A BNCC define que a área de Linguagens é composta pelos componentes de: Língua Portuguesa, Artes e Educação Física. Analise as afirmativas que se seguem e responda o que se pede.
I- A finalidade da área de Linguagens é possibilitar aos estudantes participar de práticas de linguagem diversificadas, que lhes permitam ampliar suas capacidades expressivas em manifestações artísticas, corporais e linguísticas, como também seus conhecimentos sobre essas linguagens, desarticuladas das experiências vividas na Educação Infantil.
II- As linguagens passam a ter status próprios de objetos de conhecimento escolar. O importante, assim, é que os estudantes se apropriem das especificidades de cada linguagem, sem perder a visão do todo no qual elas estão inseridas.
III- Nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, os componentes curriculares tematizam diversas práticas, considerando especialmente aquelas relativas às culturas infantis tradicionais e contemporâneas. Nesse conjunto de práticas, nos dois primeiros anos desse segmento, o processo de alfabetização deve ser o foco da ação pedagógica.
É verdade o que se afirma apenas em:
Em sua prática pedagógica, o professor que atua nos anos iniciais não deve prescindir de brinquedos e brincadeiras, pois:
O conto de Ruth Rocha “O Direito das crianças”, abaixo, é a referência para responder as questões de nº 26 a 30.

Analise cada uma e assinale a alternativa CORRETA.
O texto “O Direito das crianças”:
O conto de Ruth Rocha “O Direito das crianças”, abaixo, é a referência para responder as questões de nº 26 a 30.

Analise cada uma e assinale a alternativa CORRETA.
O trabalho com contos nos anos iniciais do ensino fundamental deve se dá na perspectiva de:
Telma Weisz, em O diálogo entre ensino e a aprendizagem, afirma que um erro que precisa ser evitado pelos professores é o desvio espontaneísta: como é o aluno quem constrói o conhecimento, não seria necessário ensinar-lhe. A partir dessa crença o professor passa a não informar, a não corrigir e a se satisfazer com o que o aluno faz “do seu jeito”. Essa visão implica abandonar o aluno à sua própria sorte. A autora exemplifica que, quando uma criança entra na escola ainda não alfabetizada, tanto ela quanto o professor sabem que ela não sabe ler nem escrever. Ao propor que ela se arrisque a escrever do jeito que imagina, o que professor na verdade está propondo é uma atividade baseada na capacidade infantil de jogar, de fazer de conta. Em contrapartida, o professor deve usar tudo o que ele sabe sobre as hipóteses que as crianças constroem sobre a escrita para poder, interpretando o que o aluno escreveu, ajudá-lo a avançar. Para a autora, ao professor cabe
Mabel Panizza, em Ensinar matemática na educação infantil e nas séries iniciais: análise e propostas, mostra que, a uma longa tradição escolar que propunha aos alunos grandes quantidades de contas, seguiu-se uma nova corrente baseada na resolução de problemas. A autora traz o seguinte problema de adição: “Nesta caixa tenho 3 bolinhas e nesta outra, 42. Quantas bolinhas tenho ao todo?”. Para resolvê-lo, trata-se de encontrar a operação numérica adequada e calcular a soma. Conforme a autora, quando a professora intervém na escolha da operação adequada, respondendo afirmativamente a pergunta tão conhecida: “O sinal é de mais?”, pode-se dizer que
No livro Reflexões sobre alfabetização, Emilia Ferreiro afirma que “estamos tão acostumados a considerar a aprendizagem da leitura e escrita como um processo de aprendizagem escolar que se torna difícil reconhecermos que o desenvolvimento da leitura e da escrita começa muito antes da escolarização. Os educadores são os que têm maior dificuldade em aceitar isso. Não se trata simplesmente de aceitar, mas também de não ter medo de que seja assim”. Subjacente a essa dificuldade, está a ideia, criticada pela autora, de que
Em Construção do conhecimento em sala de aula, Celso Vasconcellos afirma que a metodologia de trabalho em sala de aula é uma síntese, um reflexo de toda uma concepção de educação e de um conjunto de objetivos. Para o autor, uma metodologia dialética de construção do conhecimento poderia ser expressa através de três grandes dimensões, eixos ou preocupações do educador no decorrer do trabalho pedagógico. Como superação tanto da metodologia tradicional quanto da escolanovista, o autor cita Mobilização para o Conhecimento, Construção do Conhecimento e
No livro Educação: um tesouro a descobrir, é apresentado o seguinte texto: “nas economias de subsistência,
as mulheres efetuam a maior parte dos trabalho e, em
relação aos homens, trabalham durante mais tempo por
dia e contribuem mais para o rendimento familiar. Esta
disparidade de condições entre sexos é uma das primeiras causas da pobreza pois, sob diversas formas, impede que centenas de milhões de mulheres tenham acesso
à educação, formação, serviços de saúde, às creches e
a um estatuto jurídico que lhes permita escapar a este
flagelo. Nos países em desenvolvimento, contra oito a
doze horas para homens, mulheres trabalham em médio
doze a dezoito horas por dia [...]”. O organizador do livro,
Jacques Delors, vê com preocupação a desigualdade
de homens e mulheres perante a educação, entendendo
que o princípio da equidade
O artigo 60 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, com a redação dada pela Emenda Constitucional no
53/2006, dispõe que a distribuição dos recursos
a que se refere o “caput” do artigo 212 da Constituição
Federal e de responsabilidades entre o Distrito Federal,
os Estados e seus Municípios é assegurada mediante a
criação, no âmbito de cada Estado e do Distrito Federal,
de um