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Encontradas 1548 questões

Há tanto tempo, sim, que não te escrevo,
Ficaram velhas todas as notícias.

(Carlos Drummond de Andrade)

Enfatizou-se o sentido de uma conseqüência na seguinte paráfrase desses versos:
😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

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Levando-se em conta sobretudo os aspectos da coesão e da coerência, a frase bem estruturada é:

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

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O potencial benéfico da erva-mate demonstrado em estudos realizados com animais, como, por exemplo, “A redução da formação de placas de gordura”, foram desenvolvidos por mim e por meus alunos.

Uma redação mais clara e correta do texto seria:

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

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Considere as afirmativas apresentadas abaixo.

I. O léxico português, tal o número de palavras comuns, semelhantes na forma e no sentido, tem sua origem fundamentalmente no Latim.
II. A história do léxico português reflete, de maneira expressiva, a história externa da língua, quer dizer, a história dos contatos da população de Língua Portuguesa com as mais diversas culturas.
III. Apesar do longo período de domínio árabe na Península Ibérica, não há marcas de sua influência no Português, devido às extremas diferenças estruturais entre ambas as línguas.
IV. Palavras de origem germânica entraram no Português, em maior número, na época das invasões desses povos na Península e referem-se, em geral, à arte militar, seus usos e costumes.

Está correto o que se afirma SOMENTE em

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Considerando-se as características do Português no Brasil, está INCORRETO o que se afirma em:

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A concordância está feita corretamente na frase:

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Texto associado
Viver é compartilhar significados, é expressar os sentidos das coisas de tal forma que eles sejam compreendidos pelos outros. Por isso a insistência para que os saberes aprendidos na escola sejam significativos: porque são imprescindíveis para viver. Daí a necessidade da abertura do currículo para a experiência e o conhecimento existentes fora do contexto escolar.
Na vida estamos permanentemente formando sentidos e compartilhando-os com familiares, amigos, professores, colegas de escola e de trabalho. Também realizamos essa troca com escritores, compositores, cineastas, artistas em geral e até com os inúmeros interlocutores anônimos dos meios de comunicação e do ciberespaço. Mas o que diferencia a situação de aprendizagem escolar das demais? Por que, apesar das muitas oportunidades de elaborar conhecimentos significativos, nenhuma substitui a que acontece na sala de aula?
Primeiro, porque na escola a construção dos saberes é deliberada. Tanto o professor quanto o projeto pedagógico têm uma intenção: existem objetivos a serem alcançados e por isso ocorre uma seleção do que vai ser ensinado e aprendido. Essa aprendizagem é também sistemática, pois se dá de acordo com a organização e a seqüência da metodologia de ensino escolhida pelo docente.
Segundo, porque a escola não pode se limitar a conectar o conhecimento com a experiência imediata e espontânea. Pode parecer contraditório, mas não é: cabe à educação, ao mesmo tempo ou no devido tempo, libertar o aluno do cotidiano, fazendo-o superar a experiência imediata para poder alcançar conhecimentos mais amplos e perenes – aqueles sistematizados nas ciências, nas artes e nas linguagens. São esses que, mobilizados, favorecem o enfrentamento das muitas tarefas da vida, do trabalho produtivo e o exercício da cidadania qualificada.
O terceiro ponto é que na escola incidem de forma direta e intencional os valores éticos, políticos e estéticos da comunidade, visando a mudança e a melhoria da sociedade em geral. Resumindo: conhecimentos significativos têm como ponto de partida a experiência do aluno, generalizam-se para permitir a apropriação e a compreensão mais ampla do mundo físico e social e aplicam-se de forma pertinente e duradoura às muitas práticas que configuram a vida humana. [...]
(Guiomar Namo de Mello, Nova escola, novembro de 2004, p. 18)

Quanto ao nível de linguagem empregada no texto, é correto afirmar que

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Texto associado
Viver é compartilhar significados, é expressar os sentidos das coisas de tal forma que eles sejam compreendidos pelos outros. Por isso a insistência para que os saberes aprendidos na escola sejam significativos: porque são imprescindíveis para viver. Daí a necessidade da abertura do currículo para a experiência e o conhecimento existentes fora do contexto escolar.
Na vida estamos permanentemente formando sentidos e compartilhando-os com familiares, amigos, professores, colegas de escola e de trabalho. Também realizamos essa troca com escritores, compositores, cineastas, artistas em geral e até com os inúmeros interlocutores anônimos dos meios de comunicação e do ciberespaço. Mas o que diferencia a situação de aprendizagem escolar das demais? Por que, apesar das muitas oportunidades de elaborar conhecimentos significativos, nenhuma substitui a que acontece na sala de aula?
Primeiro, porque na escola a construção dos saberes é deliberada. Tanto o professor quanto o projeto pedagógico têm uma intenção: existem objetivos a serem alcançados e por isso ocorre uma seleção do que vai ser ensinado e aprendido. Essa aprendizagem é também sistemática, pois se dá de acordo com a organização e a seqüência da metodologia de ensino escolhida pelo docente.
Segundo, porque a escola não pode se limitar a conectar o conhecimento com a experiência imediata e espontânea. Pode parecer contraditório, mas não é: cabe à educação, ao mesmo tempo ou no devido tempo, libertar o aluno do cotidiano, fazendo-o superar a experiência imediata para poder alcançar conhecimentos mais amplos e perenes – aqueles sistematizados nas ciências, nas artes e nas linguagens. São esses que, mobilizados, favorecem o enfrentamento das muitas tarefas da vida, do trabalho produtivo e o exercício da cidadania qualificada.
O terceiro ponto é que na escola incidem de forma direta e intencional os valores éticos, políticos e estéticos da comunidade, visando a mudança e a melhoria da sociedade em geral. Resumindo: conhecimentos significativos têm como ponto de partida a experiência do aluno, generalizam-se para permitir a apropriação e a compreensão mais ampla do mundo físico e social e aplicam-se de forma pertinente e duradoura às muitas práticas que configuram a vida humana. [...]
(Guiomar Namo de Mello, Nova escola, novembro de 2004, p. 18)

A linguagem utilizada no texto tem função, predominantemente,

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Viver é compartilhar significados, é expressar os sentidos das coisas de tal forma que eles sejam compreendidos pelos outros. Por isso a insistência para que os saberes aprendidos na escola sejam significativos: porque são imprescindíveis para viver. Daí a necessidade da abertura do currículo para a experiência e o conhecimento existentes fora do contexto escolar.
Na vida estamos permanentemente formando sentidos e compartilhando-os com familiares, amigos, professores, colegas de escola e de trabalho. Também realizamos essa troca com escritores, compositores, cineastas, artistas em geral e até com os inúmeros interlocutores anônimos dos meios de comunicação e do ciberespaço. Mas o que diferencia a situação de aprendizagem escolar das demais? Por que, apesar das muitas oportunidades de elaborar conhecimentos significativos, nenhuma substitui a que acontece na sala de aula?
Primeiro, porque na escola a construção dos saberes é deliberada. Tanto o professor quanto o projeto pedagógico têm uma intenção: existem objetivos a serem alcançados e por isso ocorre uma seleção do que vai ser ensinado e aprendido. Essa aprendizagem é também sistemática, pois se dá de acordo com a organização e a seqüência da metodologia de ensino escolhida pelo docente.
Segundo, porque a escola não pode se limitar a conectar o conhecimento com a experiência imediata e espontânea. Pode parecer contraditório, mas não é: cabe à educação, ao mesmo tempo ou no devido tempo, libertar o aluno do cotidiano, fazendo-o superar a experiência imediata para poder alcançar conhecimentos mais amplos e perenes – aqueles sistematizados nas ciências, nas artes e nas linguagens. São esses que, mobilizados, favorecem o enfrentamento das muitas tarefas da vida, do trabalho produtivo e o exercício da cidadania qualificada.
O terceiro ponto é que na escola incidem de forma direta e intencional os valores éticos, políticos e estéticos da comunidade, visando a mudança e a melhoria da sociedade em geral. Resumindo: conhecimentos significativos têm como ponto de partida a experiência do aluno, generalizam-se para permitir a apropriação e a compreensão mais ampla do mundo físico e social e aplicam-se de forma pertinente e duradoura às muitas práticas que configuram a vida humana. [...]
(Guiomar Namo de Mello, Nova escola, novembro de 2004, p. 18)

Considere as afirmativas seguintes, a respeito da estrutura e formação de algumas palavras tal como empregadas no texto:

I. Compartilhar, expressar e os saberes são exemplos de emprego do infinitivo verbal como substantivo, inclusive com a possibilidade de formação regular de plural.

II. Pedagógico é um adjetivo formado por derivação sufixal, a partir de um vocábulo advindo de radicais de origem grega.

III. As palavras da expressão inúmeros interlocutores anônimos são formadas por derivação prefixal, sendo que dois desses prefixos indicam negação.

Está correto o que se afirma em

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Na vida estamos permanentemente formando sentidos e compartilhando-os com familiares, amigos, professores, colegas de escola e de trabalho. Também realizamos essa troca com escritores, compositores, cineastas, artistas em geral e até com os inúmeros interlocutores anônimos dos meios de comunicação e do ciberespaço. Mas o que diferencia a situação de aprendizagem escolar das demais? Por que, apesar das muitas oportunidades de elaborar conhecimentos significativos, nenhuma substitui a que acontece na sala de aula?
Primeiro, porque na escola a construção dos saberes é deliberada. Tanto o professor quanto o projeto pedagógico têm uma intenção: existem objetivos a serem alcançados e por isso ocorre uma seleção do que vai ser ensinado e aprendido. Essa aprendizagem é também sistemática, pois se dá de acordo com a organização e a seqüência da metodologia de ensino escolhida pelo docente.
Segundo, porque a escola não pode se limitar a conectar o conhecimento com a experiência imediata e espontânea. Pode parecer contraditório, mas não é: cabe à educação, ao mesmo tempo ou no devido tempo, libertar o aluno do cotidiano, fazendo-o superar a experiência imediata para poder alcançar conhecimentos mais amplos e perenes – aqueles sistematizados nas ciências, nas artes e nas linguagens. São esses que, mobilizados, favorecem o enfrentamento das muitas tarefas da vida, do trabalho produtivo e o exercício da cidadania qualificada.
O terceiro ponto é que na escola incidem de forma direta e intencional os valores éticos, políticos e estéticos da comunidade, visando a mudança e a melhoria da sociedade em geral. Resumindo: conhecimentos significativos têm como ponto de partida a experiência do aluno, generalizam-se para permitir a apropriação e a compreensão mais ampla do mundo físico e social e aplicam-se de forma pertinente e duradoura às muitas práticas que configuram a vida humana. [...]
(Guiomar Namo de Mello, Nova escola, novembro de 2004, p. 18)

... apesar das muitas oportunidades de elaborar conhecimentos significativos, nenhuma substitui a que acontece na sala de aula? (final do 2º parágrafo)

O mesmo tipo de complemento exigido pelo verbo grifado acima encontra-se também na frase:

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Na vida estamos permanentemente formando sentidos e compartilhando-os com familiares, amigos, professores, colegas de escola e de trabalho. Também realizamos essa troca com escritores, compositores, cineastas, artistas em geral e até com os inúmeros interlocutores anônimos dos meios de comunicação e do ciberespaço. Mas o que diferencia a situação de aprendizagem escolar das demais? Por que, apesar das muitas oportunidades de elaborar conhecimentos significativos, nenhuma substitui a que acontece na sala de aula?
Primeiro, porque na escola a construção dos saberes é deliberada. Tanto o professor quanto o projeto pedagógico têm uma intenção: existem objetivos a serem alcançados e por isso ocorre uma seleção do que vai ser ensinado e aprendido. Essa aprendizagem é também sistemática, pois se dá de acordo com a organização e a seqüência da metodologia de ensino escolhida pelo docente.
Segundo, porque a escola não pode se limitar a conectar o conhecimento com a experiência imediata e espontânea. Pode parecer contraditório, mas não é: cabe à educação, ao mesmo tempo ou no devido tempo, libertar o aluno do cotidiano, fazendo-o superar a experiência imediata para poder alcançar conhecimentos mais amplos e perenes – aqueles sistematizados nas ciências, nas artes e nas linguagens. São esses que, mobilizados, favorecem o enfrentamento das muitas tarefas da vida, do trabalho produtivo e o exercício da cidadania qualificada.
O terceiro ponto é que na escola incidem de forma direta e intencional os valores éticos, políticos e estéticos da comunidade, visando a mudança e a melhoria da sociedade em geral. Resumindo: conhecimentos significativos têm como ponto de partida a experiência do aluno, generalizam-se para permitir a apropriação e a compreensão mais ampla do mundo físico e social e aplicam-se de forma pertinente e duradoura às muitas práticas que configuram a vida humana. [...]
(Guiomar Namo de Mello, Nova escola, novembro de 2004, p. 18)

Com a alteração na colocação dos pronomes nos segmentos abaixo, ocorre mudança do sentido original em

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Na vida estamos permanentemente formando sentidos e compartilhando-os com familiares, amigos, professores, colegas de escola e de trabalho. Também realizamos essa troca com escritores, compositores, cineastas, artistas em geral e até com os inúmeros interlocutores anônimos dos meios de comunicação e do ciberespaço. Mas o que diferencia a situação de aprendizagem escolar das demais? Por que, apesar das muitas oportunidades de elaborar conhecimentos significativos, nenhuma substitui a que acontece na sala de aula?
Primeiro, porque na escola a construção dos saberes é deliberada. Tanto o professor quanto o projeto pedagógico têm uma intenção: existem objetivos a serem alcançados e por isso ocorre uma seleção do que vai ser ensinado e aprendido. Essa aprendizagem é também sistemática, pois se dá de acordo com a organização e a seqüência da metodologia de ensino escolhida pelo docente.
Segundo, porque a escola não pode se limitar a conectar o conhecimento com a experiência imediata e espontânea. Pode parecer contraditório, mas não é: cabe à educação, ao mesmo tempo ou no devido tempo, libertar o aluno do cotidiano, fazendo-o superar a experiência imediata para poder alcançar conhecimentos mais amplos e perenes – aqueles sistematizados nas ciências, nas artes e nas linguagens. São esses que, mobilizados, favorecem o enfrentamento das muitas tarefas da vida, do trabalho produtivo e o exercício da cidadania qualificada.
O terceiro ponto é que na escola incidem de forma direta e intencional os valores éticos, políticos e estéticos da comunidade, visando a mudança e a melhoria da sociedade em geral. Resumindo: conhecimentos significativos têm como ponto de partida a experiência do aluno, generalizam-se para permitir a apropriação e a compreensão mais ampla do mundo físico e social e aplicam-se de forma pertinente e duradoura às muitas práticas que configuram a vida humana. [...]
(Guiomar Namo de Mello, Nova escola, novembro de 2004, p. 18)

– aqueles sistematizados nas ciências, nas artes e nas linguagens. (4º parágrafo)

O segmento separado pelo travessão traz

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Na vida estamos permanentemente formando sentidos e compartilhando-os com familiares, amigos, professores, colegas de escola e de trabalho. Também realizamos essa troca com escritores, compositores, cineastas, artistas em geral e até com os inúmeros interlocutores anônimos dos meios de comunicação e do ciberespaço. Mas o que diferencia a situação de aprendizagem escolar das demais? Por que, apesar das muitas oportunidades de elaborar conhecimentos significativos, nenhuma substitui a que acontece na sala de aula?
Primeiro, porque na escola a construção dos saberes é deliberada. Tanto o professor quanto o projeto pedagógico têm uma intenção: existem objetivos a serem alcançados e por isso ocorre uma seleção do que vai ser ensinado e aprendido. Essa aprendizagem é também sistemática, pois se dá de acordo com a organização e a seqüência da metodologia de ensino escolhida pelo docente.
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(Guiomar Namo de Mello, Nova escola, novembro de 2004, p. 18)

O segmento transcrito em outras palavras, sem alteração do sentido original, é:

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Na vida estamos permanentemente formando sentidos e compartilhando-os com familiares, amigos, professores, colegas de escola e de trabalho. Também realizamos essa troca com escritores, compositores, cineastas, artistas em geral e até com os inúmeros interlocutores anônimos dos meios de comunicação e do ciberespaço. Mas o que diferencia a situação de aprendizagem escolar das demais? Por que, apesar das muitas oportunidades de elaborar conhecimentos significativos, nenhuma substitui a que acontece na sala de aula?
Primeiro, porque na escola a construção dos saberes é deliberada. Tanto o professor quanto o projeto pedagógico têm uma intenção: existem objetivos a serem alcançados e por isso ocorre uma seleção do que vai ser ensinado e aprendido. Essa aprendizagem é também sistemática, pois se dá de acordo com a organização e a seqüência da metodologia de ensino escolhida pelo docente.
Segundo, porque a escola não pode se limitar a conectar o conhecimento com a experiência imediata e espontânea. Pode parecer contraditório, mas não é: cabe à educação, ao mesmo tempo ou no devido tempo, libertar o aluno do cotidiano, fazendo-o superar a experiência imediata para poder alcançar conhecimentos mais amplos e perenes – aqueles sistematizados nas ciências, nas artes e nas linguagens. São esses que, mobilizados, favorecem o enfrentamento das muitas tarefas da vida, do trabalho produtivo e o exercício da cidadania qualificada.
O terceiro ponto é que na escola incidem de forma direta e intencional os valores éticos, políticos e estéticos da comunidade, visando a mudança e a melhoria da sociedade em geral. Resumindo: conhecimentos significativos têm como ponto de partida a experiência do aluno, generalizam-se para permitir a apropriação e a compreensão mais ampla do mundo físico e social e aplicam-se de forma pertinente e duradoura às muitas práticas que configuram a vida humana. [...]
(Guiomar Namo de Mello, Nova escola, novembro de 2004, p. 18)

... nenhuma substitui a que acontece na sala de aula? (final do 2º parágrafo)

Considerando-se o contexto, os pronomes grifados na frase acima, referem-se a

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Na vida estamos permanentemente formando sentidos e compartilhando-os com familiares, amigos, professores, colegas de escola e de trabalho. Também realizamos essa troca com escritores, compositores, cineastas, artistas em geral e até com os inúmeros interlocutores anônimos dos meios de comunicação e do ciberespaço. Mas o que diferencia a situação de aprendizagem escolar das demais? Por que, apesar das muitas oportunidades de elaborar conhecimentos significativos, nenhuma substitui a que acontece na sala de aula?
Primeiro, porque na escola a construção dos saberes é deliberada. Tanto o professor quanto o projeto pedagógico têm uma intenção: existem objetivos a serem alcançados e por isso ocorre uma seleção do que vai ser ensinado e aprendido. Essa aprendizagem é também sistemática, pois se dá de acordo com a organização e a seqüência da metodologia de ensino escolhida pelo docente.
Segundo, porque a escola não pode se limitar a conectar o conhecimento com a experiência imediata e espontânea. Pode parecer contraditório, mas não é: cabe à educação, ao mesmo tempo ou no devido tempo, libertar o aluno do cotidiano, fazendo-o superar a experiência imediata para poder alcançar conhecimentos mais amplos e perenes – aqueles sistematizados nas ciências, nas artes e nas linguagens. São esses que, mobilizados, favorecem o enfrentamento das muitas tarefas da vida, do trabalho produtivo e o exercício da cidadania qualificada.
O terceiro ponto é que na escola incidem de forma direta e intencional os valores éticos, políticos e estéticos da comunidade, visando a mudança e a melhoria da sociedade em geral. Resumindo: conhecimentos significativos têm como ponto de partida a experiência do aluno, generalizam-se para permitir a apropriação e a compreensão mais ampla do mundo físico e social e aplicam-se de forma pertinente e duradoura às muitas práticas que configuram a vida humana. [...]
(Guiomar Namo de Mello, Nova escola, novembro de 2004, p. 18)

Observa-se relação semântica de causa e conseqüência, respectivamente, entre os enunciados:

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Na vida estamos permanentemente formando sentidos e compartilhando-os com familiares, amigos, professores, colegas de escola e de trabalho. Também realizamos essa troca com escritores, compositores, cineastas, artistas em geral e até com os inúmeros interlocutores anônimos dos meios de comunicação e do ciberespaço. Mas o que diferencia a situação de aprendizagem escolar das demais? Por que, apesar das muitas oportunidades de elaborar conhecimentos significativos, nenhuma substitui a que acontece na sala de aula?
Primeiro, porque na escola a construção dos saberes é deliberada. Tanto o professor quanto o projeto pedagógico têm uma intenção: existem objetivos a serem alcançados e por isso ocorre uma seleção do que vai ser ensinado e aprendido. Essa aprendizagem é também sistemática, pois se dá de acordo com a organização e a seqüência da metodologia de ensino escolhida pelo docente.
Segundo, porque a escola não pode se limitar a conectar o conhecimento com a experiência imediata e espontânea. Pode parecer contraditório, mas não é: cabe à educação, ao mesmo tempo ou no devido tempo, libertar o aluno do cotidiano, fazendo-o superar a experiência imediata para poder alcançar conhecimentos mais amplos e perenes – aqueles sistematizados nas ciências, nas artes e nas linguagens. São esses que, mobilizados, favorecem o enfrentamento das muitas tarefas da vida, do trabalho produtivo e o exercício da cidadania qualificada.
O terceiro ponto é que na escola incidem de forma direta e intencional os valores éticos, políticos e estéticos da comunidade, visando a mudança e a melhoria da sociedade em geral. Resumindo: conhecimentos significativos têm como ponto de partida a experiência do aluno, generalizam-se para permitir a apropriação e a compreensão mais ampla do mundo físico e social e aplicam-se de forma pertinente e duradoura às muitas práticas que configuram a vida humana. [...]
(Guiomar Namo de Mello, Nova escola, novembro de 2004, p. 18)

Mas o que diferencia a situação de aprendizagem escolar das demais? (2º parágrafo)

A resposta à questão colocada acima, considerando-se o contexto, está na

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Na vida estamos permanentemente formando sentidos e compartilhando-os com familiares, amigos, professores, colegas de escola e de trabalho. Também realizamos essa troca com escritores, compositores, cineastas, artistas em geral e até com os inúmeros interlocutores anônimos dos meios de comunicação e do ciberespaço. Mas o que diferencia a situação de aprendizagem escolar das demais? Por que, apesar das muitas oportunidades de elaborar conhecimentos significativos, nenhuma substitui a que acontece na sala de aula?
Primeiro, porque na escola a construção dos saberes é deliberada. Tanto o professor quanto o projeto pedagógico têm uma intenção: existem objetivos a serem alcançados e por isso ocorre uma seleção do que vai ser ensinado e aprendido. Essa aprendizagem é também sistemática, pois se dá de acordo com a organização e a seqüência da metodologia de ensino escolhida pelo docente.
Segundo, porque a escola não pode se limitar a conectar o conhecimento com a experiência imediata e espontânea. Pode parecer contraditório, mas não é: cabe à educação, ao mesmo tempo ou no devido tempo, libertar o aluno do cotidiano, fazendo-o superar a experiência imediata para poder alcançar conhecimentos mais amplos e perenes – aqueles sistematizados nas ciências, nas artes e nas linguagens. São esses que, mobilizados, favorecem o enfrentamento das muitas tarefas da vida, do trabalho produtivo e o exercício da cidadania qualificada.
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A idéia central do texto apresenta-se

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Na vida estamos permanentemente formando sentidos e compartilhando-os com familiares, amigos, professores, colegas de escola e de trabalho. Também realizamos essa troca com escritores, compositores, cineastas, artistas em geral e até com os inúmeros interlocutores anônimos dos meios de comunicação e do ciberespaço. Mas o que diferencia a situação de aprendizagem escolar das demais? Por que, apesar das muitas oportunidades de elaborar conhecimentos significativos, nenhuma substitui a que acontece na sala de aula?
Primeiro, porque na escola a construção dos saberes é deliberada. Tanto o professor quanto o projeto pedagógico têm uma intenção: existem objetivos a serem alcançados e por isso ocorre uma seleção do que vai ser ensinado e aprendido. Essa aprendizagem é também sistemática, pois se dá de acordo com a organização e a seqüência da metodologia de ensino escolhida pelo docente.
Segundo, porque a escola não pode se limitar a conectar o conhecimento com a experiência imediata e espontânea. Pode parecer contraditório, mas não é: cabe à educação, ao mesmo tempo ou no devido tempo, libertar o aluno do cotidiano, fazendo-o superar a experiência imediata para poder alcançar conhecimentos mais amplos e perenes – aqueles sistematizados nas ciências, nas artes e nas linguagens. São esses que, mobilizados, favorecem o enfrentamento das muitas tarefas da vida, do trabalho produtivo e o exercício da cidadania qualificada.
O terceiro ponto é que na escola incidem de forma direta e intencional os valores éticos, políticos e estéticos da comunidade, visando a mudança e a melhoria da sociedade em geral. Resumindo: conhecimentos significativos têm como ponto de partida a experiência do aluno, generalizam-se para permitir a apropriação e a compreensão mais ampla do mundo físico e social e aplicam-se de forma pertinente e duradoura às muitas práticas que configuram a vida humana. [...]
(Guiomar Namo de Mello, Nova escola, novembro de 2004, p. 18)

De acordo com o texto,

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A tabela abaixo mostra as alturas de algumas pessoas de um grupo.
Chamando a média aritmética das alturas da tabela de M, a mediana de ME e a moda de MO, é correto afirmar que

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A quantidade existente de números pares maiores que 1 500 e menores que 2 000, formados apenas por algarismos distintos, é igual a

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