Durante uma viagem, um carro percorreu 62,15 milhas em determinada rodovia. Sabendo que 1 milha equivale aproximadamente a 1,609 quilômetros, qual foi a distância percorrida aproximada pelo carro em quilômetros?
Assinale a alternativa correta.
Durante uma pesquisa acadêmica, um professor analisou o desempenho de cinco estudantes em uma prova de Cálculo Diferencial e Integral. As notas obtidas (em pontos) foram:
11,0 – 12,5 – 14,0 – 15,5 – 14,5
Com base nesses dados, qual é a média simples das notas dos estudantes? Assinale a alternativa correta.
Qual é o perímetro do triângulo PQR retângulo em P, sabendo PQ = x + 1, PR = x - 3 e QR = x + 5?
Um produtor de cadernos inteligentes vende cada caixa por R$ 198,00. Cada caixa contém 15 pacotes e cada pacote contém 6 cadernos. Para pedidos acima de 25 caixas, concede-se desconto de 8% sobre o valor total. Um comprador solicitou 2.700 cadernos. Qual será o valor a ser pago pelo comprador?
Assinale a alternativa correta.
Durante um programa de exercícios físicos, Vanusa praticou corrida por 12 dias, correndo 5 km diários, e conseguiu perder 4 kg. Se Vanusa mantiver o mesmo ritmo, mas aumentar a duração para 24 dias e correr 8 km diários, quantos quilos ela irá perder?
Assinale a alternativa correta.
Danilo e Samuel são colegas de trabalho e decidiram iniciar a leitura de livros diferentes no mesmo dia. Danilo está lendo um romance policial com 420 páginas, enquanto Samuel está lendo um livro de filosofia com 300 páginas. Após alguns dias, sabe-se que Danilo já leu 45% do seu livro e Samuel leu 70% do seu livro.
Diante dessas informações, é correto afirmar que:
Considere que P e Q sejam números inteiros tais que:
• P seja o produto de três primos distintos.
• Q seja o produto de um número múltiplo de 2 e de um número múltiplo de 3.
Analise as alternativas abaixo e assinale a alternativa correta que indica o máximo divisor comum (MDC) de P e Q que atenda essas condições.
Leonardo possui uma quantidade N de livros maior do que 60 e menor do que 70. Se os N livros fossem agrupados de 4 em 4 sobrariam três. Se houvesse um livro a mais, eles poderiam ser agrupados de 8 em 8 sem que sobrasse qualquer livro. A soma dos algarismos de N é:
(In)diferença
Aprendi há pouco que não devo ignorar completamente o que dizem sobre minha pessoa. Seja agradável ou não o que ouço, é recomendável dispor de pelo menos alguns minutinhos para reflexão. E resolvi me observar por uns dias para saber em que e em quais situações posso ser indiferente. As conclusões são mesmo conclusivas, se me permite o pleonasmo. Até porque se trata de posicionamento relativo diante de circunstâncias que podem se apresentar de formas diversas.
Não sou indiferente a preconceitos, por exemplo. Odeio todos, de todos os tipos, inclusive os que ainda se agarram a mim e dos quais ainda – disse ainda, de novo – não consegui me libertar. Posso ser indiferente a racistas, pois não merecem minha atenção, a menos que necessitem de um passa-fora, tipo peteleco que se dá em inseto incômodo, em casos menos significativos – piadinhas sem graça –, ou uma denúncia em alto e bom som quando a ofensa é gravíssima.
Sou permanentemente intolerante com a intolerância. Não sou indiferente à falta de educação. Seja no trânsito, em restaurantes, supermercados, filas. Tenho horror a quem joga lixo no chão e fala exageradamente alto em qualquer lugar.
Não sou indiferente à crueldade cometida diariamente contra animais indefesos, vítimas de crimes cometidos pelos próprios guardiões. Não sou indiferente ao sofrimento imposto aos touros em rodeios. Não sou indiferente aos cães abandonados por seus donos por motivos vários. (...)
Não sou indiferente à mentira, à omissão, à injustiça. Não sou indiferente à ignorância imposta por uma educação capenga.
Prefiro ser indiferente aos arrogantes e prepotentes. Sou impaciente com a deselegância dos que pensam ser os donos do mundo, da situação ou da verdade. Aos que se autodenominam sábios e não têm ideia do que dizem, pois os sábios não se dizem sábios. A esses, viro as costas solenemente, com toda a indiferença que consigo reunir. (...)
DAMACENO, Giovana. (In)diferença. Revista
Benfazeja. Disponível em
“Tenho horror a quem joga lixo no chão e fala exageradamente alto em qualquer lugar.” O termo destacado no trecho acima apresenta função:
(In)diferença
Aprendi há pouco que não devo ignorar completamente o que dizem sobre minha pessoa. Seja agradável ou não o que ouço, é recomendável dispor de pelo menos alguns minutinhos para reflexão. E resolvi me observar por uns dias para saber em que e em quais situações posso ser indiferente. As conclusões são mesmo conclusivas, se me permite o pleonasmo. Até porque se trata de posicionamento relativo diante de circunstâncias que podem se apresentar de formas diversas.
Não sou indiferente a preconceitos, por exemplo. Odeio todos, de todos os tipos, inclusive os que ainda se agarram a mim e dos quais ainda – disse ainda, de novo – não consegui me libertar. Posso ser indiferente a racistas, pois não merecem minha atenção, a menos que necessitem de um passa-fora, tipo peteleco que se dá em inseto incômodo, em casos menos significativos – piadinhas sem graça –, ou uma denúncia em alto e bom som quando a ofensa é gravíssima.
Sou permanentemente intolerante com a intolerância. Não sou indiferente à falta de educação. Seja no trânsito, em restaurantes, supermercados, filas. Tenho horror a quem joga lixo no chão e fala exageradamente alto em qualquer lugar.
Não sou indiferente à crueldade cometida diariamente contra animais indefesos, vítimas de crimes cometidos pelos próprios guardiões. Não sou indiferente ao sofrimento imposto aos touros em rodeios. Não sou indiferente aos cães abandonados por seus donos por motivos vários. (...)
Não sou indiferente à mentira, à omissão, à injustiça. Não sou indiferente à ignorância imposta por uma educação capenga.
Prefiro ser indiferente aos arrogantes e prepotentes. Sou impaciente com a deselegância dos que pensam ser os donos do mundo, da situação ou da verdade. Aos que se autodenominam sábios e não têm ideia do que dizem, pois os sábios não se dizem sábios. A esses, viro as costas solenemente, com toda a indiferença que consigo reunir. (...)
DAMACENO, Giovana. (In)diferença. Revista
Benfazeja. Disponível em
Assinale a alternativa que apresenta uma passagem do texto “(In)diferença” que se enquadra num paradoxo, figura de linguagem em que duas ideias aparentemente contraditórias são utilizadas num mesmo contexto.