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Encontradas 384 questões

A tabela mostra o tempo gasto por uma pessoa na realização de 4 tarefas: 

Sabe-se que essa pessoa gosta de assistir um seriado cujos episódios têm duração de 45 minutos cada. Portanto, com o tempo total gasto nessas 4 tarefas, o número máximo de episódios dessa série que poderiam ser assistidos é

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Quatro amigos marcaram um encontro em um café. Alex não foi o primeiro a chegar, mas chegou antes de Roberto. Bete chegou antes de Denise e Roberto chegou depois de Bete. Nessas condições, pode-se afirmar, com certeza, que

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A medida do comprimento de uma sala retangular é o dobro da medida do lado de uma sala quadrada com 16 m² de área. Se a medida da largura dessa sala retangular é 3 m, então, seu perímetro é igual a

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Para uma festa foi preparada determinada quantidade de litros de suco. Com essa quantidade é possível colocar 250 mL em cada um dos copos disponíveis, mas, se forem colocados 300 mL em cada copo, 5 dos copos disponíveis não serão utilizados. O número de litros preparados de suco foi

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Em uma caixa, há bastões de giz branco e bastões de giz colorido, totalizando 40 bastões. Se o número de bastões de giz colorido é igual a 53  do número de bastões de giz branco, então, o número de bastões de giz colorido é

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Em uma escola, na sexta-feira, faltaram 2 alunos do 1º ano A, e no 1º ano C faltaram 2 alunos a mais do que o número de alunos que faltaram do 1º ano B. Se, nesse dia, a média de faltas dessas três salas foi 4, então, o número de alunos que faltaram do 1º ano C foi

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Assinale a alternativa em que a reescrita da oração “A letra, porém, é que não tinha jeito de melhorar.”, com o termo em destaque substituído, preserva o sentido que estabelece no contexto de leitura.

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O excerto permite concluir que o narrador

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Texto associado
História de um olhar
O mundo é salvo todos os dias por pequenos gestos. Diminutos, invisíveis. O mundo é salvo por um olhar. Que envolve e afaga. Abarca. Resgata. Reconhece. Salva.
Inclui.
Esta é a história do olhar de uma professora chamada Eliane Vanti e de um andarilho chamado Israel Pires.
Um olhar que nasceu na Vila Kephas. Nesta vila, cheia de presságios e de misérias, vagava um rapaz de 29 anos com o nome de Israel. Imundo, meio abilolado, malcheiroso, Israel vivia atirado num canto ou outro da vila. Desregulado das ideias, segundo o senso comum. Escorraçado como um cão, torturado pelos garotos maus. Israel era a escória da escória.
Um dia Israel se aproximou de um menino. De nove anos, chamado Lucas. Olhos de amêndoa, rosto de esconderijo. Bom de bola, bom de rua. De tanto gostar do menino que lhe sorriu, Israel o seguiu até a escola. Israel chegou até lá por fome. De comida, de afago, de lápis de cor. Fome de um olhar.
Eliane, a professora, descobriu Israel. Desajeitado, envergonhado. Um vulto, um espectro na porta da escola. Com um sorriso inocente e uns olhos de vira-lata pidão. Eliane viu Israel. E Israel se viu refletido no olhar de Eliane. E o que se passou naquele olhar foi um milagre de gente. Israel descobriu nos olhos da professora que era um homem, não um escombro.
Israel perseguiu o olho de espelho da professora. E, quando perceberam, Israel estava na janela da sala de aula da segunda série C. Uma cena e tanto. Israel na janela, espiando para dentro. Cantando no lado de fora, desenhando com os olhos. Quando o chamavam, fugia.
E, num dia de agosto, Israel completou a subversão. Cruzou a porta e pintou bonecos de papel. Israel estava todo dentro do olhar da professora. Israel, o pária, tinha se transformado em Israel, o amigo. Ganhou roupas, ganhou pasta, ganhou lápis de cor. Trazia até umas pupilas novas, enormes, iluminadas. E um sorriso também recém-inventado.
Israel, capturado pelo olhar da professora, nunca mais a abandonou. Vive hoje nesse olhar em formato de sala de aula, cercado por 31 pares de olhos de infância que lhe contam histórias, puxam a mão e lhe ensinam palavras novas. E as crianças, que têm na escola um intervalo entre a violência e a fome, descobriram-se livres de todos os destinos traçados nos olhos de Israel.
(Eliane Brum. A vida que ninguém vê. Porto Alegre: Arquipélago Editorial, 2006. Excerto adaptado)

Assinale a alternativa em que a alteração da posição do pronome conforme indicado nos parênteses está em conformidade com a norma-padrão de colocação pronominal.

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Texto associado
História de um olhar
O mundo é salvo todos os dias por pequenos gestos. Diminutos, invisíveis. O mundo é salvo por um olhar. Que envolve e afaga. Abarca. Resgata. Reconhece. Salva.
Inclui.
Esta é a história do olhar de uma professora chamada Eliane Vanti e de um andarilho chamado Israel Pires.
Um olhar que nasceu na Vila Kephas. Nesta vila, cheia de presságios e de misérias, vagava um rapaz de 29 anos com o nome de Israel. Imundo, meio abilolado, malcheiroso, Israel vivia atirado num canto ou outro da vila. Desregulado das ideias, segundo o senso comum. Escorraçado como um cão, torturado pelos garotos maus. Israel era a escória da escória.
Um dia Israel se aproximou de um menino. De nove anos, chamado Lucas. Olhos de amêndoa, rosto de esconderijo. Bom de bola, bom de rua. De tanto gostar do menino que lhe sorriu, Israel o seguiu até a escola. Israel chegou até lá por fome. De comida, de afago, de lápis de cor. Fome de um olhar.
Eliane, a professora, descobriu Israel. Desajeitado, envergonhado. Um vulto, um espectro na porta da escola. Com um sorriso inocente e uns olhos de vira-lata pidão. Eliane viu Israel. E Israel se viu refletido no olhar de Eliane. E o que se passou naquele olhar foi um milagre de gente. Israel descobriu nos olhos da professora que era um homem, não um escombro.
Israel perseguiu o olho de espelho da professora. E, quando perceberam, Israel estava na janela da sala de aula da segunda série C. Uma cena e tanto. Israel na janela, espiando para dentro. Cantando no lado de fora, desenhando com os olhos. Quando o chamavam, fugia.
E, num dia de agosto, Israel completou a subversão. Cruzou a porta e pintou bonecos de papel. Israel estava todo dentro do olhar da professora. Israel, o pária, tinha se transformado em Israel, o amigo. Ganhou roupas, ganhou pasta, ganhou lápis de cor. Trazia até umas pupilas novas, enormes, iluminadas. E um sorriso também recém-inventado.
Israel, capturado pelo olhar da professora, nunca mais a abandonou. Vive hoje nesse olhar em formato de sala de aula, cercado por 31 pares de olhos de infância que lhe contam histórias, puxam a mão e lhe ensinam palavras novas. E as crianças, que têm na escola um intervalo entre a violência e a fome, descobriram-se livres de todos os destinos traçados nos olhos de Israel.
(Eliane Brum. A vida que ninguém vê. Porto Alegre: Arquipélago Editorial, 2006. Excerto adaptado)

Assinale a alternativa em que a oração redigida a partir do texto está em conformidade com a norma-padrão de concordância verbal e nominal.

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História de um olhar
O mundo é salvo todos os dias por pequenos gestos. Diminutos, invisíveis. O mundo é salvo por um olhar. Que envolve e afaga. Abarca. Resgata. Reconhece. Salva.
Inclui.
Esta é a história do olhar de uma professora chamada Eliane Vanti e de um andarilho chamado Israel Pires.
Um olhar que nasceu na Vila Kephas. Nesta vila, cheia de presságios e de misérias, vagava um rapaz de 29 anos com o nome de Israel. Imundo, meio abilolado, malcheiroso, Israel vivia atirado num canto ou outro da vila. Desregulado das ideias, segundo o senso comum. Escorraçado como um cão, torturado pelos garotos maus. Israel era a escória da escória.
Um dia Israel se aproximou de um menino. De nove anos, chamado Lucas. Olhos de amêndoa, rosto de esconderijo. Bom de bola, bom de rua. De tanto gostar do menino que lhe sorriu, Israel o seguiu até a escola. Israel chegou até lá por fome. De comida, de afago, de lápis de cor. Fome de um olhar.
Eliane, a professora, descobriu Israel. Desajeitado, envergonhado. Um vulto, um espectro na porta da escola. Com um sorriso inocente e uns olhos de vira-lata pidão. Eliane viu Israel. E Israel se viu refletido no olhar de Eliane. E o que se passou naquele olhar foi um milagre de gente. Israel descobriu nos olhos da professora que era um homem, não um escombro.
Israel perseguiu o olho de espelho da professora. E, quando perceberam, Israel estava na janela da sala de aula da segunda série C. Uma cena e tanto. Israel na janela, espiando para dentro. Cantando no lado de fora, desenhando com os olhos. Quando o chamavam, fugia.
E, num dia de agosto, Israel completou a subversão. Cruzou a porta e pintou bonecos de papel. Israel estava todo dentro do olhar da professora. Israel, o pária, tinha se transformado em Israel, o amigo. Ganhou roupas, ganhou pasta, ganhou lápis de cor. Trazia até umas pupilas novas, enormes, iluminadas. E um sorriso também recém-inventado.
Israel, capturado pelo olhar da professora, nunca mais a abandonou. Vive hoje nesse olhar em formato de sala de aula, cercado por 31 pares de olhos de infância que lhe contam histórias, puxam a mão e lhe ensinam palavras novas. E as crianças, que têm na escola um intervalo entre a violência e a fome, descobriram-se livres de todos os destinos traçados nos olhos de Israel.
(Eliane Brum. A vida que ninguém vê. Porto Alegre: Arquipélago Editorial, 2006. Excerto adaptado)

No contexto da narrativa, está empregada em sentido figurado a palavra destacada em:

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O mundo é salvo todos os dias por pequenos gestos. Diminutos, invisíveis. O mundo é salvo por um olhar. Que envolve e afaga. Abarca. Resgata. Reconhece. Salva.
Inclui.
Esta é a história do olhar de uma professora chamada Eliane Vanti e de um andarilho chamado Israel Pires.
Um olhar que nasceu na Vila Kephas. Nesta vila, cheia de presságios e de misérias, vagava um rapaz de 29 anos com o nome de Israel. Imundo, meio abilolado, malcheiroso, Israel vivia atirado num canto ou outro da vila. Desregulado das ideias, segundo o senso comum. Escorraçado como um cão, torturado pelos garotos maus. Israel era a escória da escória.
Um dia Israel se aproximou de um menino. De nove anos, chamado Lucas. Olhos de amêndoa, rosto de esconderijo. Bom de bola, bom de rua. De tanto gostar do menino que lhe sorriu, Israel o seguiu até a escola. Israel chegou até lá por fome. De comida, de afago, de lápis de cor. Fome de um olhar.
Eliane, a professora, descobriu Israel. Desajeitado, envergonhado. Um vulto, um espectro na porta da escola. Com um sorriso inocente e uns olhos de vira-lata pidão. Eliane viu Israel. E Israel se viu refletido no olhar de Eliane. E o que se passou naquele olhar foi um milagre de gente. Israel descobriu nos olhos da professora que era um homem, não um escombro.
Israel perseguiu o olho de espelho da professora. E, quando perceberam, Israel estava na janela da sala de aula da segunda série C. Uma cena e tanto. Israel na janela, espiando para dentro. Cantando no lado de fora, desenhando com os olhos. Quando o chamavam, fugia.
E, num dia de agosto, Israel completou a subversão. Cruzou a porta e pintou bonecos de papel. Israel estava todo dentro do olhar da professora. Israel, o pária, tinha se transformado em Israel, o amigo. Ganhou roupas, ganhou pasta, ganhou lápis de cor. Trazia até umas pupilas novas, enormes, iluminadas. E um sorriso também recém-inventado.
Israel, capturado pelo olhar da professora, nunca mais a abandonou. Vive hoje nesse olhar em formato de sala de aula, cercado por 31 pares de olhos de infância que lhe contam histórias, puxam a mão e lhe ensinam palavras novas. E as crianças, que têm na escola um intervalo entre a violência e a fome, descobriram-se livres de todos os destinos traçados nos olhos de Israel.
(Eliane Brum. A vida que ninguém vê. Porto Alegre: Arquipélago Editorial, 2006. Excerto adaptado)

A leitura da narrativa permite concluir que foi fundamental para a transformação pela qual passa Israel

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O mundo é salvo todos os dias por pequenos gestos. Diminutos, invisíveis. O mundo é salvo por um olhar. Que envolve e afaga. Abarca. Resgata. Reconhece. Salva.
Inclui.
Esta é a história do olhar de uma professora chamada Eliane Vanti e de um andarilho chamado Israel Pires.
Um olhar que nasceu na Vila Kephas. Nesta vila, cheia de presságios e de misérias, vagava um rapaz de 29 anos com o nome de Israel. Imundo, meio abilolado, malcheiroso, Israel vivia atirado num canto ou outro da vila. Desregulado das ideias, segundo o senso comum. Escorraçado como um cão, torturado pelos garotos maus. Israel era a escória da escória.
Um dia Israel se aproximou de um menino. De nove anos, chamado Lucas. Olhos de amêndoa, rosto de esconderijo. Bom de bola, bom de rua. De tanto gostar do menino que lhe sorriu, Israel o seguiu até a escola. Israel chegou até lá por fome. De comida, de afago, de lápis de cor. Fome de um olhar.
Eliane, a professora, descobriu Israel. Desajeitado, envergonhado. Um vulto, um espectro na porta da escola. Com um sorriso inocente e uns olhos de vira-lata pidão. Eliane viu Israel. E Israel se viu refletido no olhar de Eliane. E o que se passou naquele olhar foi um milagre de gente. Israel descobriu nos olhos da professora que era um homem, não um escombro.
Israel perseguiu o olho de espelho da professora. E, quando perceberam, Israel estava na janela da sala de aula da segunda série C. Uma cena e tanto. Israel na janela, espiando para dentro. Cantando no lado de fora, desenhando com os olhos. Quando o chamavam, fugia.
E, num dia de agosto, Israel completou a subversão. Cruzou a porta e pintou bonecos de papel. Israel estava todo dentro do olhar da professora. Israel, o pária, tinha se transformado em Israel, o amigo. Ganhou roupas, ganhou pasta, ganhou lápis de cor. Trazia até umas pupilas novas, enormes, iluminadas. E um sorriso também recém-inventado.
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(Eliane Brum. A vida que ninguém vê. Porto Alegre: Arquipélago Editorial, 2006. Excerto adaptado)

A expressão destacada na frase do 5° parágrafo “De tanto gostar do menino que lhe sorriu, Israel o seguiu até a escola.” exprime, no contexto,

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Um olhar que nasceu na Vila Kephas. Nesta vila, cheia de presságios e de misérias, vagava um rapaz de 29 anos com o nome de Israel. Imundo, meio abilolado, malcheiroso, Israel vivia atirado num canto ou outro da vila. Desregulado das ideias, segundo o senso comum. Escorraçado como um cão, torturado pelos garotos maus. Israel era a escória da escória.
Um dia Israel se aproximou de um menino. De nove anos, chamado Lucas. Olhos de amêndoa, rosto de esconderijo. Bom de bola, bom de rua. De tanto gostar do menino que lhe sorriu, Israel o seguiu até a escola. Israel chegou até lá por fome. De comida, de afago, de lápis de cor. Fome de um olhar.
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O texto narra a história

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Para montar uma exposição de trabalhos de alunos, 9 professores, todos de mesmo desempenho, trabalharam durante 10 horas. Nessas mesmas condições, o número de professores necessários para fazer essa montagem em apenas 6 horas, seria

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Em uma escola, o número de alunos do Ensino Fundamental II corresponde a 80% do número de alunos do Ensino Fundamental I, e o número de alunos do Ensino Fundamental I corresponde a 75% do número de alunos da Educação Infantil. Se no Ensino Fundamental II há 240 alunos, o número de alunos da Educação Infantil é

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Uma empresa irá dividir um prêmio de R$ 10.000,00 entre seus três melhores vendedores de modo diretamente proporcional ao tempo de trabalho, em anos, que cada um tem na empresa. Se os tempos de serviço desses vendedores são 9 anos, 6 anos e 5 anos, então, o vendedor com maior tempo de serviço irá receber o valor de

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Em uma escola, há 150 crianças na Educação Infantil, das quais 35  gostam de leite com chocolate. Das demais crianças, 34  gostam de leite puro e as outras preferem leite com groselha. Em relação ao número total de crianças da Educação Infantil, aquelas que preferem leite com groselha correspondem a

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A expressão verbal destacada na frase “Em pouco tempo, adiantara-me bastante.” está corretamente substituída pela forma composta equivalente, sem prejuízo de sentido ao texto, em:

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Exprime circunstância de modo, no contexto em que é empregada, a expressão destacada na frase:

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