaptado)

O que se afirma no 5º parágrafo serve ao propósito de

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.
Texto associado

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 10.


Desista, menino!


        Numa manhã de 1954, aos 19 anos e cheio de esperança, peguei um bonde na Penha e fui parar na redação da Folha da Manhã. Fui ao chefe de arte, expliquei que estava em busca de uma oportunidade e apresentei uma pasta com meus trabalhos. Com ar displicente, ele passou os olhos em apenas dois ou três desenhos. A única coisa que disse, com ar meio professoral, meio zombeteiro, foi isto:

        – Desista, menino. Desenho não dá dinheiro nem futuro para ninguém. Vá fazer outra coisa da vida.

        Desde muito cedo, eu sonhava em ser desenhista de histórias em quadrinhos, mas tudo jogava contra. O Brasil não tinha tradição nessa área, as tiras de sucesso eram basicamente estrangeiras. Além disso, padres e educadores acreditavam que gibis eram uma ameaça para os jovens. Achavam que as crianças, por lerem histórias de crime e suspense, se tornariam psicopatas e assassinas. Se dependesse dos críticos, os gibis seriam riscados do mapa.

        Mas eu nem desconfiava desse cenário. Só queria desenhar. Então como aquele cara podia decretar o fim do meu sonho dizendo que era impossível viver de desenho?!

        A história do mundo está cheia de “nãos” que podiam fazer sentido para quem os disse, mas que depois se revelaram estupendas bolas fora. A gravadora Decca recusou os Beatles por julgar que eles nunca teriam futuro na música. Criadora do bruxo Harry Potter, J. K. Rowling levou mais de 10 nãos antes de encontrar a editora que publicaria seu primeiro livro. Walt Disney foi demitido de um jornal sob a alegação de ter pouca imaginação e nenhuma ideia original.

        Em 1954, meus sonhos eram feitos basicamente de esperança. Aquele “Desista, menino”, que ouvi há mais de 60 anos, se tornou uma espécie de pedra fundamental que usei como base para construir o futuro. Em vez de derrubar o sonho, aquilo o reforçou. Por índole ou formação, a palavra “impossível” não constava do meu dicionário.

(Mauricio de Sousa. Mauricio – a história que não está no gibi – em depoimento a Luis Colombini. Rio de Janeiro: Primeira Pessoa, 2017. Adaptado)

Considere o 3º parágrafo:


        Desde muito cedo, eu sonhava em ser desenhista de histórias em quadrinhos, mas tudo jogava contra. O Brasil não tinha tradição nessa área, as tiras de sucesso eram basicamente estrangeiras. Além disso, padres e educadores acreditavam que gibis eram uma ameaça para os jovens. Achavam que as crianças, por lerem histórias de crime e suspense, se tornariam psicopatas e assassinas. Se dependesse dos críticos, os gibis seriam riscados do mapa.


O conteúdo organiza-se, nesse parágrafo, na seguinte ordem:

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.
Texto associado

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 10.


Desista, menino!


        Numa manhã de 1954, aos 19 anos e cheio de esperança, peguei um bonde na Penha e fui parar na redação da Folha da Manhã. Fui ao chefe de arte, expliquei que estava em busca de uma oportunidade e apresentei uma pasta com meus trabalhos. Com ar displicente, ele passou os olhos em apenas dois ou três desenhos. A única coisa que disse, com ar meio professoral, meio zombeteiro, foi isto:

        – Desista, menino. Desenho não dá dinheiro nem futuro para ninguém. Vá fazer outra coisa da vida.

        Desde muito cedo, eu sonhava em ser desenhista de histórias em quadrinhos, mas tudo jogava contra. O Brasil não tinha tradição nessa área, as tiras de sucesso eram basicamente estrangeiras. Além disso, padres e educadores acreditavam que gibis eram uma ameaça para os jovens. Achavam que as crianças, por lerem histórias de crime e suspense, se tornariam psicopatas e assassinas. Se dependesse dos críticos, os gibis seriam riscados do mapa.

        Mas eu nem desconfiava desse cenário. Só queria desenhar. Então como aquele cara podia decretar o fim do meu sonho dizendo que era impossível viver de desenho?!

        A história do mundo está cheia de “nãos” que podiam fazer sentido para quem os disse, mas que depois se revelaram estupendas bolas fora. A gravadora Decca recusou os Beatles por julgar que eles nunca teriam futuro na música. Criadora do bruxo Harry Potter, J. K. Rowling levou mais de 10 nãos antes de encontrar a editora que publicaria seu primeiro livro. Walt Disney foi demitido de um jornal sob a alegação de ter pouca imaginação e nenhuma ideia original.

        Em 1954, meus sonhos eram feitos basicamente de esperança. Aquele “Desista, menino”, que ouvi há mais de 60 anos, se tornou uma espécie de pedra fundamental que usei como base para construir o futuro. Em vez de derrubar o sonho, aquilo o reforçou. Por índole ou formação, a palavra “impossível” não constava do meu dicionário.

(Mauricio de Sousa. Mauricio – a história que não está no gibi – em depoimento a Luis Colombini. Rio de Janeiro: Primeira Pessoa, 2017. Adaptado)

De acordo com o autor, o comentário do chefe de arte da Folha da Manhã
😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.
Texto associado

Há meses, uma amiga tradutora comprou um livro de desenhos de flores, somente os contornos, a serem coloridos pelo leitor e, pelas semanas seguintes, não fez outra coisa senão colorir. Não só ela se deixou fisgar. O boca a boca e a informação __________ esses livros __________ uma febre na Europa e nos EUA __________ com que, nos últimos meses, a oferta deles tenha contagiado a indústria editorial brasileira. (Ruy Castro, Estresse antiestresse. 


Folha de S.Paulo, 23.05.2015. Adaptado)

De acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, com:

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.