Questões de concursos

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Encontradas 50 questões

Uma importante categoria na organização da Base Nacional Comum Curricular (Brasil, 2017) é a de Campos de Experiência.
É correto afirmar que esse arranjo curricular

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Borba (in Brasil, 2007) reflete sobre o lugar da brincadeira nas escolas de Educação Infantil e Ensino Fundamental. A partir do pensamento de Vygotsky, a autora compreende que o brincar envolve

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Sobre o ensino de linguagem verbal, Bräkling (2012) entende ser necessário organizar o trabalho em sala de aula de acordo com modalidades organizativas: os projetos (de leitura, escuta e produção de textos), as sequências de atividades e as atividades independentes.
Os dois critérios fundamentais para classificar as atividades em uma dessas modalidades são

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Um pedaço de cartolina tem o formato de triângulo retângulo, com hipotenusa medindo 17 cm. Sabendo-se que as medidas dos catetos do triângulo têm diferença de 7 cm, esse pedaço de cartolina tem área de

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Para imprimir determinado lote de folhas, sabe-se que são necessárias 2 impressoras idênticas, trabalhando juntas durante 3 horas, com a mesma quantidade de folhas impressas por minuto. Em certo dia, 2 dessas impressoras iniciaram, juntas, a impressão de um desses lotes, e, após 25  do trabalho ter sido realizado, uma das impressoras apresentou problemas, de maneira que a outra impressora imprimiu todas as folhas que ainda faltavam ser impressas.
O tempo que a impressora que continuou imprimindo precisou para terminar o lote de folhas foi

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Um polígono regular é aquele que tem todos os lados com a mesma medida e todos os ângulos internos com a mesma medida.
A medida de um ângulo interno de um hexágono regular é igual a

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Um computador é mantido ligado continuamente para executar três tarefas, A, B e C, sendo que cada uma das tarefas é executada em menos de duas horas. A tarefa A é executada a cada 3 horas, a tarefa B é executada a cada 4 horas, e a tarefa C é executada a cada 6 horas, e, exatamente às 8h da manhã de certo domingo, as três tarefas tiveram suas execuções iniciadas ao mesmo tempo.

Considerando-se desde o início das execuções das tarefas iniciadas às 8h daquele domingo, o número de vezes em que as execuções das três tarefas se iniciaram ao mesmo tempo, até o domingo seguinte, exatamente às 21h, foi igual a

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Do total de 1.470 alunos que estudam em uma escola no período da manhã, sabe-se que, para cada 2 alunos que estudam no Ensino Médio, 5 estudam no Ensino Fundamental.
Sendo assim, a diferença entre o número de alunos que estudam no Ensino Fundamental e o de alunos que estudam no Ensino Médio é igual a

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Em uma sala de aula, adicionando-se o número de carteiras disponíveis com o número de alunos matriculados, tem-se 71 como resultado. Quando todos os alunos matriculados estão presentes, ficam 3 carteiras desocupadas.
Isso significa que, no dia em que ficam 7 carteiras desocupadas, a quantidade de alunos presentes é igual a

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Três montes de papel sulfite, um com 75 folhas na cor branca, outro com 90 folhas na cor azul e um terceiro com 105 folhas na cor amarela, serão colocados em envelopes contendo, cada um, a mesma quantidade de folhas de papel sulfite de uma só cor.

Se o número de envelopes tem que ser o mínimo possível, então o número de envelopes com folhas na cor amarela deverá exceder o número de envelopes com folhas na cor azul em

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Ana precisava comprar 4 unidades de um mesmo produto, mas isso custaria R$ 15,00 a mais do que ela tinha disponível em sua carteira. Sendo assim, Ana pediu um desconto para o comerciante e levou as 4 unidades do produto pelo valor total que tinha disponível.
Sabendo-se que, se ela levasse apenas 3 unidades desse produto pelo preço original, então sobrariam R$ 13,00 do valor que ela tinha disponível, o valor que ela pagou por unidade do produto, com o desconto concedido pelo comerciante, foi de

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Analise o gráfico a seguir, que apresenta informações sobre a quantidade de crianças de 9 e 10 anos de um grupo de alunos:
Com base nas informações apresentadas no gráfico, é correto afirmar que, nesse grupo, a quantidade de crianças com 9 anos de idade corresponde, da quantidade de crianças com 10 anos de idade, a:

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Observe a tabela a seguir, que apresenta a distribuição das idades dos servidores de certa secretaria municipal, antes da realização de um concurso público:

Após a realização do concurso, quatro novos servidores passaram a integrar essa secretaria, dois com 24 anos cada e outros dois com 22 anos cada.

Sendo assim, em relação aos servidores dessa secretaria, é correto afirmar que a média aritmética simples das idades antes do concurso, em relação à média aritmética simples das idades após o concurso,

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De acordo com o art. 34 do Decreto nº 11.556/2023 (que institui o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada), o Ministério da Educação e as secretarias estaduais e municipais de educação estabelecerão estratégias, em seu âmbito de atuação, para identificar, reconhecer, premiar e disseminar práticas pedagógicas e de gestão exitosas no campo da garantia do direito à alfabetização, desenvolvidas por, entre outros,

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De acordo com a Resolução CNE/CEB nº 07/2010, que fixa diretrizes curriculares nacionais para o Ensino Fundamental de nove anos, assinale a alternativa correta.

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Valorizar as culturas das infâncias é o primeiro passo contra a adultização

Agosto foi definido pelo governo federal como o mês da primeira infância, mas vivemos uma contradição. Enquanto iniciativas buscam valorizar os primeiros anos de vida, surgem denúncias de hiperexposição e exploração de crianças na internet. O termo que ganhou força é “adultização”, quando meninas e meninos são pressionados a assumirem comportamentos e estéticas que não correspondem à sua idade. Como agir diante disso?
A infância é um período repleto de descobertas, imaginação e aprendizagens que não se resumem a conteúdos, mas à própria experiência de ser criança. Brincar livre, ouvir e contar histórias, mergulhar em jogos simbólicos e na curiosidade espontânea fazem parte do que chamamos de culturas das infâncias. E dizemos no plural por reconhecer a diversidade racial, social, de gênero, cultural e econômica das crianças em diferentes territórios e tempos históricos.
É por meio dessas experiências da infância que a criança constrói sua identidade, desenvolve habilidades socioemocionais e aprende a se relacionar com o mundo ao seu redor. Quando respeitamos e incentivamos essa cultura, contribuímos para uma formação mais saudável e integral, na qual há espaço para a ludicidade, para o erro como parte do processo de aprendizagem e para o tempo próprio de cada etapa do desenvolvimento.
Por outro lado, a adultização impõe às crianças padrões estéticos, consumistas e comportamentais próprios do mundo adulto. Dessa forma, a adultização precoce pode apagar a cultura das infâncias, diminuindo a importância do “aqui e agora” em prol de um “tornar-se” alguém. Esse é um lugar de exposição, de desamparo, já que a criança não tem mecanismos cognitivos, afetivos, emocionais, físicos, para lidar com o que representa essa adultização.
Educar contra a adultização é também um ato político e de cuidado: envolve garantir os direitos das crianças — brincar, conviver, aprender, se expressar —, assim como lutar por uma infância inclusiva, criativa e culturalmente rica. Valorizá-la é recuar da lógica produtiva e dar espaço ao afeto, à imaginação, à diversidade e à proteção de sua identidade própria. É compreender que a criança não é um “miniadulto”, mas um indivíduo em desenvolvimento que precisa de apoio, cuidado e espaço para ser criança.
(Miruna Kayano Genoino, 24.08.2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao. Adaptado.)

Leia a frase a seguir:

  • Quando expostas ________________ referências estéticas próprias do mundo adulto, as crianças ________________ um tipo de comportamento incompatível ________________ construção de suas identidades.

De acordo com a norma-padrão, as lacunas da frase devem ser preenchidas, respectivamente, com:

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Valorizar as culturas das infâncias é o primeiro passo contra a adultização

Agosto foi definido pelo governo federal como o mês da primeira infância, mas vivemos uma contradição. Enquanto iniciativas buscam valorizar os primeiros anos de vida, surgem denúncias de hiperexposição e exploração de crianças na internet. O termo que ganhou força é “adultização”, quando meninas e meninos são pressionados a assumirem comportamentos e estéticas que não correspondem à sua idade. Como agir diante disso?
A infância é um período repleto de descobertas, imaginação e aprendizagens que não se resumem a conteúdos, mas à própria experiência de ser criança. Brincar livre, ouvir e contar histórias, mergulhar em jogos simbólicos e na curiosidade espontânea fazem parte do que chamamos de culturas das infâncias. E dizemos no plural por reconhecer a diversidade racial, social, de gênero, cultural e econômica das crianças em diferentes territórios e tempos históricos.
É por meio dessas experiências da infância que a criança constrói sua identidade, desenvolve habilidades socioemocionais e aprende a se relacionar com o mundo ao seu redor. Quando respeitamos e incentivamos essa cultura, contribuímos para uma formação mais saudável e integral, na qual há espaço para a ludicidade, para o erro como parte do processo de aprendizagem e para o tempo próprio de cada etapa do desenvolvimento.
Por outro lado, a adultização impõe às crianças padrões estéticos, consumistas e comportamentais próprios do mundo adulto. Dessa forma, a adultização precoce pode apagar a cultura das infâncias, diminuindo a importância do “aqui e agora” em prol de um “tornar-se” alguém. Esse é um lugar de exposição, de desamparo, já que a criança não tem mecanismos cognitivos, afetivos, emocionais, físicos, para lidar com o que representa essa adultização.
Educar contra a adultização é também um ato político e de cuidado: envolve garantir os direitos das crianças — brincar, conviver, aprender, se expressar —, assim como lutar por uma infância inclusiva, criativa e culturalmente rica. Valorizá-la é recuar da lógica produtiva e dar espaço ao afeto, à imaginação, à diversidade e à proteção de sua identidade própria. É compreender que a criança não é um “miniadulto”, mas um indivíduo em desenvolvimento que precisa de apoio, cuidado e espaço para ser criança.
(Miruna Kayano Genoino, 24.08.2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao. Adaptado.)

Considere as seguintes passagens:

  • • Esse é um lugar de exposição, de desamparo, já que a criança não tem mecanismos cognitivos, afetivos, emocionais, físicos, para lidar com o que representa essa adultização. (4º parágrafo)
  • • ... envolve garantir os direitos das crianças — brincar, conviver, aprender, se expressar —, assim como lutar por uma infância inclusiva, criativa e culturalmente rica. (5º parágrafo)
No contexto em que estão empregadas, as expressões destacadas estabelecem, correta e respectivamente, relações de sentido de
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Valorizar as culturas das infâncias é o primeiro passo contra a adultização

Agosto foi definido pelo governo federal como o mês da primeira infância, mas vivemos uma contradição. Enquanto iniciativas buscam valorizar os primeiros anos de vida, surgem denúncias de hiperexposição e exploração de crianças na internet. O termo que ganhou força é “adultização”, quando meninas e meninos são pressionados a assumirem comportamentos e estéticas que não correspondem à sua idade. Como agir diante disso?
A infância é um período repleto de descobertas, imaginação e aprendizagens que não se resumem a conteúdos, mas à própria experiência de ser criança. Brincar livre, ouvir e contar histórias, mergulhar em jogos simbólicos e na curiosidade espontânea fazem parte do que chamamos de culturas das infâncias. E dizemos no plural por reconhecer a diversidade racial, social, de gênero, cultural e econômica das crianças em diferentes territórios e tempos históricos.
É por meio dessas experiências da infância que a criança constrói sua identidade, desenvolve habilidades socioemocionais e aprende a se relacionar com o mundo ao seu redor. Quando respeitamos e incentivamos essa cultura, contribuímos para uma formação mais saudável e integral, na qual há espaço para a ludicidade, para o erro como parte do processo de aprendizagem e para o tempo próprio de cada etapa do desenvolvimento.
Por outro lado, a adultização impõe às crianças padrões estéticos, consumistas e comportamentais próprios do mundo adulto. Dessa forma, a adultização precoce pode apagar a cultura das infâncias, diminuindo a importância do “aqui e agora” em prol de um “tornar-se” alguém. Esse é um lugar de exposição, de desamparo, já que a criança não tem mecanismos cognitivos, afetivos, emocionais, físicos, para lidar com o que representa essa adultização.
Educar contra a adultização é também um ato político e de cuidado: envolve garantir os direitos das crianças — brincar, conviver, aprender, se expressar —, assim como lutar por uma infância inclusiva, criativa e culturalmente rica. Valorizá-la é recuar da lógica produtiva e dar espaço ao afeto, à imaginação, à diversidade e à proteção de sua identidade própria. É compreender que a criança não é um “miniadulto”, mas um indivíduo em desenvolvimento que precisa de apoio, cuidado e espaço para ser criança.
(Miruna Kayano Genoino, 24.08.2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao. Adaptado.)

Considerando-se o sentido e a regência verbal, em conformidade com a norma-padrão, na frase do 2º parágrafo – A infância é um período repleto de descobertas, imaginação e aprendizagens que não se resumem a conteúdos... –, o trecho destacado pode ser substituído por:

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Agosto foi definido pelo governo federal como o mês da primeira infância, mas vivemos uma contradição. Enquanto iniciativas buscam valorizar os primeiros anos de vida, surgem denúncias de hiperexposição e exploração de crianças na internet. O termo que ganhou força é “adultização”, quando meninas e meninos são pressionados a assumirem comportamentos e estéticas que não correspondem à sua idade. Como agir diante disso?
A infância é um período repleto de descobertas, imaginação e aprendizagens que não se resumem a conteúdos, mas à própria experiência de ser criança. Brincar livre, ouvir e contar histórias, mergulhar em jogos simbólicos e na curiosidade espontânea fazem parte do que chamamos de culturas das infâncias. E dizemos no plural por reconhecer a diversidade racial, social, de gênero, cultural e econômica das crianças em diferentes territórios e tempos históricos.
É por meio dessas experiências da infância que a criança constrói sua identidade, desenvolve habilidades socioemocionais e aprende a se relacionar com o mundo ao seu redor. Quando respeitamos e incentivamos essa cultura, contribuímos para uma formação mais saudável e integral, na qual há espaço para a ludicidade, para o erro como parte do processo de aprendizagem e para o tempo próprio de cada etapa do desenvolvimento.
Por outro lado, a adultização impõe às crianças padrões estéticos, consumistas e comportamentais próprios do mundo adulto. Dessa forma, a adultização precoce pode apagar a cultura das infâncias, diminuindo a importância do “aqui e agora” em prol de um “tornar-se” alguém. Esse é um lugar de exposição, de desamparo, já que a criança não tem mecanismos cognitivos, afetivos, emocionais, físicos, para lidar com o que representa essa adultização.
Educar contra a adultização é também um ato político e de cuidado: envolve garantir os direitos das crianças — brincar, conviver, aprender, se expressar —, assim como lutar por uma infância inclusiva, criativa e culturalmente rica. Valorizá-la é recuar da lógica produtiva e dar espaço ao afeto, à imaginação, à diversidade e à proteção de sua identidade própria. É compreender que a criança não é um “miniadulto”, mas um indivíduo em desenvolvimento que precisa de apoio, cuidado e espaço para ser criança.
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O termo destacado está empregado em sentido figurado em:

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Por outro lado, a adultização impõe às crianças padrões estéticos, consumistas e comportamentais próprios do mundo adulto. Dessa forma, a adultização precoce pode apagar a cultura das infâncias, diminuindo a importância do “aqui e agora” em prol de um “tornar-se” alguém. Esse é um lugar de exposição, de desamparo, já que a criança não tem mecanismos cognitivos, afetivos, emocionais, físicos, para lidar com o que representa essa adultização.
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Na passagem do 1º parágrafo – O termo que ganhou força é “adultização”, quando meninas e meninos são pressionados a assumirem comportamentos e estéticas que não correspondem à sua idade. –, a informação destacada, tomada em relação à informação anterior, tem a função de

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