“O conceito de escrever bem varia conforme o tempo. Segundo Carlos Drummond de Andrade, escrever bem é cortar palavras e, se observarmos certos contistas modernos, parece que Drummond tem razão: de fato, palavras em excesso são um pecado mortal”. (Redação em Construção, p. 20)
O segmento abaixo que mostra o pecado de escrever com um pleonasmo vicioso é:
“O homem é o único animal que não aprende nada sem ser ensinado: não sabe falar, nem caminhar, nem comer, enfim, não sabe fazer nada no estado natural, a não ser chorar.”
Nesse segmento, o vocábulo sublinhado tem a função de
Em relação à atividade financeira do Estado, analise as funções a seguir.
I. Obtenção de recursos por meio de receitas públicas.
II. Criação de crédito público por meio de endividamento público.
III. Gestão e planejamento da aplicação dos recursos, por meio do orçamento público.
Está correto o que se afirma em:
Assinale a opção que apresenta o princípio da Lei de
Diretrizes e Bases criticado na charge.
O conceito de competência que tem orientado a construção dos currículos nacionais e internacionais privilegia
A frase em que a palavra sublinhada NÃO corresponde a uma
forma diminutiva é:
“Aborígine é a maneira pejorativa com que os conquistadores chamam os donos da propriedade”. (Millôr Fernandes)
Essa frase mostra a possibilidade linguística de designarmos uma
realidade qualquer de forma neutra/positiva ou negativa; a opção
a seguir em que os dois vocábulos podem ser considerados
comparativamente de valor negativo é:
O adjetivo grande é amplamente utilizado, mostrando um
significado demasiadamente geral. Nas frases a seguir,
substituímos esse adjetivo por outro de valor semântico mais
específico; a frase em que essa substituição NÃO está adequada
ao contexto é:
Após o trágico incêndio do Museu Nacional do Rio de Janeiro, numa reportagem sobre o tema do jornal O Globo apareceu a seguinte manchete:
Sobe a pressão.
MPF tenta fechar seis museus.
Justiça exige medidas de segurança.
Sobre o conteúdo da manchete, é correto afirmar que:
Uma coluna jornalística apontava em setembro de 2018: “No primeiro semestre deste ano, os acidentes graves de trânsito no país causaram impacto de R$96,5 bi. É que foram registradas 19,3 mil mortes e 20 mil casos de invalidez permanente. O valor corresponde ao que seria gerado pelo trabalho dessas vítimas caso não tivessem se acidentado”.
Os acidentes de trânsito são tratados, nesse segmento, com
o foco: