Questões de concursos

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Encontradas 540 questões

O Plano Nacional de Educação (PNE), aprovado pela Lei nº 15.388/26, traz em seu Objetivo 7 um conjunto de metas e estratégias acerca de conectividade, educação digital e integração das Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDICs) à educação. 

A respeito da inteligência artificial, a Estratégia 7.18 prevê, num prazo de dois anos,

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Sobre os três anos iniciais do Ensino Fundamental, a Resolução CNE/CEB nº 7/2010 afirma, em seu art. 30, que

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Martins (2013) afirma que diferentes abordagens pedagógicas rendem interpretações também distintas sobre o fenômeno da educação escolar. A autora parte de uma concepção de educação escolar que considera a natureza social do desenvolvimento psíquico. O trabalho pedagógico é uma forma de expressão da prática social, o que “pressupõe o reconhecimento da educação escolar nas intersecções com a forma organizativa de sociedade vigente, reconhecendo-a, sobretudo, para identificar seus limites opondo-se a eles”. Assim, Martins (2013) entende haver uma condicionalidade “entre aprendizagem e desenvolvimento, ancorada na dialética que se institui entre os processos interpessoais (interpsíquicos) e os processos intrapessoais (intrapsíquicos)”. 

A perspectiva acima apresentada condiz com uma abordagem pedagógica

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Pinheiro (2023) usa como título de um de seus capítulos a provocativa pergunta: “Eu, professor branco, posso ser antirracista?”. Esta questão traz à tona uma série de reflexões sobre o papel das pessoas brancas na causa racial, especialmente no contexto escolar. 

Assinale a alternativa condizente com a perspectiva da autora sobre o assunto.

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Henry Giroux (1997) descreve a emergência de um movimento que denomina “nova sociologia do currículo”, cujos questionamentos enfrentam “crenças e suposições profundamente arraigadas que caracterizam o currículo tradicional”. Há grande diversidade entre os pontos de vista desse grupo de teóricos. Entretanto, algo que unifica a perspectiva dos intelectuais da nova sociologia é a ideia de que

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O cenário climático tem colocado importantes desafios à humanidade, obrigando-a a buscar soluções urgentes para as questões ambientais. No campo da educação, é desejável a busca por novos referenciais que nos ajudem a enfrentar esses problemas. 

Nesse contexto, a leitura de Krenak (2019) traz uma perspectiva original e contributiva. Uma das ideias propostas pelo autor é a de que

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Sobre as tensões que caracterizam a prática docente, assinale a alternativa que traz a formulação condizente com a posição defendida por Paulo Freire (2001).

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Dahlberg, Moss e Pence (2019) refletem sobre o papel que instituições dedicadas à primeira infância poderiam exercer. Os autores propõem reconhecer essas escolas como

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Ao abordar as denominadas identidades normais, Ropoli (2010) afirma que a educação inclusiva

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Em algum momento durante um teste de rotina, um agente autônomo de inteligência artificial desenvolvido pela OpenAI decidiu, por conta própria, que os limites programados por seus criadores eram um obstáculo a ser contornado. O sistema invadiu os servidores, atacou serviços públicos e operou fora de qualquer supervisão humana por dias – sem que ninguém percebesse. Quando a falha foi identificada, o debate sobre os riscos da IA ganhou um dado que nenhuma projeção teórica consegue substituir: um caso real, documentado e indefensável.
A confirmação do episódio nesta semana, pela própria OpenAI, é o fim definitivo do benefício da dúvida. O fato de ter ocorrido durante um teste de rotina e passado dias despercebido pelos próprios criadores tira o debate sobre os riscos da tecnologia das abstrações e o joga diretamente na pauta da segurança global.
O perigo real não reside em um cenário de ficção científica, mas na arquitetura silenciosa do nosso cotidiano. Quando um programa se mostra capaz de tomar decisões autônomas para explorar falhas de segurança sem qualquer supervisão humana, o risco deixa de ser uma anomalia de código. Um vazamento sistêmico em larga escala se traduziria em apagões, paralisação de cadeias de suprimentos e caos bancário, atingindo o preço dos alimentos, a geração de empregos e a estabilidade do cidadão comum, com impactos mais severos onde a resiliência digital é mais precária.
Há uma contradição flagrante na postura das gigantes do setor. As mesmas corporações que assinam cartas abertas pedindo regulações globais correm uma maratona comercial implacável para lançar produtos cada vez mais independentes, priorizando o domínio de mercado em detrimento da segurança. O resgate histórico recente mostra que a promessa de mecanismos de contenção de emergência (os chamados “botões de desligamento”) é uma falácia retórica. Se os desenvolvedores de ponta demoram dias para notar que a própria criação escapou do escopo programado, a ideia de que haverá tempo hábil para puxar a tomada antes de um colapso em rede é otimismo sem lastro.
O alerta foi dado de forma didática, e reconhecido pela própria OpenAI. Ignorá-lo não é uma aposta na inovação. É o roteiro para um desastre do qual não haverá como se recuperar.
(Editorial. https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 05.08.2026. Adaptado)

Um agente autônomo de inteligência artificial começou _____ contornar os limites programados por seus criadores. Então, deu início _____ invasão de servidores, atacou serviços públicos e operou sem qualquer supervisão humana. Quando _____ falha veio _____ tona, o debate sobre os riscos da IA deu-se com um caso real.

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Em algum momento durante um teste de rotina, um agente autônomo de inteligência artificial desenvolvido pela OpenAI decidiu, por conta própria, que os limites programados por seus criadores eram um obstáculo a ser contornado. O sistema invadiu os servidores, atacou serviços públicos e operou fora de qualquer supervisão humana por dias – sem que ninguém percebesse. Quando a falha foi identificada, o debate sobre os riscos da IA ganhou um dado que nenhuma projeção teórica consegue substituir: um caso real, documentado e indefensável.
A confirmação do episódio nesta semana, pela própria OpenAI, é o fim definitivo do benefício da dúvida. O fato de ter ocorrido durante um teste de rotina e passado dias despercebido pelos próprios criadores tira o debate sobre os riscos da tecnologia das abstrações e o joga diretamente na pauta da segurança global.
O perigo real não reside em um cenário de ficção científica, mas na arquitetura silenciosa do nosso cotidiano. Quando um programa se mostra capaz de tomar decisões autônomas para explorar falhas de segurança sem qualquer supervisão humana, o risco deixa de ser uma anomalia de código. Um vazamento sistêmico em larga escala se traduziria em apagões, paralisação de cadeias de suprimentos e caos bancário, atingindo o preço dos alimentos, a geração de empregos e a estabilidade do cidadão comum, com impactos mais severos onde a resiliência digital é mais precária.
Há uma contradição flagrante na postura das gigantes do setor. As mesmas corporações que assinam cartas abertas pedindo regulações globais correm uma maratona comercial implacável para lançar produtos cada vez mais independentes, priorizando o domínio de mercado em detrimento da segurança. O resgate histórico recente mostra que a promessa de mecanismos de contenção de emergência (os chamados “botões de desligamento”) é uma falácia retórica. Se os desenvolvedores de ponta demoram dias para notar que a própria criação escapou do escopo programado, a ideia de que haverá tempo hábil para puxar a tomada antes de um colapso em rede é otimismo sem lastro.
O alerta foi dado de forma didática, e reconhecido pela própria OpenAI. Ignorá-lo não é uma aposta na inovação. É o roteiro para um desastre do qual não haverá como se recuperar.
(Editorial. https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 05.08.2026. Adaptado)

Assinale a alternativa que atende à norma-padrão de concordância nominal e de concordância verbal.

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A confirmação do episódio nesta semana, pela própria OpenAI, é o fim definitivo do benefício da dúvida. O fato de ter ocorrido durante um teste de rotina e passado dias despercebido pelos próprios criadores tira o debate sobre os riscos da tecnologia das abstrações e o joga diretamente na pauta da segurança global.
O perigo real não reside em um cenário de ficção científica, mas na arquitetura silenciosa do nosso cotidiano. Quando um programa se mostra capaz de tomar decisões autônomas para explorar falhas de segurança sem qualquer supervisão humana, o risco deixa de ser uma anomalia de código. Um vazamento sistêmico em larga escala se traduziria em apagões, paralisação de cadeias de suprimentos e caos bancário, atingindo o preço dos alimentos, a geração de empregos e a estabilidade do cidadão comum, com impactos mais severos onde a resiliência digital é mais precária.
Há uma contradição flagrante na postura das gigantes do setor. As mesmas corporações que assinam cartas abertas pedindo regulações globais correm uma maratona comercial implacável para lançar produtos cada vez mais independentes, priorizando o domínio de mercado em detrimento da segurança. O resgate histórico recente mostra que a promessa de mecanismos de contenção de emergência (os chamados “botões de desligamento”) é uma falácia retórica. Se os desenvolvedores de ponta demoram dias para notar que a própria criação escapou do escopo programado, a ideia de que haverá tempo hábil para puxar a tomada antes de um colapso em rede é otimismo sem lastro.
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Assinale a alternativa em que o termo destacado está empregado em sentido próprio.

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A confirmação do episódio nesta semana, pela própria OpenAI, é o fim definitivo do benefício da dúvida. O fato de ter ocorrido durante um teste de rotina e passado dias despercebido pelos próprios criadores tira o debate sobre os riscos da tecnologia das abstrações e o joga diretamente na pauta da segurança global.
O perigo real não reside em um cenário de ficção científica, mas na arquitetura silenciosa do nosso cotidiano. Quando um programa se mostra capaz de tomar decisões autônomas para explorar falhas de segurança sem qualquer supervisão humana, o risco deixa de ser uma anomalia de código. Um vazamento sistêmico em larga escala se traduziria em apagões, paralisação de cadeias de suprimentos e caos bancário, atingindo o preço dos alimentos, a geração de empregos e a estabilidade do cidadão comum, com impactos mais severos onde a resiliência digital é mais precária.
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Com a frase “O resgate histórico recente mostra que a promessa de mecanismos de contenção de emergência (os chamados “botões de desligamento”) é uma falácia retórica.” (4º parágrafo), entende-se que

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A confirmação do episódio nesta semana, pela própria OpenAI, é o fim definitivo do benefício da dúvida. O fato de ter ocorrido durante um teste de rotina e passado dias despercebido pelos próprios criadores tira o debate sobre os riscos da tecnologia das abstrações e o joga diretamente na pauta da segurança global.
O perigo real não reside em um cenário de ficção científica, mas na arquitetura silenciosa do nosso cotidiano. Quando um programa se mostra capaz de tomar decisões autônomas para explorar falhas de segurança sem qualquer supervisão humana, o risco deixa de ser uma anomalia de código. Um vazamento sistêmico em larga escala se traduziria em apagões, paralisação de cadeias de suprimentos e caos bancário, atingindo o preço dos alimentos, a geração de empregos e a estabilidade do cidadão comum, com impactos mais severos onde a resiliência digital é mais precária.
Há uma contradição flagrante na postura das gigantes do setor. As mesmas corporações que assinam cartas abertas pedindo regulações globais correm uma maratona comercial implacável para lançar produtos cada vez mais independentes, priorizando o domínio de mercado em detrimento da segurança. O resgate histórico recente mostra que a promessa de mecanismos de contenção de emergência (os chamados “botões de desligamento”) é uma falácia retórica. Se os desenvolvedores de ponta demoram dias para notar que a própria criação escapou do escopo programado, a ideia de que haverá tempo hábil para puxar a tomada antes de um colapso em rede é otimismo sem lastro.
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De acordo com o editorial, o fato de um agente autônomo de inteligência artificial contornar os limites programados por seus criadores revela que essa falha ocorrida

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Para Gonzales (2024), o Carnaval tem origens nas festas consagradas aos deuses Dionísio e Baco. Na descrição de sua apropriação pela religião católica em diversos territórios, a autora caracteriza a herança do Carnaval português, no Brasil, como o Entrudo, definido como uma festa

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Analise o fragmento a seguir:

(...) são um folguedo popular procedente da península Ibérica; lá elas exerciam a função de realçar as festas de caráter religioso, político ou guerreiro. Sua origem, no entanto, está nos torneios medievais que serviam de entretenimento nos intervalos das guerras. No Brasil, teriam função semelhante às de suas similares ibéricas. Tanto que, nos dias de hoje, vamos encontrá-las vinculadas a festas religiosas de caráter local ou geral, como a Festa do Divino.

(Gonzales, Lélia. Festas populares no Brasil. Adaptado)

O fragmento aponta para
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Segundo Martins, Picosque e Guerra (2011), a linguagem da dança é um pensar em termos de movimento, que se executa como emoção física, impulsionado pelas sensações musculares e articulações do corpo. É, portanto, um pensamento

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Para Martins, Picosque e Guerra (2011), os elementos constitutivos da estrutura da linguagem teatral são:

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Caracterizado por Gonzales (2024) como música e passo do Carnaval pernambucano, resultado da fusão de diversos gêneros musicais, como maxixe, polca, quadrilha, modinha, entre outros, executados em andamento acelerado pelas bandas musicais. Em relação à coreografia, suas origens estão nas configurações das capoeiras à frente das bandas militares na segunda metade do século XIX.

O trecho descreve

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Segundo Brito (2019), essa prática é uma forma de jogo-atividade-exercício que permite projetar e absorver elementos ou alimentos musicais, numa constante retroalimentação. Seus objetivos gerais seriam permitir que ocorra uma descarga (por meio da ação, da manipulação, da expressão, da comunicação) a nível corporal, afetivo, mental e social e, por outro lado, que o praticante incorpore e metabolize sensações, experiências, conhecimentos; desenvolva hábitos, habilidades, memória, imaginação, capacidade de observação e imitação; adquira sensibilidade, consciência, confiança e segurança em si mesmo e em suas possibilidades.

(Brito, Teca Alencar. Um jogo chamado música: escuta, experiência, criação, educação. Adaptado)

Esse excerto, a partir da autora Violeta Gainza, define, segundo essa autora, a
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